A região Nordeste é uma das cinco grandes regiões em que se divide o território brasileiro. Ela apresenta área de 1.552.175,42 km2 e é banhada, a leste e ao norte, pelo Oceano Atlântico, além de ser formada por nove diferentes estados e mais de 54 milhões de habitantes. A posição geográfica da região Nordeste condiciona a ela uma ampla diversidade natural que é observada nos climas, que variam do equatorial até o semiárido, no seu relevo complexo e na vegetação, formada pela Mata Atlântica, o Cerrado, a Caatinga e a Mata dos Cocais.
Tendo sido a primeira área ocupada pelos colonizadores europeus, parte da economia do Nordeste é oriunda de atividades daquele período histórico, como o cultivo de cana-de-açúcar e de algodão, além da pecuária. A região se destaca, ainda, pelos polos industriais da Bahia, de Pernambuco e do Ceará, assim como pela fruticultura do Vale do São Francisco.
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Tópicos deste artigo
- 1 - Resumo sobre a região Nordeste
- 2 - Estados e capitais da região Nordeste
- 3 - Mapa da região Nordeste
- 4 - História da região Nordeste
- 5 - Clima da região Nordeste
- 6 - Relevo da região Nordeste
- 7 - Hidrografia da região Nordeste
- 8 - Vegetação da região Nordeste
- 9 - Demografia da região Nordeste
- 10 - Principais atividades econômicas da região Nordeste
- 11 - Cultura da região Nordeste
Resumo sobre a região Nordeste
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A região Nordeste do Brasil é formada por nove estados:
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Alagoas;
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Bahia;
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Ceará;
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Maranhão;
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Paraíba;
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Pernambuco;
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Piauí;
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Rio Grande do Norte;
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Sergipe.
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Sob a influência de fatores como a maritimidade, a latitude e o relevo, são quatro os tipos de clima encontrados no Nordeste: tropical atlântico, semiárido, tropical típico e equatorial.
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O relevo da região Nordeste é bastante heterogêneo, sendo ele composto por formas como planícies costeiras, planaltos e chapadas (da Borborema e da Bacia do Parnaíba) e pela Depressão Sertaneja, sendo esta característica do semiárido.
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Os estados do Nordeste estão inseridos em três diferentes biomas: Mata Atlântica, Caatinga e Cerrado. No Maranhão, observa-se também a presença da Mata dos Cocais.
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A hidrografia do Nordeste é formada por rios perenes, como o São Francisco, e intermitentes, como o Jaguaribe.
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A região tem 54.658.515 habitantes, sendo a segunda mais populosa do Brasil. Entre as cidades, a maior delas é Fortaleza (CE), que possui 2,4 milhões de habitantes.
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As atividades econômicas desenvolvidas no Nordeste variam desde a exploração de petróleo no Recôncavo Baiano e produção de frutas no Vale do São Francisco até a produção industrial nos polos de Camaçari, Porto de Suape e Pecém.
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O Nordeste apresenta uma cultura diversa que reflete as influências indígena, africana e europeias na sua religiosidade, nas festas tradicionais e nos diferentes tipos de arte da região.
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A região Nordeste foi a primeira a ser ocupada pelos colonizadores durante o século XVI, onde se instalou o centro econômico e político do Brasil Colônia até meados do século XVIII.
Estados e capitais da região Nordeste
A região Nordeste é aquela que reúne o maior número de estados brasileiros: nove no total. Confira, abaixo, cada um deles e a sua respectiva capital.
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Estado |
Capital |
Mapa da região Nordeste
História da região Nordeste
A história da região Nordeste se inicia muito antes da chegada dos colonizadores europeus no Brasil, uma vez que se tratava de uma área ocupada por diferentes povos indígenas. Os portugueses chegaram no litoral da Bahia no começo do século XVI, mas a colonização, de fato, aconteceu a partir de 1530.
Pouco tempo depois, a cidade de Salvador se tornou a primeira capital brasileira, e o Nordeste, então, passou a ser o centro político da colônia recém-estabelecida nas Américas. A economia colonial era baseada no plantio de cana-de-açúcar e no seu processamento nos chamados engenhos, que funcionavam utilizando mão de obra escravizada (inicialmente indígena e, depois, africana).
A maior parte do chamado ouro branco, que era o açúcar, era destinado à Metrópole, enquanto cultivos paralelos se desenvolviam na região como forma de abastecer a demanda local por alimentos e matérias-primas. A pecuária extensiva foi uma dessas atividades secundárias que, junto do plantio de algodão, auxiliaram na manutenção da Colônia e principalmente na ocupação dos territórios mais afastados do litoral. Seguindo o curso dos rios, a busca por novas áreas de pastagens na região Nordeste foi muito importante para interiorizar a ocupação das suas terras.
Mesmo com a descoberta de ouro em Minas Gerais e a mudança do centro econômico da Colônia para a Região Sudeste, a economia do Nordeste se manteve com a exportação de algodão durante os séculos XVIII e XIX. Vale destacar que, no período anterior, mais precisamente no século XVII, as Invasões Holandesas no Nordeste impulsionaram, também, a cotonicultura na região, principalmente no estado do Maranhão. Especialmente no século XIX, a comercialização de algodão com o exterior se intensificou devido à Guerra de Secessão nos Estados Unidos, que, até então, era o principal fornecedor desse produto. Ao fim do conflito no Hemisfério Norte, houve um declínio da demanda para o Brasil.
Muitas cidades da região Nordeste, dentre elas as capitais que conhecemos hoje, surgiram durante o Brasil Colônia no entorno de fortificações construídas para a defesa territorial. No decorrer do tempo, vilas do interior evoluíram para a categoria de cidade, ao mesmo tempo em que foi sendo desenvolvida a infraestrutura necessária para o escoamento de mercadorias dessa área para o litoral.
A história da região Nordeste foi marcada, ainda, por secas severas que acometeram a região nos séculos XVIII e XIX, estando entre as piores já registradas, e revoltas populares durante o século XX. A partir da década de 1930, a descoberta de petróleo comercial no Recôncavo Baiano foi de grande importância para a economia local, assim como o avanço da fronteira agrícola a partir da década de 1970 e a expansão das áreas irrigadas promoveu transformações socioespaciais no interior dessa região.
Hoje, o Nordeste abriga algumas das maiores e mais dinâmicas cidades brasileiras, assim como polos industriais de relevância nacional, embora ainda persistam uma série de problemas socioeconômicos que mantêm uma estrutura desigual na região.
Clima da região Nordeste
A região Nordeste tem uma área bastante ampla e, por isso, apresenta diferentes fatores que influenciam o seu clima. Os principais deles são a latitude, visto que ela está situada muito próxima da Linha do Equador, o relevo e a maritimidade. Por causa disso, encontramos ao menos quatro diferentes tipos de clima nos estados daquela região, a maioria deles sendo variações do clima tropical.
No litoral do Nordeste, compreendendo uma faixa que vai desde o sul da Bahia até o Rio Grande do Norte, predomina o clima tropical atlântico. Ele tem como principal característica a presença de uma estação chuvosa, que é o inverno, e outra seca, o verão. Por causa da maritimidade, a amplitude térmica anual é baixa, e as temperaturas médias ficam em torno de 23 ºC.
Adentrando para o interior dos estados nordestinos, em uma área que ficou conhecida como Semiárido Nordestino, antigo Polígono das Secas, o clima encontrado é o semiárido. Marcado pelas altas temperaturas durante o ano, com médias de 27 ºC, essa variação climática apresenta baixa umidade relativa do ar e índice pluviométrico que varia entre 250 e 750 mm anuais. No entanto, o período sem chuvas (estiagem) pode durar até seis meses. Na história da região, contudo, há registros de secas prolongadas que duraram vários anos consecutivos. Quando a precipitação acontece, se dá em um curto intervalo de tempo.
O clima tropical, ou tropical típico, acontece também no interior do Nordeste, abrangendo áreas no Maranhão, no Piauí, na Bahia e no Ceará, principalmente. Também no território maranhense, no oeste do estado, identifica-se a presença do clima equatorial, quente e úmido, com elevada pluviosidade anual, em uma área de transição do Cerrado para a Floresta Amazônica.
Relevo da região Nordeste
O relevo da região Nordeste é bastante heterogêneo, e a maneira como as formas são distribuídas explica, parcialmente, a formação de uma ampla sub-região semiárida com chuvas escassas. No litoral, onde predomina maior umidade, encontram-se os tabuleiros costeiros, que são formas de topo aplainado e vertentes muito inclinadas moldadas pela ação abrasiva da força da água, e também as planícies litorâneas, de terrenos rebaixados que alcançam o nível do mar.
Na medida em que caminhamos para o oeste, a altitude aumenta e os planaltos e serras tomam conta da paisagem. Dentre eles se destacam a Serra do Espinhaço, na Bahia, que é onde fica a Chapada Diamantina, e o Planalto da Borborema, presente nos estados mais ao norte, compreendendo áreas de Pernambuco, Paraíba, Alagoas, Sergipe e Rio Grande do Norte. Com altitudes de até 1.200 metros, o Planalto da Borborema desempenha o papel de barreira orográfica, bloqueando a maior parte da umidade proveniente do litoral nordestino.
As depressões caracterizam o relevo do interior, principalmente do semiárido. É onde está localizada a Depressão Sertaneja e do São Francisco, uma área de terrenos rebaixados em que as altitudes são inferiores a 500 metros. Mais a oeste ficam os Planaltos e Chapadas da Bacia do Parnaíba, onde as formas de relevo foram modeladas sobre rochas sedimentares, assim como no litoral da região Nordeste.
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Hidrografia da região Nordeste
O Nordeste tem uma hidrografia complexa que é fruto do regime de chuvas de cada um dos climas presentes na região aliado com os demais componentes da paisagem. Para melhor conhecer esse aspecto da geografia regional do Nordeste, podemos analisá-lo a partir das grandes bacias hidrográficas do território brasileiro. Os rios da região são parte de ao menos cinco delas:
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Bacia do Atlântico Nordeste Ocidental: abrange uma pequena parte do estado do Maranhão, por onde correm importantes rios como o Rio Mearim, fundamental para a navegação e para o abastecimento urbano, além de fazer parte do modo de vida das populações ribeirinhas locais.
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Bacia do Atlântico Nordeste Oriental: essa bacia hidrográfica também fica situada inteiramente na região Nordeste e é formada por rios de seis estados diferentes que apresentam regimes perene e intermitente. Dentre esses cursos d’água está o Rio Jaguaribe, localizado no estado do Ceará e considerado o maior rio intermitente do mundo.
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Bacia do Parnaíba: das bacias hidrográficas mencionadas, essa é maior que está integralmente inserida na Região Nordeste. Uma das suas principais características é a grande presença de rios intermitentes (ou temporários), cujo leito resseca durante os longos períodos de estiagem. Seu rio principal, o Parnaíba, ao contrário, é um rio perene.
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Bacia do São Francisco: presente em quatro estados da região Nordeste, essa bacia tem como rio principal o São Francisco. Ele é de extrema importância para o abastecimento de água de áreas com elevado estresse hídrico, que são aquelas de clima semiárido. Além do mais, destaca-se pela alta capacidade de geração elétrica, aproveitada em usinas hidrelétricas como as de Xingó, Paulo Afonso e Sobradinho.
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Bacia do Atlântico Leste: somente um trecho no leste da Bahia e parte do Sergipe estão nessa bacia hidrográfica. Os principais rios que a integram são o Pardo e o Jequitinhonha.
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Vegetação da região Nordeste
A diversidade paisagística da região Nordeste tem como um de seus principais componentes a vegetação, que se distribui pelo espaço de acordo com o clima. Considerando os biomas brasileiros, a cobertura vegetal nordestina está inserida em três deles:
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Mata Atlântica: caracterizada pela floresta tropical presente no litoral do Nordeste, desde o sul do estado da Bahia até o norte do Rio Grande do Norte. Caracteriza a sub-região da Zona da Mata e parte do Agreste. Além da formação florestal, os manguezais também são muito comuns de serem observados nesse trecho do bioma, bem como as restingas.
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Caatinga: predominante na sub-região do Sertão, a vegetação da Caatinga é típica do clima semiárido nordestino. Ela é, portanto, adaptada ao calor e aos longos períodos sem chuvas, além de se desenvolverem em solos pedregosos e de baixa fertilidade química.
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Cerrado: essa vegetação ocorre no oeste da Bahia, no leste do Piauí e no sul do Maranhão, onde o clima tropical proporciona o seu desenvolvimento. Nas últimas décadas, entretanto, parte da sua cobertura nativa tem sido substituída por cultivos agrícolas como o da soja, que está atrelada com a expansão do agronegócio na região.
Além dos biomas, no oeste do Maranhão existe uma formação vegetal que consiste em uma transição entre o Cerrado, a Caatinga e a Floresta Amazônica, onde o clima semiárido dá lugar, gradualmente, ao clima úmido equatorial: a Mata dos Cocais. Essa mata é constituída por palmeiras como o babaçu e a carnaúba, importantes para o extrativismo vegetal na região. Há, ainda, comunidades tradicionais que se formaram com base nessa atividade, que é a das quebradeiras de coco.
Demografia da região Nordeste
A região Nordeste tem população de 54.658.515 habitantes, de acordo com o censo demográfico do IBGE realizado em 2022. Essa é a segunda região mais populosa do Brasil e reúne uma parcela de 26,9% de seus habitantes. Considerando a densidade demográfica, temos que a distribuição populacional no Nordeste é da ordem de 35,21 hab./km2, apenas um pouco superior à do território brasileiro. No entanto, sabe-se que a maior parte da população nordestina se concentra nas cidades localizadas na faixa litorânea, o que está relacionado principalmente ao histórico de ocupação da região.
Segundo o IBGE, a taxa de urbanização da região Nordeste é de 77,7%. Isso significa que a maioria da sua população vive nas cidades, enquanto uma parcela de 22,3%, o que representa 12,2 milhões de habitantes, habitam a zona rural. Entre as maiores cidades do Nordeste estão as capitais estaduais, destacando-se Fortaleza (CE), com 2.428.708 habitantes. Na sequência estão Salvador (BA) e Recife (PE). As três capitais mencionadas estão, ainda, entre as dez cidades mais populosas do país.
Quando analisamos a distribuição populacional por estado, temos a Bahia no topo do ranking regional. Na tabela a seguir, confira a população de cada um dos estados da região Nordeste:
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População dos estados da região Nordeste |
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|
Estado |
População |
|
Alagoas |
3.127.683 |
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Bahia |
14.141.626 |
|
Ceará |
8.794.957 |
|
Maranhão |
6.776.699 |
|
Paraíba |
3.974.687 |
|
Pernambuco |
9.058.931 |
|
Piauí |
3.271.199 |
|
Rio Grande do Norte |
3.302.729 |
|
Sergipe |
2.210.004 |
Fonte: IBGE.
Principais atividades econômicas da região Nordeste
Nas últimas décadas, a economia do Nordeste tem passado por um processo de expansão causado pelo maior volume de investimentos nacionais e estrangeiros que são direcionados para a região. Além do aporte de capital, a ampliação da rede de infraestrutura e de serviços tem contribuído para o crescimento econômico nordestino.
Como acontece com outras regiões, as atividades do setor terciário são predominantes quando se analisa a participação na economia. Para além daquelas mais tradicionais, como comércio, serviço bancário e financeiro e o setor público, o turismo é uma atividade econômica importante para os estados do Nordeste, ainda mais nas cidades litorâneas.
A região Nordeste apresenta três polos industriais em que se concentram plantas de diferentes segmentos produtivos. Entre os municípios de Caucaia e São Gonçalo do Amaranto, próximo de Fortaleza (CE), fica o Complexo Industrial e Portuário de Pecém, onde se reúnem empresas dos setores energético, siderúrgico, de cimento e concreto, de fertilizantes e outras. No litoral de Pernambuco, o Complexo Industrial do Porto de Suape apresenta um parque industrial diverso em que se destacam empresas petroquímicas.
Já na Bahia, próximo do Recôncavo, o Polo Industrial de Camaçari recebeu projeção nacional por causa da indústria automobilística, embora a química e a petroquímica desempenhem papel tão importante quanto na economia regional. Por isso, a exploração de petróleo e gás natural nessa região é uma atividade fundamental para a indústria local. Aliás, o Recôncavo Baiano foi o local onde o petróleo foi descoberto no Brasil no ano de 1939.
O Vale do São Francisco é uma região que pratica a fruticultura irrigada, que produz manga, uva de mesa, caju, banana, melão, melancia, abacaxi, pitanga e outras frutas. Uma parte dessa produção é destinada ao exterior. Na região do Cerrado, o cultivo de grãos, principalmente de soja e milho, além de fibras como o algodão, também é voltado para o mercado externo.
Os estados do Nordeste produzem, ainda, cacau, no sul da Bahia, cana-de-açúcar e carne bovina, visto que a pecuária é uma atividade tradicional desenvolvida na região. Ainda no setor primário, o extrativismo vegetal, a obtenção de sal marinho e a pesca de camarão são atividades que se destacam na região.
Cultura da região Nordeste
A região Nordeste é muito ampla e, por isso, cada uma das suas sub-regiões apresenta uma cultura própria. Ainda assim, o Nordeste brasileiro apresenta uma identidade cultural marcante que é caracterizada pela riqueza de manifestações e expressões derivadas dos povos indígenas, dos africanos, dos europeus e, inclusive, de outras partes do território brasileiro.
Algumas das festas tradicionais dessa região mostram a força da religiosidade na vida cotidiana dos seus moradores, inclusive a Festa de São João (ou Junina), que é celebrada em diferentes partes do Nordeste.
Além da religião católica, as religiões de matriz africana são muito presentes no Nordeste, o que reflete na Festa de Iemanjá e em celebrações como a Lavagem do Bonfim, que se tornou um símbolo do sincretismo religioso. Das festas seculares, as mais conhecidas delas são o Bumba Meu Boi e o Carnaval.
Junto das celebrações tradicionais estão os ritmos musicais e as danças nordestinas, das quais podemos destacar o frevo, o maracatu e o forró. As artes do Nordeste incluem obras literárias produzidas por autores de projeção nacional, como o baiano Jorge Amado, o paraibano Ariano Suassuna e a cearense Rachel de Queiroz. Não podemos deixar de mencionar a literatura de cordel, que consiste em narrativas escritas em verso.
A gastronomia nordestina é tão diversa quanto as demais expressões culturais que conhecemos, e varia consideravelmente de acordo com o estado. Alguns dos pratos típicos da região são o baião de dois, o cuscuz de milho, a moqueca maranhense, o vatapá e a paçoca de carne de sol.
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Fontes:
IBGE. Panorama do Censo 2022. Disponível em: https://censo2022.ibge.gov.br/panorama/.
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