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Eixo e Aliados

Eixo e Aliados foram as duas alianças militares que lutaram durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Os Aliados foram os vencedores da guerra.

Bandeiras dos países do Eixo e dos países dos Aliados.
Países do Eixo e países dos Aliados.
Crédito da Imagem: Gabriel Franco | Brasil Escola
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Eixo e Aliados foram os dois grupos de países que lutaram na Segunda Guerra Mundial. A primeira aliança a ser formada foi o Eixo, composto por Alemanha, Itália e Japão, países com governos autoritários, militarizados, nacionalistas e expansionistas.

Em 1º de setembro de 1939, a Alemanha invadiu a Polônia, iniciando a Segunda Guerra Mundial, momento no qual os Aliados foram formados pela aliança entre Reino Unido, França e Polônia. Com a participação de França e Reino Unido, entraram também para os Aliados as suas colônias e os membros da Comunidade Britânica, como a Índia, Austrália, Colônia do Cabo (África do Sul), Canadá e Argélia. Durante a guerra, outros países entraram no bloco dos Aliados, como os Estados Unidos e União Soviética, países fundamentais para a vitória dos Aliados no conflito.

Leia também: Tratado de Versalhes — acordo de paz que teve grande influência na eclosão da Segunda Guerra Mundial

Tópicos deste artigo

Resumo sobre Eixo e Aliados

  • Eixo e Aliados foram os dois grupos de países que se enfrentaram na Segunda Guerra Mundial.
  • Os principais países do Eixo eram Alemanha, Itália e Japão.
  • Os principais países dos Aliados foram França, Reino Unido, Estados Unidos, União Soviética e China.
  • Em 1º de janeiro de 1942, 26 nações aliadas assinaram a Declaração das Nações Unidas e a aliança militar passou a ser oficialmente chamada por esse nome.
  • Os Aliados venceram a guerra em setembro de 1945, quando o último país do Eixo que ainda combatia, o Japão, rendeu-se.
  • Os Aliados foram responsáveis pela criação de um novo mapa-múndi após o conflito.
  • Eles também criaram tribunais para julgar os criminosos de guerra e fundaram a Organização das Nações Unidas.

O que eram o Eixo e os Aliados?

Eixo e Aliados foram as duas alianças militares que lutaram na Segunda Guerra Mundial, o maior conflito da história humana. O Eixo foi formado antes da eclosão da guerra e era composto por Alemanha, de Adolf Hitler; Itália, de Benito Mussolini; e Japão, do imperador Hirohito.

Os Aliados uniram-se no início da guerra e, no decorrer desta, diversos outros países entraram para o grupo. Os principais países aliados eram o Reino Unido, França, Estados Unidos, União Soviética e China. O Brasil foi membro dos Aliados, sendo o único país da América do Sul a enviar tropas para a guerra.

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Contexto histórico do Eixo e dos Aliados

Durante a Primeira Guerra Mundial, e nos anos posteriores ao seu fim, houve grande descrédito por parte da população europeia na democracia, na política tradicional, na diplomacia e no liberalismo, levando à eclosão de movimentos radicais de esquerda e de direita. A partir de 1929, com a Crise da Bolsa de Nova Iorque afetando em cheio a economia dos países europeus, o radicalismo ganhou força.

Na Rússia, ainda durante a Primeira Guerra, eclodiu a revolução que levou ao poder os bolcheviques, que tornaram a Rússia o primeiro país socialista do mundo, transformando-a em uma ditadura controlada pelo Partido Comunista.

Na Itália, Benito Mussolini fundou o Partido Fascista em 1919, partido contrário à democracia, militarista e nacionalista. Contando com o apoio de seu grupo paramilitar, chamado Camisas Negras, Mussolini chegou ao poder em 1922, após a “Marcha sobre Roma”. Ele ampliou as forças armadas do país e adotou uma política expansionista, aumentando o controle sobre a Líbia e conquistando a Etiópia.

Na Alemanha, destruída pela Primeira Guerra e pelas cláusulas do Tratado de Versalhes, ganhou força o Partido Nazista, liderado pelo veterano da Primeira Guerra Mundial Adolf Hitler. Ao chegar ao poder em 1933, Hitler ignorou o Tratado de Versalhes e reconstruiu as forças armadas da Alemanha, defendendo que os alemães necessitavam de um “espaço vital” e de unificar as populações germânicas da Europa. O discurso se transformou em prática quando ele conquistou a região dos Sudetos da Checoslováquia e anexou a Áustria.

No Extremo Oriente, o Japão era um império em franca expansão na década de 1930, controlando a Manchúria, a Península Coreana e parte da Indochina. O avanço japonês no Pacífico se chocou com os interesses dos Estados Unidos, o que levou ao acirramento das tensões entre os dois países na década de 1930.

Em 1936, eclodiu a Guerra Civil Espanhola, na qual os republicanos e nacionalistas se enfrentaram. A Guerra Civil Espanhola foi uma espécie de prelúdio da Segunda Guerra Mundial. Alemanha e Itália enviaram recursos e tropas para apoiar os nacionalistas, e os soviéticos apoiaram os republicanos. Muitas estratégias de guerra foram testadas na guerra civil, como os bombardeios de área feitos pela Luftwaffe, a força aérea alemã.

Após a Revolução Russa, a União Soviética se manteve relativamente isolada politicamente. Inglaterra, Estados Unidos e França, as principais democracias do período, realizaram diversas críticas ao militarismo, expansionismo e autoritarismo de Alemanha, Itália e Japão, mas evitaram acirrar as tensões com medo de uma nova guerra. Foi nesse contexto de mundo pós-guerra, de crise econômica e de ascensão de regimes autoritários que o Eixo e os Aliados foram criados.

→ Videoaula sobre os antecedentes históricos da Segunda Guerra Mundial

Países do Eixo

O Eixo, também chamado de Potências do Eixo, tinha como principais países:

  • Alemanha,
  • Itália e
  • Japão.

Em 1936, a Alemanha nazista e a Itália fascista assinaram um tratado de amizade que ficou conhecido como Eixo Roma-Berlim. Poucos dias depois, a Alemanha e o Japão também assinaram um tratado de amizade, o Anticomintern, ou “Anticomunista”. Em 1937, a Itália também entrou para a aliança Anticomintern.

Cartaz japonês de 1938 com a ilustração de crianças celebrando e segurando bandeiras dos países do Eixo.
Cartaz japonês de 1938 celebrando a aliança entre as potências do Eixo.

Em 1940, no início da Segunda Guerra Mundial, Alemanha, Itália e Japão assinaram o Pacto Tripartite, selando oficialmente a aliança militar entre as potências do Eixo. Bulgária, Hungria, Romênia, Eslováquia e Croácia se aliaram às forças do Eixo na guerra, e a Finlândia, embora tenha se mantido neutra, permitiu que a Alemanha utilizasse seu território para deslocamento e forneceu combatentes para o Eixo. A Espanha, governada pelo general Franco, também não aderiu ao Eixo, mas enviou tropas e recursos para a aliança.

Veja também: Quais foram as consequências da Segunda Guerra Mundial?

Países dos Aliados

Os Aliados foram os países que lutaram contra o Eixo na Segunda Guerra Mundial. No início da guerra, após a invasão alemã à Polônia, a aliança dos Aliados foi formada por:

  • França,
  • Reino Unido e
  • Polônia.

Em 1941, com o ataque japonês a Pearl Harbor e a invasão nazista à União Soviética, Estados Unidos e União Soviética entraram para os Aliados. Em 1942 a aliança passou a se chamar Nações Unidas, quando 26 nações assinaram a Declaração das Nações Unidas. No decorrer da guerra, diversos outros países fizeram parte dos Aliados, entre eles:

  • Austrália,
  • Canadá,
  • Nova Zelândia,
  • Brasil,
  • México,
  • África do Sul,
  • Noruega,
  • Dinamarca,
  • Bélgica,
  • Luxemburgo,
  • Países Baixos,
  • Grécia,
  • Iugoslávia,
  • Panamá,
  • Filipinas,
  • Costa Rica,
  • República Dominicana,
  • China,
  • Cuba,
  • Guatemala,
  • Peru,
  • Iraque,
  • África do Sul,
  • Angola,
  • Moçambique, entre outros.

Objetivos do Eixo e dos Aliados

O Eixo foi formado de acordo com os objetivos políticos, militares e econômicos de cada país. Itália e Alemanha buscavam se fortalecer na Europa, evitando assim que outros países, como França e Reino Unido, barrassem seus projetos expansionistas. A aliança também foi estabelecida entre os dois países por questões ideológicas.

Além disso, a entrada do Japão para o Eixo era vantajosa para Itália e Alemanha, uma vez que uma nova frente de batalha se abriria no Pacífico contra soviéticos e norte-americanos, enfraquecendo estes na Europa.

o Japão era um império em franca expansão na década de 1930 e tinha como principais adversários a União Soviética e os Estados Unidos, países que também tinham interesse no Pacífico. Para se fortalecer política e militarmente, o Japão aderiu ao Eixo.

Assim como o Eixo, os Aliados também tinham objetivos diferentes na guerra. França, Inglaterra e os outros países da Europa Ocidental foram impelidos a formar um aliança depois dos ataques da Alemanha aos seus territórios. A França foi derrotada pela Alemanha em pouco tempo e os ingleses retiraram suas tropas da Europa continental e passaram a lutar contra a força aérea alemã na Batalha da Inglaterra, deixando a Europa Ocidental nas mãos do Eixo.

Em 1941, após o ataque surpresa do Japão à base naval americana de Pearl Harbor, os Estados Unidos entraram na guerra do lado dos Aliados. No mesmo ano Hitler quebrou o pacto de não agressão que tinha com os soviéticos e invadiu a União Soviética, levando esse país a entrar na guerra, também do lado aliado. A entrada desses dois países desequilibrou os combates, invertendo a situação da guerra.

A partir de 1943, quando a guerra caminhava para a vitória dos Aliados, Estados Unidos, Reino Unido e União Soviética passaram a negociar a situação do mundo pós-guerra e quais seriam as áreas de influência de cada um.

O que o Eixo e os Aliados defendiam?

Mussolini e Hitler, líderes do Eixo, desfilando em carro aberto pelas ruas de Munique, em 1940.
Mussolini e Hitler, líderes do Eixo, desfilando em carro aberto pelas ruas de Munique, em 1940.

Os países do Eixo, de forma geral, tinham como principais objetivos garantir suas conquistas territoriais e combater o comunismo internacional. Individualmente, a Alemanha buscava garantir seu “espaço vital” e expulsar de suas terras populações consideradas indesejadas, como judeus, homossexuais, socialistas, comunistas, eslavos e ciganos.

A Itália também buscava criar um grande império, inspirado no antigo Império Romano, e combater o comunismo. O Japão, por sua vez, buscava garantir a posse de todas as suas colônias asiáticas, expandir o império e enfraquecer seus concorrentes.

Originalmente o intuito dos Aliados era o de barrar o avanço nazifascista no mundo, manter a soberania dos países europeus e preservar a democracia. Mas, com o avanço da guerra, os principais países dos Aliados passaram a se preocupar com o mundo pós-guerra.

Ainda durante a guerra diversas conferências foram realizadas pelos Aliados para decidir sobre o futuro da Alemanha, das áreas ocupadas pelos japoneses, do Japão, da Europa, da Coreia, do Vietnã e de diversos outros países. Além disso, os Aliados passaram a discutir sobre como os criminosos de guerra seriam julgados e como a Alemanha seria “desnazificada”.

Também se tornou um objetivo das lideranças aliadas criar uma liga na qual os países pudessem discutir suas diferenças diplomaticamente, evitando novos conflitos. A entidade deveria ainda zelar pelos direitos humanos, pela democracia e evitar uma terceira guerra mundial. O objetivo foi alcançado em outubro de 1945, quando a Organização das Nações Unidas foi fundada.

Quem ganhou a guerra, o Eixo ou os Aliados?

Os Aliados foram os vencedores da Segunda Guerra Mundial. Em 8 de outubro de 1943, a Itália se rendeu aos Aliados e permitiu que estes utilizassem seu território, deixando assim o Eixo.

Após a rendição italiana, tropas nazistas ocuparam o país e lutaram contra os Aliados pelo controle da Península Itálica. O Brasil, país aliado, enviou aproximadamente 25 mil combatentes para a guerra. Os soldados brasileiros participaram de importantes batalhas na Itália — a principal delas foi a Tomada de Monte Castelo.

A Alemanha passou para a defensiva após a derrota na Rússia, perdendo a maioria das batalhas, recuando e vendo o Reich ruir. No início de 1945, tropas aliadas chegaram às redondezas de Berlim, com norte-americanos a oeste e soviéticos a leste da cidade. Os soviéticos ficaram responsáveis por realizar o ataque final à cidade e, em 30 de abril, Hitler se suicidou em seu bunker, ao ver a derrota iminente.

Soldados hasteiam bandeira soviética em Berlim, declarando a vitória os Aliados contra o Eixo.
Soldados hasteiam bandeira soviética em Berlim, declarando a vitória os Aliados.[1]

Em 7 de maio de 1945, a Alemanha se rendeu aos Aliados, e a rendição entrou em vigor no dia 8, quando cessaram os combates. Seu território foi dividido em quatro partes e ocupadas pelos Aliados. Em pouco tempo, essas zonas de ocupação se tornaram “as duas Alemanhas”.

No Extremo Oriente, o Japão era o único membro do Eixo ainda na guerra. Mesmo com poucos recursos, o país continuou a infringir diversas baixas às forças aliadas, com os kamikazes causando pânico entre os soldados norte-americanos.

Em 6 de agosto, os Estados Unidos lançaram sobre o Japão a primeira bomba nuclear, atingindo o centro da cidade de Hiroshima e matando instantaneamente dezenas de milhares de pessoas, a maioria delas civis. Três dias depois uma nova bomba foi lançada sobre o país, na cidade de Nagasaki. A nova arma levou o Japão à rendição em 2 de setembro de 1945, encerrando assim a Segunda Guerra Mundial.

Saiba mais: Como foi o Dia D e qual a sua importância para a vitória dos Aliados?

Exercícios resolvidos sobre Eixo e Aliados

1. (Enem/2008) Em discurso proferido em 17 de março de 1939, o primeiro-ministro inglês à época, Neville Chamberlain, sustentou sua posição política:

“Não necessito defender minhas visitas à Alemanha no outono passado, que alternativa existia? Nada do que pudéssemos ter feito, nada do que a França pudesse ter feito, ou mesmo a Rússia, teria salvado a Tchecoslováquia da destruição.

Mas eu também tinha outro propósito ao ir até Munique. Era o de prosseguir com a política por vezes chamada de ‘apaziguamento europeu’, e Hitler repetiu o que já havia dito, ou seja, que os Sudetos, região de população alemã na Tchecoslováquia, eram a sua última ambição territorial na Europa, e que não queria incluir na Alemanha outros povos que não os alemães.”

Disponível em: www.johndclare.net. Com adaptações.

Sabendo-se que o compromisso assumido por Hitler em 1938, mencionado no texto acima, foi rompido pelo líder alemão em 1939, infere-se que:

a) Hitler ambicionava o controle de mais territórios na Europa além da região dos Sudetos. 

b) a aliança entre a Inglaterra, a França e a Rússia poderia ter salvado a Tchecoslováquia.

c) o rompimento desse compromisso inspirou a política de ‘apaziguamento europeu’.

d) a política de Chamberlain de apaziguar o líder alemão era contrária à posição assumida pelas potências aliadas.

e) a forma que Chamberlain escolheu para lidar com o problema dos Sudetos deu origem à destruição da Tchecoslováquia.

Resposta: Alternativa A.

Hitler, antes mesmo de chegar ao poder, utilizou um discurso expansionista defendendo o espaço vital e a união dos povos germânicos. Após chegar ao poder ele conquistou a Áustria, os Sudetos e ameaçou a Europa com novas conquistas.

2. (UFRGS/2015) Em 1942, o governo brasileiro decretou estado de guerra contra a Alemanha e a Itália, enviando, em 1944, tropas para o continente europeu. Com relação à participação brasileira na Segunda Guerra Mundial, é correto afirmar que:

a) a experiência da Força Expedicionária Brasileira (FEB), durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), foi decisiva para o sucesso da expedição brasileira.
b) a tomada de Monte Castelo, na Itália, foi a principal conquista militar realizada pelos pracinhas da FEB.
c) o Brasil, durante o período em que permaneceu neutro em relação aos conflitos, não permitiu a instalação de bases militares norte-americanas em seu território.
d) a participação do Brasil na guerra, contra os regimes nazifascistas, estava em consonância com a forma de governo democrática assumida por Getúlio Vargas, desde 1937.
e) a participação do Brasil junto aos aliados concedeu ao país um assento permanente no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas.

Resposta: Alternativa B

A FEB, Força Expedicionária Brasileira, foi fundamental na conquista de Monte Castelo. Para muitos especialistas, essa foi a mais importante batalha da história do Exército Brasileiro.

Créditos da imagem

[1] Mil.ru/ Wikimedia Commons

Fontes

BEEVOR, Antony. A Segunda Guerra Mundial. Editora Record, São Paulo, 2015.

FERRAZ, Francisco Cesar. A Segunda Guerra Mundial. Editora Contexto, São Paulo, 2022.

FERRAZ, Francisco Cesar. Os brasileiros e a Segunda Guerra Mundial. Editora Zahar, Rio de Janeiro, 2005.

MASSON, Phillippe. A Segunda Guerra Mundial: História e estratégias. Editora Contexto, São Paulo, 2010.

Escritor do artigo
Escrito por: Jair Messias Ferreira Junior Pós-graduado em História pela Unicamp e professor da Educação Básica há mais de 20 anos. Também é formador de professores e produtor de materiais didáticos há mais de 10 anos.

Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja:

JUNIOR, Jair Messias Ferreira. "Eixo e Aliados"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/historiag/aliancas-segunda-guerra.htm. Acesso em 03 de abril de 2025.

De estudante para estudante


Videoaulas


Lista de exercícios


Exercício 1

A Segunda Guerra Mundial foi o maior conflito militar da história da humanidade, envolvendo países de quatro continentes. Os participantes se aliaram em dois grandes grupos, os Aliados e os Países do Eixo. Sobre este último é correto afirmar que os países que o compunham eram:

a)      Alemanha, URSS e China.

b)      Alemanha, Japão e Itália.

c)      Itália, EUA e Japão.

d)     Japão, URSS e Itália.

e)      Alemanha, Itália e China.

Exercício 2

Apesar de grandes batalhas terem ocorrido entre alemães e soviéticos durante a Segunda Guerra Mundial, os dois países, Alemanha e URSS, estabeleceram durante algum tempo um pacto militar. Responda sucintamente qual o nome do pacto entre os dois países e seus principais objetivos.

Exercício 3

(UnB-DF) Julgue os itens a seguir como corretos ou falsos.

A Segunda Guerra Mundial (1939 - 1945) é antecipada por uma série de conflitos e pactos e, entre esses, destaca(m)-se:

a)      a invasão da Etiópia pelas tropas da Alemanha em 1935/1936.

b)      o flagrante apoio de Hitler e Mussolini à Falange fascista do General Franco, na Guerra Civil Espanhola.

c)      a invasão da China pelas tropas japonesas, que dominam regiões de grande importância econômica.

d)     a assinatura do Pacto Anto-Komintern, entre Estados Unidos, Inglaterra e França, que assinalava a unidade de esforços visando a conter o avanço de Stalin.

e)      a anexação da Áustria e dos Sudetos pela Alemanha em 1938, e da Albânia pela Itália, em 1939.

f)       a conferência de Munique, em 1938, na qual a Inglaterra e a França impedem o avanço alemão, o que serve de pretexto para o início da Segunda Guerra.

g)      o pacto Germano-Soviético, em agosto de 1939, que garante a neutralidade da Rússia e prepara o caminho para a invasão da Polônia.

Exercício 4

(ENEM 2008) Em discurso proferido em 17 de março de 1939, o primeiro-ministro inglês à época, Neville Chamberlain, sustentou sua posição política: Não necessito defender minhas visitas à Alemanha no outono passado, que alternativa existia? Nada do que pudéssemos ter feito, nada do que a França pudesse ter feito, ou mesmo a Rússia, teria salvado a Tchecoslováquia da destruição. Mas eu também tinha outro propósito ao ir até Munique. Era o de prosseguir com a política por vezes chamada de “apaziguamento europeu”, e Hitler repetiu o que já havia dito, ou seja, que os Sudetos, região de população alemã na Tchecoslováquia, eram a sua última ambição territorial na Europa, e que não queria incluir na Alemanha outros povos que não os alemães.

Sabendo-se que o compromisso assumido por Hitler em 1938, mencionado no texto acima, foi rompido pelo líder alemão em 1939, infere-se que:

a)      Hitler ambicionava o controle de mais territórios na Europa, além da região dos Sudetos.

b)      a aliança entre a Inglaterra, a França e a Rússia poderia ter salvado a Tchecoslováquia.

c)      o rompimento desse compromisso inspirou a política de “apaziguamento europeu”.

d)     a política de Chamberlain de apaziguar o líder alemão era contrária à posição assumida pelas potências aliadas.

e)      a forma que Chamberlain escolheu para lidar com o problema dos Sudetos deu origem à destruição da Tchecoslováquia.

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