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Rainha Vitória

A rainha Vitória foi uma das monarcas mais importantes da história. Seu reinado, conhecido como Era Vitoriana, durou 63 anos.

Rainha Vitória em fotografia de 1882.
Rainha Vitória em fotografia de 1882.
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A rainha Vitória é considerada uma das principais monarcas de toda a história inglesa, reinando por mais de 60 anos e sendo uma das figuras mais conhecidas mundialmente no século XIX. Seu reinado deu nome a um período histórico, a Era Vitoriana, marcada pelo imperialismo inglês, pela Bela Época, e pelo grande desenvolvimento tecnológico, econômico e científico para a Inglaterra.

Gerada para ser uma rainha, Vitória perdeu o pai ainda bebê e recebeu uma educação extremamente rígida, sendo controlada pela mãe. Tornou-se rainha muito jovem, casou-se com um príncipe alemão e se afastou temporariamente da vida pública após o falecimento dele.

Quando assumiu o trono, a monarquia era uma instituição questionada na Inglaterra. Quando deixou o trono, a monarquia constitucional estava consolidada no Reino Unido após um longo processo iniciado no século XIII.

Leia também: Elizabeth II e o reinado mais longo da monarquia britânica

Tópicos deste artigo

Resumo sobre a rainha Vitória

  • A rainha Vitória nasceu em 1819 e era filha do quarto filho do rei George III, Eduardo de Kent.
  • Ela assumiu o poder com a morte do seu tio, o rei Guilherme IV, e foi sucedida pelo seu filho, Eduardo VII.
  • Escreveu mais de uma centena de diários durante o período em que foi rainha.
  • Durante o seu reinado, foi favorável à ampliação dos grupos masculinos que poderiam votar, entre eles os trabalhadores, mas foi contrária ao voto feminino.
  • Casou-se em 1840 com o príncipe Alberto, o casal real teve nove filhos.
  • Alberto faleceu em 1861, deixando-a em luto pelo resto da vida.
  • Ela faleceu em 1903, sendo sucedida por Eduardo VII.

Contexto histórico do reinado da rainha Vitória

No século XVII, a Inglaterra passou por dois importantes eventos: a Guerra Civil Inglesa e a Revolução Gloriosa. A primeira terminou com a prisão, o julgamento e a execução do rei Carlos I. O estopim da guerra civil ocorreu quando o rei invadiu a Câmara dos Comuns com tropas para prender alguns parlamentares, uma afronta ao poder do Parlamento.

A Revolução Gloriosa, ocorrida em 1688, foi um movimento que alçou ao poder Guilherme, o príncipe de Orange, que assumiu o trono e assinou a Declaração de Direitos. Na prática a Revolução Gloriosa transformou o Reino Unido em uma monarquia constitucional, em que o Parlamento, controlado pela burguesia, passou a ter bastante poder.

Esse processo de perda do poder real continuou, com avanços e recuos em direção à soberania do Parlamento. Quando a rainha Vitória assumiu o trono, parte da população defendia o fim da monarquia e o estabelecimento de uma república.

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O Reino Unido era um império em expansão quando ela foi coroada. A hegemonia inglesa no mundo havia se iniciado em 1588, quando a marinha inglesa da rainha Elizabeth I derrotou a “invencível armada”, modo pelo qual a marinha espanhola era chamada.

A partir desse momento, a Inglaterra passou a ter a marinha mais poderosa do mundo, conquistando diversas regiões em todos os continentes. O poder marítimo inglês continuou a aumentar nos próximos séculos, assim como os territórios conquistados. No século XVIII, iniciou-se na Inglaterra a Revolução Industrial, que transformou o país na maior potência econômica mundial.

No período do reinado da rainha Vitória, a Inglaterra passou pela segunda fase da Revolução Industrial, quando diversos inventos modificaram o mundo, como o motor a combustão interna, o gerador elétrico, o motor elétrico, o telégrafo, o telefone, entre diversos outros.

A rápida industrialização levou à necessidade de fontes de matéria-prima, de fontes de energia e de mercado consumidor. Essas necessidades levaram ao imperialismo inglês. Com o desenvolvimento industrial, houve grande êxodo rural na Inglaterra, o que provocou um processo de urbanização desorganizado, e milhões de pessoas passaram a viver em cortiços e outros locais com alta densidade demográfica.

A superpopulação e a falta de tratamento de água e de esgoto provocaram diversas epidemias em Londres e em outras cidades inglesas no período vitoriano. Foi nesse contexto de Império Britânico, de Revolução Industrial, de urbanização e de grandes problemas sociais e ambientais que Vitória se tornou rainha.

Veja também: Como funciona a linha de sucessão do trono britânico

Biografia da rainha Vitória

→ Nascimento da rainha Vitória

Vitória nasceu de uma verdadeira corrida para geração de um herdeiro ao trono depois que a única neta do príncipe regente, Carlota de Gales, faleceu poucos dias após um parto em que a criança, que seria a herdeira do trono um dia, não sobreviveu. O rei George III tinha 12 filhos, mas nenhum deles tinha filhos legítimos que poderiam herdar o trono, isso fez com que príncipes e princesas iniciassem a corrida para gerar um herdeiro.

Nasceu como Alexandrina Vitória, em 24 de maio de 1819, no Palácio de Kensington. Ela era filha do príncipe Eduardo, duque de Kent, o quarto filho do rei George III, e de Vitória de Saxe-Coburgo Saalfeld, uma princesa alemã, viúva e mãe de dois filhos. O casamento entre os dois foi realizado às pressas após a morte de Carlota de Gales. Ela recebeu o nome Alexandrina em homenagem ao czar Alexandre I, da Rússia, e o nome Vitória em homenagem a sua mãe.

Estátua da rainha Vitória no Palácio de Kensington, local do seu nascimento.
Estátua da rainha Vitória no Palácio de Kensington, local do seu nascimento.

Em 23 de janeiro de 1820, o pai de Vitória faleceu de pneumonia. Seis dias depois, seu avô, o rei George III, também faleceu, e a futura rainha tinha menos de um ano. Vitória foi criada por sua mãe, que controlava completamente o cotidiano da filha, escolhendo seus professores, serviçais e até mesmo as crianças com as quais ela podia interagir.

→ Casamento da rainha Vitória

Em 10 de fevereiro de 1840, Vitória se casou com seu primo de primeiro grau, Alberto de Saxe-Coburgo-Gota, príncipe alemão. Vitória registrou quase tudo o que fez e pensou durante a vida adulta em diários, em um deles ela registrou a boa impressão que teve ao conhecer Alberto, anos antes do seu casamento.

O casamento ocorreu na Capela Real do Palácio de São Tiago e a cerimônia foi conduzida pelo arcebispo de Canterbury. Para realizar a pintura oficial da cerimônia, foi escolhido o pintor George Hayter, o mesmo que havia pintado a cerimônia de coroação de Vitória.

Pintura oficial do casamento da rainha Vitória com o príncipe Alberto em 1840.
Pintura oficial do casamento da rainha Vitória com o príncipe Alberto em 1840.

Alberto teve grande influência sobre Vitória e, com o passar do tempo, passou a realizar reuniões com o primeiro-ministro e a receber comunicados confidenciais, funções do monarca. A rainha, aos poucos, se afastou das atribuições reais, e muitos contemporâneos afirmaram que quem governava o Reino Unido, de fato, era Alberto. Alguns historiadores chamam esse período da Era Vitoriana de albertino.

Pelos diários da rainha, podemos inferir que ela era apaixonada por Alberto e que era correspondida. A família real passou a ser um modelo de comportamento moral para o povo britânico e para todo o império.

→ Filhos da rainha Vitória

A rainha Vitória teve nove filhos com Alberto, muitos deles geraram monarcas que governaram diversos países da Europa, por isso a ela tem o apelido de “avó da Europa”. Apesar do número elevado de filhos, a rainha sofreu em quase todos os períodos gestacionais e com depressão pós-parto. Em seus diários, ela se queixou da maternidade, mas a via como uma função real.

Rainha Vitória, príncipe Alberto e seus nove filhos. O menino maior, ao lado de Alberto, é Eduardo VII, sucessor da rainha.
Rainha Vitória, príncipe Alberto e seus nove filhos. O menino maior, ao lado de Alberto, é Eduardo VII, sucessor da rainha.
  • Princesa real Vitória: foi a primeira filha do casal real, nascida em 21 de novembro de 1840. Em 1858, ela se casou com o príncipe Frederico Guilherme da Prússia, que se tornou imperador alemão em 1888. Faleceu em 1901, aos 61 anos.
  • Eduardo VII: nasceu em 9 de novembro de 1841. Herdou o trono da mãe em 1901, governou o Reino Unido por nove anos, faleceu em 1910.
  • Princesa Alice: nasceu em 25 de abril de 1843. Ficou conhecida pela filantropia, ajudando soldados na Guerra Franco-Prussiana e em outros conflitos. Faleceu em 1878.
  • Príncipe Alfredo: nasceu em 6 de agosto de 1844 e foi membro da marinha real. Casou-se com Maria Alexandrovna, filha do czar Alexandre II.
  • Princesa Helena: nasceu em 25 de maio de 1846. Também atuou com filantropia, sendo uma das fundadoras da Cruz Vermelha Britânica. Casou-se com um príncipe alemão e faleceu em 1923.
  • Princesa Luísa: nasceu em 18 de março de 1848. Foi grande defensora das artes, do ensino superior e é considerada uma das primeiras feministas. Foi casada com o duque John Campbell, governador-geral do Canadá de 1878 até 1883.
  • Príncipe Arthur: nasceu em 1º de maio de 1850. Serviu ao exército britânico por 40 anos e se voluntariou na Segunda Guerra Mundial. Faleceu em 1942.
  • Príncipe Leopoldo: nasceu em 7 de abril de 1853. Sofreu com hemofilia, doença comum entre os monarcas europeus. Também teve diversos ataques de epilepsia. Foi casado com Helena de Waldeck, uma nobre britânica. Faleceu em 1884.
  • Princesa Beatriz: nasceu em 14 de abril de 1847. Viveu a maior parte da vida perto da mãe e, após sua morte, passou a trabalhar com a divulgação dos diários da rainha. Faleceu em 1944, sendo a última filha da rainha a falecer.

→ Outros descendentes da rainha Vitória

São atualmente monarcas descendentes da rainha Vitória:

→ Viuvez da rainha Vitória

Em dezembro de 1861, o príncipe Alberto foi diagnosticado com febre tifoide e faleceu em 14 de dezembro de 1861, no Palácio de Windsor.

A rainha se abalou profundamente com a morte do marido, entrando em luto e passando a usar roupas pretas até o fim dos seus dias, em 1901. Por anos após a morte de Alberto, ela viveu reclusa em seu palácio, fazendo poucas aparições públicas, como a abertura da sessão do Parlamento em 1866.

No período de isolamento, ela passou a ser chamada de “viúva de Windsor” e só retomou totalmente as obrigações monárquicas na década de 1870, quando viu a monarquia ameaçada.

→ Morte da rainha Vitória

Em 1883, já sexagenária, a rainha caiu da escada no Palácio de Windsor e sofreu diversos ferimentos, jamais se recuperando do acidente. Ela sofria com reumatismo e, na década de 1890, passou a ter seus movimentos limitados. Faleceu em 22 de janeiro de 1901, aos 81 anos, de aneurisma cerebral.

Antes de falecer, a rainha redigiu diversas instruções para o seu funeral, que teve o branco como cor predominante, mesma cor do traje com o qual ela foi sepultada em Windsor, ao lado de Alberto. Seu caixão foi carregado por diversas pessoas, entre elas o novo rei inglês, Eduardo VII, e o kaiser alemão, Guilherme II, neto de Vitória.

Como foi o reinado da rainha Vitória

Vitória se tornou rainha com apenas 18 anos de idade, e, nos primeiros anos, ela foi fortemente influenciada pelo lorde Melbourne, primeiro-ministro do Reino Unido. A partir de 1840, quando se casou, foi a vez de o príncipe Alberto ter forte influência sobre ela.

Após a morte do marido, a rainha passou por um momento de distanciamento da vida pública e, a partir da década de 1870, ela retornou com grande autonomia, tornando-se uma das figuras mais conhecidas no mundo no século XIX.

→ Crises no reinado da rainha Vitória

A primeira crise enfrentada pela rainha se iniciou em 1845, quando uma grande fome atingiu a Irlanda. Um micro-organismo chamado Phytophtora infestants contaminou boa parte da produção europeia de batata na década de 1840. A praga causou grande fome na Irlanda, onde parte da população dependia exclusivamente do cultivo da batata. A crise agrícola e a fome atingiram o país por sete anos.

Aproximadamente um milhão de irlandeses perderam a vida pela fome ou em consequência dela,|1| outros tantos milhões migraram para outros países, sobretudo Estados Unidos e Canadá. A rainha foi acusada pelos irlandeses de não se preocupar com a situação, por isso, recebeu deles o apelido de “rainha da fome”.

O fato foi diversas vezes utilizado em propagandas de movimentos separatistas irlandeses. A rainha fez doações para tentar amenizar a crise, inclusive do próprio patrimônio, mas sua popularidade continuou em baixa na região por todo reinado.

Em 1870, uma nova crise se abateu sobre a monarquia inglesa. Na França, a Terceira República foi proclamada, e o movimento republicano ganhou força na Inglaterra. Grandes comícios foram realizados no período e contaram inclusive com alguns membros do Parlamento.

Vale lembrar que a rainha vivia seu luto pelo marido. Após o fortalecimento do movimento republicano, ela voltou à ativa, fazendo diversas aparições públicas, obras de caridade e participando das sessões de abertura do Parlamento.

→ Jubileus da rainha Vitória

Em 1887, ocorreu a celebração do jubileu de ouro da rainha Vitória, marcando seu meio século de reinado. As comemorações contaram com grande participação popular, assim como o jubileu de diamantes, ocorrido em 1897, nos 60 anos de reinado.

Foto oficial da rainha Vitória na celebração do jubileu de diamante. Seu reinado durou 63 anos.
Foto oficial da rainha Vitória na celebração do jubileu de diamante. Seu reinado durou 63 anos.

Todos os primeiros-ministros de todas as colônias britânicas participaram das festividades. A rainha voltou a ser popular no Reino Unido e sua imagem passou a estar presente em repartições públicas, lares e diversos outros lugares.

A rainha Vitória governou o Reino Unido por mais de 63 anos, tornando-se a monarca a governar por mais tempo na sua época, só perdendo esse título em 2015, para sua trineta Elizabeth II.

Legado da rainha Vitória

A rainha Vitória foi a soberana que criou a monarquia moderna inglesa. Para muitos historiadores, seu reinado foi responsável pela sobrevivência da monarquia. A partir da década de 1880, ela passou a ser uma monarca com grande popularidade no Reino Unido, sendo construída a imagem de que ela era uma espécie de mãe do povo britânico.

Durante o período vitoriano, diversas reformas política foram realizadas, e elas ampliaram o número de eleitores e reduziram o poder do monarca. Durante seu reinado, o lento processo que transformou a Inglaterra de uma monarquia absolutista para uma monarquia constitucional, iniciado séculos antes, foi concluído.

Durante sua vida, a rainha escreveu mais de 100 diários, e, após sua morte, sua filha Beatriz passou a cuidar deles e a publicá-los. Beatriz transcreveu os textos e destruiu a maior parte dos diários originais, muitos acreditam que ela excluiu das suas publicações parte dos diários que, na sua visão, prejudicaria a memória da mãe.

Importância da rainha Vitória

A rainha Vitória é considerada uma das principais monarcas do Reino Unido nos seus mil anos de existência. O período do seu reinado é considerado a era de ouro do Império Britânico, marcada por grande desenvolvimento econômico, político, tecnológico, científico e em diversos outros campos. Além disso, ela é considerada a monarca que preservou a monarquia quando esta era questionada por parte do povo britânico.

Saiba mais: Parlamentarismo — sistema de governo que nasceu na Inglaterra como resultado da Revolução Inglesa

Rainha Vitória na cultura popular

Foi a rainha Vitória a primeira a tornar o monarca inglês uma espécie de figura pop no mundo. No início do seu reinado, ela se aproveitou da nova tecnologia do período, a fotografia, para popularizar seu rosto. Todos os anos, milhares de fotografias da rainha eram vendidas na Inglaterra e nas suas colônias. Vale lembrar que nessa época cerca de 1/5 do planeta fazia parte do Império Britânico.

Quando faleceu, em 1901, ela era uma das pessoas mais conhecidas no mundo. Após sua morte, ela continuou a ser popular e sua imagem foi utilizada largamente por seu filho, Eduardo VII, e por seus sucessores.

Em 1912, a rainha foi representada pela primeira vez no cinema, no filme mudo chamado The Victoria cross, da Paramount. Em 1937, foi lançado um filme sobre ela chamado Vitória, a Grande, mas sua apresentação no Reino Unido foi proibida pelo primeiro-ministro lord Chamberlain, alegando que a família real não poderia ser representada no cinema. O filme foi lançado nos Estados Unidos e teve grande bilheteria, sendo gravada uma sequência chamada Sessenta anos gloriosos.

Curiosidades sobre a rainha Vitória

  • Quando se tornou monarca, Vitória pediu para ficar sozinha em seu quarto por uma hora. Até os 18 anos, ela sempre esteve acompanhada de um adulto e dormia no mesmo quarto da sua mãe.
  • Vitória sofreu sete atentados contra sua vida durante o seu reinado. A imprensa da época destacava a calma da rainha em todos eles e a coragem dela ao retornar à vida pública.
  • Apesar da sua grandeza histórica, Vitória tinha apenas 1,52 metro de altura.
  • Após sua noite de núpcias, a rainha escreveu em seu diário: “Nunca, nunca passei uma noite assim!! Meu querido, querido, querido Albert... seu amor e carinho excessivos me deram sentimentos de amor e felicidade celestiais que eu nunca senti antes”.
  • Dom Pedro II encontrou a rainha Vitória duas vezes, em 1871. A rainha anotou em seu diário que ele era um “homem muito alto, largo e robusto, muito bonito, mas muito grisalho, embora com apenas 44 anos”.
  • A rainha Vitória e o presidente dos Estados Unidos James Buchanan trocaram mensagens por telégrafo entre o Reino Unido e os Estados Unidos pelo recém-criado cabo oceânico. Essa foi a primeira vez que dois continentes foram conectados por cabos telegráficos.
  • A popularização da montagem da árvore de Natal se deu por causa da rainha Vitória. Todos os anos, fotografias da família real montando a árvore eram divulgadas na mídia, isso fez com que a tradição se popularizasse em todo o mundo. Ela também foi uma das responsáveis por popularizar o vestido de noiva da cor branca.

Nota

|1|UK Parliament. Disponível em: https://www.parliament.uk/about/living-heritage/evolutionofparliament/legislativescrutiny/parliamentandireland/overview/the-great-famine/

Fontes

BAIRD, Julia. Vitória, a rainha: história íntima da mulher que comandou um império. Editora Objetiva, São Paulo, 2018.

GOODWIN, Daisy. Vitória: a jovem rainha. Harper Collins, Rio de Janeiro, 2017.

Escritor do artigo
Escrito por: Jair Messias Ferreira Junior Pós-graduado em História pela Unicamp e professor da Educação Básica há mais de 20 anos. Também é formador de professores e produtor de materiais didáticos há mais de 10 anos.

Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja:

JUNIOR, Jair Messias Ferreira. "Rainha Vitória"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/historia/vitoria.htm. Acesso em 29 de fevereiro de 2024.

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