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Compreensão e interpretação de textos

A compreensão e a interpretação de textos são processos que identificam as ideias, a mensagem e a função dos textos e são associados a contextos específicos.

Imagem explicando a diferença entre compreensão e interpretação de textos.
A compreensão e a interpretação de textos resultam da análise textual.
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Compreensão e interpretação de textos é resultado de um processo de análise textual. Assim, para entender ou explicar o texto, é necessário saber qual seu gênero e função, para quem ele é destinado, além do contexto em que foi escrito. É preciso identificar a mensagem ou as ideias do texto, estejam elas explícitas ou implícitas.

Leia também: Textualidade — o conjunto de características capaz de garantir que algo seja percebido como texto

Tópicos deste artigo

Resumo sobre compreensão e sobre interpretação de textos

  • Compreensão e interpretação de textos é a ação de entender ou apreender o significado de textos.
  • Para compreender e interpretar textos, é necessário identificar:
    • o gênero textual;
    • o objetivo do texto;
    • o destinatário da mensagem;
    • o emissor da mensagem;
    • as mensagens explícitas e implícitas.

O que é compreensão e interpretação de textos?

Compreender e interpretar um texto é entender tal texto, isto é, apreender seu significado. Para isso, é necessário identificar seus elementos implícitos, além de considerar o contexto de produção e o objetivo do texto. Nessa tarefa, o(a) leitor(a) utiliza conhecimentos linguísticos e extralinguísticos. É de suma importância conhecer características tipológicas e genéricas do texto que estamos lendo, analisando ou interpretando.

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Como fazer compreensão e interpretação de textos?

Para fazer a compreensão e interpretação de texto, é necessário identificar:

  • o gênero textual;
  • o objetivo ou a função do texto;
  • o texto verbal e o não verbal;
  • o destinatário da mensagem;
  • o emissor da mensagem;
  • a(s) mensagem(ns) explícita(s);
  • a(s) mensagem(ns) implícita(s).

Obviamente, o(a) leitor(a) também deve utilizar conhecimentos linguísticos e extralinguísticos. Outro fator a se considerar é se o texto é não literário ou literário. Um texto literário utiliza figuras de linguagem, apresenta plurissignificação e não tem uma função específica, de forma que exige que o(a) leitor(a) perceba o sentido conotativo da mensagem.

  • Exemplo 1:

Para exemplificar, analisemos a imagem a seguir:

Cartaz do Ministério da Saúde sobre a saúde do homem para explicar sobre a compreensão e sobre a interpretação de textos.

BRASIL. Cartaz saúde do homem. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/saude-do-homem/publicacoes/cartaz-homem-conte-conosco-ii.pdf.

A primeira questão que devemos colocar é:

Qual é o objetivo do(s) texto(s)?

Para responder a essa pergunta, é necessário saber a que gênero textual o texto pertence. É um anúncio publicitário ou propaganda do governo federal brasileiro. Esse gênero de texto procura “vender” uma ideia, ou seja, tem características de texto com função conativa, pois busca convencer.

Outra coisa que chama a atenção no anúncio é que ele apresenta texto verbal (linguístico) e não verbal (imagem). Desse modo, a imagem auxilia na compreensão e interpretação do texto verbal, o qual tem o objetivo de convencer. Então temos mais perguntas:

Convencer a quem?

Convencer a fazer o quê?

Percebemos, com base em nosso conhecimento linguístico, que a palavra “homem”, centralizada e em caixa alta, é um vocativo. Portanto, o homem (ou os homens) é o destinatário da mensagem. E qual é a mensagem? O texto dá uma ordem ou instrução: “conte conosco”. Contar com quem?

Os logotipos no canto inferior do cartaz respondem a essa pergunta, pois indicam o governo federal, o Ministério da Saúde e o SUS, unidos em prol da saúde masculina. As imagens mostram profissionais da saúde prestando serviços a homens pretos e brancos, de maneira que a campanha não se mostra discriminativa.

Por fim, é preciso também acionar nosso conhecimento de mundo diante da expressão “não conte com a sorte”. Afinal, a expressão “contar com a sorte” é conhecida em nosso dia a dia, de forma que é quase impossível que uma pessoa adulta nunca tenha ouvido tal expressão e não seja capaz de a compreender.

Assim, a campanha sugere que o homem não está desamparado, ou seja, não precisa contar com a sorte, pois pode contar com a saúde pública brasileira. A campanha publicitária, dessa forma, estimula o homem a buscar os serviços de saúde, como também fortalece a imagem da saúde pública ao sugerir que ela é algo em que se pode contar ou confiar.

  • Exemplo 2:

A seguir, vejamos outro exemplo em relação à famosa estrofe de um soneto de Camões:

Amor é um fogo que arde sem se ver,

é ferida que dói, e não se sente;

é um contentamento descontente,

é dor que desatina sem doer.

Note que o eu lírico compara o amor com “fogo...”, “ferida...”, “contentamento...” e “dor...”. Para perceber o sentido dessas comparações e, assim, compreender e interpretar a estrofe, o(a) leitor(a) precisa lidar com algo abstrato e subjetivo, de forma a acionar a razão e a emoção. Por não ser um texto objetivo, a interpretação pode variar; porém, sempre deve ser comprovada por meio de argumentação pertinente.

Exemplos de compreensão e de interpretação de textos

  • Exemplo 1:

A seguir, vamos ler o texto de uma questão do Enem de 2024:

A Língua da Tabatinga, falada na cidade de Bom Despacho, Minas Gerais, foi por muito tempo estigmatizada devido à sua origem e à própria classe social de seus falantes, pois, segundo uma pesquisadora, era falada por “meninos pobres vindos da Tabatinga ou de Cruz de Monte — ruas da periferia da cidade cujos habitantes sempre foram tidos por marginais”. Conhecida por antigos como a “língua dos engraxates”, pois muitos trabalhadores desse ofício conversavam nessa língua enquanto lustravam sapatos na praça da matriz, a Língua da Tabatinga era utilizada por negros escravizados como uma espécie de “língua secreta”, um código para trocarem informações de como conseguir alimentos, ou para planejar fugas de seus senhores sem risco de serem descobertos por eles.

De acordo com um documento do Iphan (2011), os falantes da língua apresentam uma forte consciência de sua relação com a descendência africana e da importância de preservar a “fala que os identifica na região”. Essa mudança de compreensão tangencia aspectos de pertencimento, pois, à medida que o falante da Língua da Tabatinga se identifica com a origem afro-brasileira, ele passa a ver essa língua como um legado recebido e tem o cuidado de transmiti-la para outras gerações. A concentração de falantes dessa língua está na faixa entre 21 e 60 anos de idade.

Disponível em: www.historiaeparcerias2019.rj.anpuh.org. Acesso em: 3 fev. 2024 (adaptado).

Agora, vejamos o enunciado e as alternativas da questão:

A Língua da Tabatinga tem sido preservada porque o(a)

A) seu registro passou da forma oral para a escrita.

B) classe social de seus usuários ganhou prestígio.

C) sua função inicial se manteve ao longo dos anos.

D) sentimento de identidade linguística tem se consolidado.

E) perfil etário de seus falantes tem se tornado homogêneo.

Ao fazer uma questão de interpretação de texto, é primordial que também se compreenda o enunciado. Na questão que estamos analisando, o enunciado é direto. Ele faz com que o(a) leitor(a) busque no texto a CAUSA de a Língua da Tabatinga ser preservada. Quando isso acontece, devemos buscar a informação no texto, que, no segundo parágrafo, diz:

[...], os falantes da língua apresentam uma forte consciência de sua relação com a descendência africana e da importância de preservar a “fala que os identifica na região”. Essa mudança de compreensão tangencia aspectos de pertencimento, pois, à medida que o falante da Língua da Tabatinga se identifica com a origem afro-brasileira, ele passa a ver essa língua como um legado recebido e tem o cuidado de transmiti-la para outras gerações.

Assim, ao analisar as alternativas, aquela que condiz com a informação do segundo parágrafo é a D, ou seja, porque o “sentimento de identidade linguística tem se consolidado”.

  • Exemplo 2:

A seguir, vamos ler outro texto pertencente a uma questão do Enem de 2024:

As reações à sétima temporada foram o ápice do último estágio em Game of Thrones. De forma alguma, este que vos fala seria capaz de argumentar que a série é perfeita, mas os defeitos que existem aqui sempre existiram, de uma forma ou de outra, durante os sete anos em que ela esteve no ar. Os dois roteiristas foram brilhantes em traduzir os personagens intrincados e conflituosos da obra de George R. R. Martin, mas nunca souberam exatamente como fazer jus a eles (e especialmente a elas, as mulheres da trama).

A verdade é que, com tudo isso e mais Ramin Djawadi evocando sentimentos e ambientes improváveis com sua trilha sonora magistral, a série não conseguiria ser ruim nem se tentasse, mas continua sendo uma pena que, ao buscar o seu final com tanta sede e tanta celeridade, Benioff e Weiss tenham tirado sua qualidade mais preciosa: o fôlego, a paciência e o detalhismo que faziam suas palavras se levantarem do papel e ganharem vida.

Disponível em: https://observatoriodocinema.uol.com.br. Acesso em: 29 nov. 2017 (adaptado).

Agora vamos ler o enunciado e as alternativas da questão:

Ainda que faça uma avaliação positiva da série, nessa resenha, o autor aponta aspectos negativos da obra ao utilizar

A) marcas de impessoalidade que disfarçam a opinião do especialista.

B) expressões adversativas para fazer ressalvas às afirmações elogiosas.

C) interlocução com o leitor para corroborar opiniões contrárias à adaptação.

D) eufemismos que minimizam as críticas feitas à construção das personagens.

E) antíteses que opõem a fragilidade do roteiro à beleza da trilha sonora da série.

O enunciado informa que o autor da resenha faz uma avaliação positiva da série Game of Thrones. No entanto, segundo o enunciado, ele aponta aspectos negativos da obra. Então chegamos ao ponto principal do enunciado, que quer saber COMO o autor aponta aspectos negativos da obra. Portanto, o(a) leitor(a) precisa identificar as estratégias linguísticas usadas pelo autor da resenha.

Nesse caso, podemos buscar no texto cada uma das estratégias indicadas nas alternativas, e a única que podemos confirmar é aquela explicitada na letra B, isto é, utilizar “expressões adversativas para fazer ressalvas às afirmações elogiosas”. No texto, há três ocorrências da conjunção adversativa “mas”, que cumpre a função de iniciar orações que apontam os pontos negativos da série.

Compreensão e interpretação de textos para concursos

As questões de compreensão e interpretação de textos para concursos procuram comprovar a capacidade do(a) concursante de entender um texto verbal ou não verbal. Elas podem avaliar a habilidade de localizar informações óbvias e explícitas no texto, mas também a competência de fazer inferências e perceber as informações implícitas.

A compreensão e interpretação de texto não fica restrita apenas ao que o texto diz, mas também às estratégias de construção desse texto. Dessa forma, é importante perceber eventuais argumentos, temática, ideias principais, além de funções ou objetivos.

Como exemplo, veja, a seguir, uma questão de compreensão e interpretação de textos da Fumarc.

Escrever bem

Às vezes vejo-me envolvido em discussões sobre “escrever bem”. Já pensei no assunto e tenho uma ideia formada: ninguém “escreve bem”. Alguns “reescrevem bem” e, com isso, produzem textos mais enxutos, claros e eficientes. O segredo está em ler o que se acabou de escrever, enxergar os excessos, as impropriedades, as palavras ou frases obscuras e meter-lhes a caneta — português arcaico para “deletar”. Donde o mais exato seria dizer que ninguém escreve bem de primeira. Um ou outro achado brilhante pode piscar de repente na frase, e é ótimo quando acontece. Mas, em geral, tudo o que é fácil de ler foi difícil de escrever e vice-versa.

Reescrever consiste em expurgar o desnecessário. Se um adjetivo não servir de alimento ao substantivo a que se acopla, um dos dois está errado. E há os advérbios de modo que, automaticamente (epa, olha um!), se intrometem no texto e, geralmente (outro!), podem ser apagados sem prejuízo. Certa vez, revisei um livro de autor famoso e joguei fora tantos naturalmentes e principalmentes que dariam para encher um caminhão. O livro melhorou muito. Tenho para mim que os advérbios de modo estão para a escrita assim como os sisos para a boca: só servem para ocupar espaço e produzir cáries.

Reescrever exige colocar-se no lugar do leitor e perguntar se a informação precisa de certos anexos. Um deles é o “vale ressaltar que...” — ao qual se segue a informação que se quer ressaltar. Experimente cortar o “vale ressaltar” e ir direto à informação. Descobrirá que não perderá nada com isso.

E, assim como “vale ressaltar”, há o “é bom frisar”, “cabe destacar”, “convém assinalar”, “cumpre notar”, “deve-se salientar”, “importa sublinhar”, “é preciso enfatizar”, “realçar”, “atentar”, “caracterizar” etc. e, claro, “pontuar” (por que não “virgular”?). Pesos mortos, inúteis.

O papel aceita tudo, como sabemos. Mas muitos leitores não.

CASTRO, Ruy. Escrever bem. Folha de S. Paulo, São Paulo, 29 set. 2023. Opinião, p. 2. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2023/09/escrever-bem.shtml.

Com base no texto, julgue estes itens:

I. O domínio da gramática normativa por parte do escritor garante a produção de textos claros.

II. A reescrita é um recurso por meio do qual o escritor problematiza os assuntos em discussão.

III. O escritor, no processo de reescrita, valoriza as habilidades linguísticas e textuais dos leitores.

IV. Os cortes de advérbios, na ação de reescrita, visam a eliminar os excessos e a garantir a objetividade.

Está CORRETO o que se afirma APENAS em

A) I e II.

B) I e IV.

C) II e III.

D) III e IV.

Só podem ser comprovados com informações do texto os itens III e IV. Assim, o autor defende que:

  • “Reescrever exige colocar-se no lugar do leitor e perguntar se a informação precisa de certos anexos”;
  • “O papel aceita tudo, como sabemos. Mas muitos leitores não”;
  • “Reescrever consiste em expurgar o desnecessário. [...]. E há os advérbios de modo que, automaticamente (epa, olha um!), se intrometem no texto e, geralmente (outro!), podem ser apagados sem prejuízo”.

Acesse também: 10 melhores dicas para fazer uma boa interpretação de textos

Exercícios resolvidos sobre compreensão e sobre interpretação de textos

Questão 1

(Enem)

Maio foi colorido de amarelo, e o foi porque mundialmente amarelo é a cor convencionada para as advertências. No trânsito, essas advertências têm sido fatais. A estimativa, caso nada seja feito, é a de que se atinjam assustadoras 2,4 milhões de mortes no trânsito em 2030 em todo o mundo.

A pressa constante, o sentimento de invencibilidade, a certeza de invulnerabilidade, a necessidade de poder, a falta de civilidade, a certeza de impunidade, a ausência de solidariedade, a inexistência de compaixão e o desrespeito por si próprio são circunstâncias reais que, não raro, concorrem para o comportamento violento no trânsito.

O Maio Amarelo, que preconiza a atenção pela vida, é uma das iniciativas nesse sentido. E é precisamente a atenção pela vida que está esquecida. Essa atenção, por certo, requer menos pressa, mais civilidade, limites assegurados, consciência de vulnerabilidade, solidariedade, compaixão e respeito por si e pelo outro. Reafirmar e praticar esses princípios e valores talvez seja um caminho mais seguro e menos violento, que garanta a vida e não celebre a morte.

Disponível em: http://portaldotransito.com.br. Acesso em: 11 dez. 2018 (adaptado).

Considerando os procedimentos argumentativos utilizados, infere-se que o objetivo desse texto é

A) enumerar as causas determinantes da violência no trânsito.

B) contextualizar a campanha de advertência no cenário mundial.

C) divulgar dados numéricos alarmantes sobre acidentes de trânsito.

D) sensibilizar o público para a importância de uma direção responsável.

E) restringir os problemas da violência no trânsito a aspectos emocionais.

Resolução:

Alternativa D.

Com base no último parágrafo do texto, é possível inferir que o objetivo do texto é sensibilizar o público para a importância de uma direção responsável.

Questão 2

(Enem)

Anúncio publicitário da Defensoria Pública do Mato Grosso em exercício do Enem sobre compreensão e interpretação de textos.

Disponível em: www.defensoriapublica.mt.gov.br. Acesso em: 29 out. 2021 (adaptado).

Esse anúncio publicitário, veiculado durante o contexto da pandemia de covid-19, tem por finalidade

A) divulgar o canal telefônico de atendimento a casos de violência contra a mulher.

B) informar sobre a atuação de uma entidade defensora da mulher vítima de violência.

C) evidenciar o trabalho da Defensoria Pública em relação ao problema do abuso contra a mulher.

D) alertar a sociedade sobre o aumento da violência contra a mulher em decorrência do coronavírus.

E) incentivar o público feminino a denunciar crimes de violência contra a mulher durante o período de isolamento.

Resolução:

Alternativa E.

Os verbos no imperativo (“disque 180”, “não se cale”, “denuncie”) indicam que a finalidade do anúncio é incentivar o público feminino a denunciar crimes de violência contra a mulher durante o período de isolamento. Sabemos que a campanha é direcionada às mulheres devido à imagem do texto não verbal, além da hashtag “JuntasSomosMaisFortes”.

Fontes

CAMPIGOTO, José Adilçon. Interpretação de textos, de história e de intérprete. Revista Brasileira de História, São Paulo, v. 23, n. 46, 2003.

KOCH, Ingedore Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender: os sentidos do texto. 3. ed. São Paulo: Contexto, 2010.

LEFFA, Vilson J. Interpretar não é compreender: um estudo preliminar sobre a interpretação de texto. In: LEFFA, Vilson J.; ERNEST, Aracy (org.). Linguagens: metodologia de ensino e pesquisa. Pelotas: Educat, 2012. p. 253-269.

Escritor do artigo
Escrito por: Warley Souza Professor de Português e Literatura, com licenciatura e mestrado em Letras pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja:

SOUZA, Warley. "Compreensão e interpretação de textos"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/redacao/compreensao-e-interpretacao-de-textos.htm. Acesso em 03 de abril de 2025.

De estudante para estudante


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