Região Nordeste

Geografia do Brasil

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A região Nordeste tem várias características bem peculiares a ela. Podemos destacar duas: a primeira dá-se pelo fato de ser a região de colonização mais antiga do país, sendo ocupada pelos portugueses desde sua chegada, em 1500.

Outra característica peculiar dessa região é em relação ao clima. Devido à presença de solos rasos e pobres, além da proximidade com a Linha do Equador, muitos estados possuem o clima semiárido, o que faz alguns rios secarem completamente, além de cidades inteiras ficarem sem chuva durante seis meses ou mais ao longo do ano.

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Estados da região Nordeste

A região Nordeste apresenta a maior quantidade de estados do Brasil, mas isso não significa que ela é a maior em extensão territorial. Veja, em ordem alfabética, os estados do Nordeste e suas respectivas capitais. 

Estados

Capitais

Gentílicos

Alagoas

Maceió

Alagoano

Bahia

Salvador

Baiano

Ceará

Fortaleza

Cearense

Maranhão

São Luís do Maranhão

Maranhense

Paraíba

João Pessoa

Paraibano

Pernambuco

Recife

Pernambucano

Piauí

Teresina

Piauiense

Rio Grande do Norte

Natal

Potiguar, norte-rio-grandense ou rio-grandense-do-norte

Sergipe

Aracaju

Sergipano ou sergipense

Dados gerais da região Nordeste

Veja agora alguns dados estatísticos dessa região, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE. Esses dados são de 2019.

  • Área territorial: aproximadamente, 1,5 milhão de km², o que resulta em 18% do território brasileiro.

  • População: 57.071.654 habitantes

  • Rendimento domiciliar per capita (em reais): 887,00

  • Densidade demográfica: 39,64 habitantes por km²

  • Produto Interno Bruto (em reais): 367.861.916.000,00

  • Índice de Desenvolvimento Humano: 0,659

  • Taxa de mortalidade infantil|1|: 16,6

Mapa da região Nordeste.
Mapa da região Nordeste.

Breve histórico da região Nordeste

A colonização portuguesa, iniciada em meados de 1530, iniciou-se pela região Nordeste. Isso porque ela foi a porta de entrada dos europeus em nosso território. Nesse período (século XVI), os portugueses iniciaram o cultivo da cana-de-açúcar, produto muito disputado nos mercados do Velho Mundo, como ficou conhecida a Europa.

Esse cultivo foi muito bem-sucedido em várias áreas nordestinas, em especial no território que hoje corresponde ao estado de Pernambuco. O sucesso do plantio de cana deve-se a alguns fatores, como o clima quente e úmido no litoral nordestino e o seu solo fértil, conhecido como massapé, além disso, à certa proximidade com portos europeus.

Nessa época, o plantio da cana desenvolvia-se paralelamente ao surgimento de latifúndios e trabalho escravo, fosse com mão de obra indígena, fosse com mão de obra negra africana. A estrutura social era, basicamente, formada pelos senhores de engenho (os proprietários dos latifúndios), sua família e os trabalhadores, alguns assalariados, mas a maioria escravos.

O plantio da cana-de-açúcar foi a primeira atividade econômica após o processo de colonização do Nordeste.
O plantio da cana-de-açúcar foi a primeira atividade econômica após o processo de colonização do Nordeste.

O senhor de engenho era a pessoa a que todos deviam respeito e obediência. Esse modelo de sociedade ficou conhecido como patriarcal, em que o chefe da família ditava as regras. Essas regras iam além de suas fazendas, e muitas vezes esses senhores governavam cidades e até estados.

A economia açucareira e seu modelo de sociedade, em que o benefício atingia poucos em vez de muitos, trouxe reflexos até os dias atuais no Nordeste, pois ainda há uma grande concentração de terras (latifúndios) e a influência dos grandes fazendeiros na política nordestina é muito forte.

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A criação de gado também contribuiu, inicialmente, para o desenvolvimento da região. Esses animais eram utilizados para transporte, movimentação do engenho, e, com o passar do tempo, serviram para colonizar o interior do Nordeste. Atualmente, é comum vermos áreas do sertão nordestino praticando a pecuária extensiva, na qual o gado é criado livre e o emprego da tecnologia é baixo.

Na Segunda Revolução Industrial foi implementado no Nordeste o cultivo do algodão, que era destinado, exclusivamente, para a Europa devido às indústrias têxteis que havia naquele continente. Esse fator aumentou mais o poder dos latifundiários, pois toda produção era controlada por eles e visava ao mercado externo, já que no Brasil não havia esse tipo de indústria.

Veja mais: Revolta dos Malês – maior revolta escrava do Brasil que teve como palco o Nordeste

Clima da região Nordeste

Como a região é localizada em uma área de baixa latitude, seu clima sofre pouca variação nas temperaturas ao longo do ano, tanto durante o dia quanto à noite. No entanto, há grande variação quanto ao volume de pluviosidade durante o ano, sendo mal distribuído na região, causando secas severas em alguns estados e abundância de chuva em outros.

Os climas encontrados no Nordeste são: equatorial, tropical semiárido, tropical continental e tropical litorâneo.

O clima equatorial pode ser encontrado no oeste do Maranhão e possui características semelhantes ao clima da região Norte, com altos índices pluviométricos e temperaturas elevadas o ano todo e com médias termais entre 25 ºC e 27 ºC.

Já o clima tropical semiárido é o que mais predomina no Nordeste, com temperaturas acima dos 25 ºC o ano todo e baixa pluviosidade (menos de 1000 mm por ano). No verão, há presença de chuvas devido à influência das massas de ar equatorial continental e atlântica. A área de ocorrência desse clima é conhecida como sertão, que pode chegar a ficar oito meses sem chuva.

Paisagem típica do sertão nordestino. São Domingos do Cariri, interior da Paraíba.
Paisagem típica do sertão nordestino. São Domingos do Cariri, interior da Paraíba.

O clima tropical continental pode ser localizado em áreas da Bahia, Ceará, Maranhão e Piauí. Com temperaturas elevadas, as chuvas são concentradas no verão.

No litoral nordestino temos o clima tropical litorâneo. Esse clima possui grande índice pluviométrico devido às massas de ar úmidas que vêm dos oceanos, além de médias térmicas altas durante todo o ano.

Relevo da região Nordeste

O relevo dessa região ajuda-nos a entender alguns problemas relacionados à seca que ocorre no sertão. É uma região com muitos planaltos, depressões e planícies, sendo estas últimas encontradas no litoral nordestino.

Os planaltos e as depressões ocupam todo o interior. O Planalto da Borborema localiza-se nos estados de Pernambuco, Paraíba e Alagoas. Com altitudes de 800 m a 1000 m, funciona como uma barreira dos ventos úmidos que vêm do oceano Atlântico. Devido à altitude, os ventos úmidos do oceano precisam elevar-se, esfriando e perdendo umidade. Com isso, ao transpor a barreira planáltica, esses ventos estão secos, o que explica, de forma parcial, a seca em algumas áreas do interior nordestino.

Além do Planalto da Borborema, podemos encontrar a Chapada Diamantina, localizada nos planaltos e serras leste-sudeste. Essa chapada ocupa o centro-sul baiano. Outros planaltos podem ser encontrados na bacia do rio Parnaíba (os quais chamamos de planaltos e chapadas da bacia do Parnaíba), no Maranhão, Piauí e oeste da Bahia. Como exemplos, temos a Chapada das Mangabeiras e a Serra Grande no Piauí.

Chapada Diamantina, na Bahia.
Chapada Diamantina, na Bahia.

As depressões podem ser encontradas ao longo do vale do rio São Francisco, sendo conhecidas como depressões sertanejas e tendo altitudes de 200 m a 500 m. Elas ocorrem em todos os estados nordestinos, exceto no Maranhão e no Piauí.

Hidrografia da região Nordeste

No Nordeste brasileiro encontramos a presença de três grandes bacias hidrográficas: a Parnaíba, a São Francisco e a Tocantins-Araguaia. Esta última tem incidência apenas no sul do estado do Maranhão, divisa com Tocantins.

A bacia hidrográfica Parnaíba envolve os estados do Piauí, Maranhão e Ceará. É a segunda bacia mais importante da região Nordeste, percorrendo áreas semiáridas. Entretanto, grande parte de seus rios, como o rio Canindé e o rio Poti, é intermitente, ou seja, eles deixam de existir durante o período da seca. Em contrapartida, essa bacia abriga um rico reservatório de água subterrânea, o que promove a construção de poços artesianos que ajudam a população local nos períodos mais críticos de seca.

Já a bacia do São Francisco é a mais importante, pois o rio que leva seu nome é perene, não deixa de existir nos meses de seca. O rio São Francisco nasce na Serra da Canastra, em Minas Gerais, e vai em direção sul–norte, passando por Bahia, Sergipe, Alagoas e Pernambuco.

Sua importância vai além do consumo humano. Ao longo de seu curso, devido ao relevo acidentado da região, usinas hidrelétricas foram instaladas para a geração de energia, como a usina de Moxotó, entre os estados da Bahia e de Alagoas, e a usina de Sobradinho, também na Bahia.

Usina de Xingó, entre Alagoas e Sergipe. Além do abastecimento humano, o Rio São Francisco gera energia para grande parte do Nordeste.
Usina de Xingó, entre Alagoas e Sergipe. Além do abastecimento humano, o Rio São Francisco gera energia para grande parte do Nordeste.

Para minimizar a seca nas áreas mais interioranas, semiáridas, há um projeto que visa a transposição do Rio São Francisco, buscando alcançar a população do sertão.

Vegetação da região Nordeste

Devido ao clima quente e à variação no relevo, podemos encontrar cinco tipos de vegetação no Nordeste: Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga, Mata dos Cocais e Manguezais.

A Mata Atlântica era uma grande floresta que ocupava uma área do Rio Grande do Norte até o sul da Bahia. Localizada no litoral nordestino, essa floresta sofreu grande alteração por parte do ser humano no início da colonização: primeiro para a extração do pau-brasil, depois para o cultivo da cana, sendo a primeira vegetação desmatada do país. Atualmente possui algumas áreas preservadas na Bahia, onde há um rico cultivo de frutas.

O Cerrado é encontrado nos estados da Bahia, Maranhão e Piauí. É uma vegetação típica de climas tropicais com duas estações definidas, uma seca (inverno) e outra chuvosa (verão), com árvores de baixo e médio porte.

Presente no sertão semiárido, a Caatinga é uma vegetação com plantas acostumadas com a baixa umidade, o que chamamos de plantas xerófitas. Essas plantas costumam ser tortuosas, com cascas grossas e cheias de espinhos. Quando não chove, elas perdem suas folhas para reter água, além de ter raízes profundas que ajudam na captação de água no solo.

O nome Caatinga é de origem tupi e significa “mata rala”, pois, durante a seca, a vegetação fica cinza, sem folhas. No entanto, basta pouca chuva para que o verde volte, mostrando a grande capacidade de recuperação dessa vegetação.

A Mata dos Cocais, encontrada no Piauí e no Maranhão, recebe esse nome devido às espécies de palmeiras: a carnaúba e o babaçu. Essas palmeiras fornecem matéria-prima para a indústria de sabão, margarina, combustíveis, e são importantes para o sustento da população local, que retira os cocos para sua subsistência.

Manguezal na cidade de Jandaíra, fronteira com Sergipe, Bahia.
Manguezal na cidade de Jandaíra, fronteira com Sergipe, Bahia.

No litoral do Nordeste, temos a presença de Manguezais, vegetações acostumadas a solos com alta salinidade devido ao contato com a água do mar. Nessa vegetação encontramos crustáceos, como caranguejos e siris, muito utilizados na gastronomia das praias nordestinas.

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Demografia da região Nordeste

O povoamento da região Nordeste ocorreu desde os primórdios da história brasileira, com a chegada dos portugueses, no século XVI. Nessa época, o cultivo da cana em grandes latifúndios voltado para a exportação era a base da economia e desenvolvia-se, basicamente, no litoral, dando origem a cidades como Salvador, Recife e Olinda, grandes centros comerciais e administrativos.

Já o interior da região foi povoado com base na criação de gado destinado à alimentação e para o trabalho nos engenhos. Entretanto, no século XVII, a produção de açúcar no Brasil entrou em declínio, pois outros centros produtores surgiram no mundo, principalmente na América Central.

No século XVIII e XIX, com a demanda europeia por algodão, novamente a região Nordeste volta a ser ocupada para o plantio dessa matéria-prima exportada para a Europa. Com isso, vários empresários estrangeiros preocupados em interligar o interior nordestino, onde era feito o plantio do algodão, com os portos financiaram ferrovias pela região, o que favoreceu a ocupação do sertão e do agreste. As ferrovias explicam a expansão de várias cidades do Nordeste, como Fortaleza (CE), Caruaru (PE), Campina Grande (PB) e Sobral (CE).

Já no século XX, com a forte industrialização da região Sudeste, o Nordeste assume o papel de fornecer produtos agrícolas utilizados na alimentação da população daquela região. Isso gerou mais empobrecimento nordestino, pois as riquezas ali produzidas eram exportadas, como ocorria desde o cultivo da cana. Isso fez com que muitas pessoas migrassem para o centro-sul do país em busca de melhores oportunidades.

Atualmente, três grandes cidades são referência no assunto de urbanização e infraestrutura social: Recife, Fortaleza e Salvador. Essas cidades, durante o século XX, apresentaram melhor desenvolvimento econômico e social, adquirindo papel importante no Nordeste. Esses fatores revelaram uma migração de retorno, no fim do século passado e início do século XXI, de muitos nordestinos que estavam no Sudeste para suas cidades natais.

Principais atividades econômicas da região Nordeste

Podemos classificar as principais atividades econômicas do Nordeste distribuindo-as nas sub-regiões nordestinas: zona da mata, agreste, sertão e meio-norte.

A zona da mata corresponde a uma região que abrange todo o litoral nordestino, desde o Rio Grande do Norte até o sul da Bahia. Essa sub-região possui a maior concentração de pessoas, tendo o maior número de grandes cidades, como Salvador, Recife e Natal.

Dentre as atividades econômicas, podemos citar o turismo, os centros comerciais, a produção de petróleo (tanto em terra quanto mar, na plataforma continental), a produção de sal marinho (Rio Grande do Norte) e as atividades industriais, como o polo industrial de Camaçari, no litoral baiano. Destaca-se, também, a produção de cacau na Bahia, responsável por mais de 60% da produção dessa fruta no Brasil.

Maragogi, Alagoas. O turismo é uma importante fonte de renda no Nordeste.
Maragogi, Alagoas. O turismo é uma importante fonte de renda no Nordeste.

O agreste está localizado entre o sertão e a zona da mata, podendo ser considerado uma zona de transição entre essas duas sub-regiões. No agreste, a atividade que se destaca é a pecuária, com criação de ovinos e bovinos. As cidades que se destacam são: Garanhuns e Caruaru (PE) e Campina Grande (PB).

No sertão, área do interior do Nordeste, de clima semiárido e rios intermitentes, a atividade econômica mais produtiva é a criação de caprinos, além da criação do gado bovino, ambos de forma extensiva. O nordeste é responsável por 91% dos caprinos criados no Brasil, isso porque cabras e bodes são adaptados ao clima seco da região. Além do gado, há a produção de algodão, com destaque para cidades da Paraíba, do Ceará e do Piauí, o maior produtor da região.

O meio-norte abrange a transição entre o sertão e a Floresta Amazônica. Corresponde a uma área do oeste piauiense e a todo o estado do Maranhão. Nessa sub-região, podemos destacar o extrativismo vegetal, com o cultivo da carnaúba e do babaçu. Há também um importante complexo metalúrgico, que surgiu com o Projeto Carajás, e a construção da ferrovia Carajás, que liga o Pará ao porto de Ponta da Madeira, em São Luís do Maranhão.

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Aspectos culturais da região Nordeste

A cultura nordestina é rica e bem diversificada. Devido ao passado colonial e à variedade natural, muitas manifestações artísticas retratam a vida dura do sertanejo, o homem do sertão, ou a luta pela sobrevivência no passado escravista.

Há também manifestações folclóricas que se baseiam na mistura que houve de povos, como nativos, negros e portugueses. Dessa forma, o artesanato, a gastronomia, as festividades e o vestuário remetem a uma grande miscigenação, dando à região traços de riqueza e diversidade.

Nas festividades, podemos citar o frevo, dança típica pernambucana que tem seu nome originado do verbo “ferver”, pois o ritmo é “quente”, rápido e bastante animado. Há também outros tipos de dança, como xote, forró e baião.

A capoeira, mistura de dança com luta, iniciou-se no Brasil no estado da Bahia, no período em que os escravos africanos lutavam contra os senhores em busca de liberdade e dignidade. Hoje é um evento praticado em todo o mundo, o que revela sua força, sendo considerada patrimônio cultural da humanidade pela Unesco.

A literatura nordestina é riquíssima, com autores renomados no Brasil e alguns até no mundo. Dentre os mais importantes, podemos destacar Ariano Suassuna, Graciliano Ramos, Jorge Amado, Rachel de Queiroz, Ferreira Gullar e Augusto dos Anjos.

Grande parte da literatura nordestina retrata a vida dura do sertanejo, como a obra “Vidas secas”, de Graciliano Ramos.
Grande parte da literatura nordestina retrata a vida dura do sertanejo, como a obra “Vidas secas”, de Graciliano Ramos.

Podemos mencionar, ainda na literatura, o cordel, uma espécie de poesia em que os versos rimam entre si. Essa literatura é marca registrada do Nordeste, e muitas histórias foram contadas dessa forma, passadas de geração para geração.

Na culinária, a mistura de povos também faz-se presente, além de englobar frutos do mar, utilizando-se das riquezas naturais. Como exemplo, temos o vatapá, a moqueca, o acarajé, o caruru, o mugunzá, a paçoca, a canjica, a rapadura, a buchada de bode, o bolo de rolo, e outras comidas típicas da região.

Notas

|1| Dado do censo do IBGE de 2010.

 

Por Átila Matias
Professor de Geografia

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Lista de Exercícios
Questão 1

Sobre a população nordestina, julgue os itens a seguir, assinalando V para verdadeiro e F para falso.

(   )      A região Nordeste é etnicamente homogênea, assinalando uma identidade única entre os seus habitantes.

(   )      A sub-região da Zona da Mata é aquela que apresenta o menor número de habitantes.

(   )      Em razão do elevado grau de industrialização, a maior parte da população brasileira encontra-se, atualmente, na região Nordeste.

(   )      Apesar de apresentar um elevado índice populacional, algumas regiões do Nordeste apresentam verdadeiros “vazios demográficos”.

Questão 2

Assinale a alternativa que apresenta as quatro principais sub-regiões do Nordeste brasileiro:

a) Zona da Mata, Agreste, Sertão e Meio Norte.

b) Zona da Mata, Recôncavo Baiano, Planalto da Borborema e Sertão Maranhense.

c) Agreste, Polígono das Secas, Zona açucareira, Litoral norte.

d) Sertão, Região da Caatinga, Cangaço e Norte Úmido.

e) Litoral, Meio Norte, Noroeste e Oeste.

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