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O que é moral?

A moral é um conjunto de convenções que orientam as ações sociais no sentido da responsabilidade.

Quadro com o conceito de moral em fundo verde.
A moral delimita a nossa liberdade com os contornos da responsabilidade.
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A moral é um conjunto de convenções sociais estabelecidas com o objetivo de alcançar a boa convivência social. A origem da moral está na tentativa de orientar os comportamentos para uma boa convivência social devido à interdependência humana.

A principal diferença entre ética e moral é que a moral se refere às normas e aos valores estabelecidos, enquanto a ética é uma análise filosófica das ações e dos costumes morais. Grandes filósofos desenvolveram teorias éticas.

Aristóteles propõe uma ética das virtudes, na qual o comportamento moral é baseado no equilíbrio entre excesso e falta, e o desenvolvimento moral humano é alcançado por meio da prática constante da ética. Kant, por sua vez, argumenta que a moralidade deve ser baseada na razão prática e na obediência ao dever, independentemente da busca pela felicidade. Posteriormente, Arthur Schopenhauer se afasta de Kant ao propor uma ética da compaixão. Para ele, a compreensão do sofrimento compartilhado leva à compaixão e à ação moral.

Leia também: O que é ética?

Tópicos deste artigo

Resumo sobre moral

  • A moral é um conjunto de convenções sociais estabelecidas com o objetivo de alcançar a boa convivência social.
  • A sua origem está relacionada à condição interdependente do ser humano, um ser social por natureza.
  • O senso ético é a capacidade de perceber as normas morais e, ao mesmo tempo, sentir o dever de obedecê-las pela própria vontade.
  • Aristóteles, Kant e Schopenhauer foram grandes filósofos que apresentaram reflexões muito diferentes sobre a moral.
  • A moral diz respeito às condutas relacionadas à “vida correta”, enquanto a ética é uma reflexão relacionada à “vida boa”.

Qual é a origem da moral?

A moral tem origem na tentativa de orientar o indivíduo sobre os comportamentos a serem cultivados ou evitados para a boa convivência social. Essa orientação é necessária uma vez que, devido à condição humana, nenhuma pessoa se desenvolve vivendo isoladamente, fora de um grupo.

Contudo, todos os grupos humanos são marcados pela existência de conflitos, e alguns desses conflitos são causados por ações e reações consideradas coletivamente uma maneira errada de se comportar. Por isso, as normas morais se apresentam como um conjunto de deveres e proibições já aceito pela comunidade e que orienta a conduta.

É por meio de uma moral constituída e já aprovada que somos ensinados a distinguir, desde a infância, o ato moral do ato imoral. É preciso acrescentar, porém, que a moral constituída se confronta com o senso ético de cada pessoa. Dito de outra forma, mesmo tendo uma origem social e exterior aos indivíduos, a moral é confrontada sempre com a livre e consciente adesão individual.

O resultado desse confronto pode ser a contradição entre a escolha pessoal e a conduta orientada pela norma moral vigente. Por causa do senso ético, a compreensão do que é moralmente correto é dinâmica e pode mudar até a idade mais madura de uma pessoa.

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Qual o objetivo da moral?

A moral, ao longo da história, é marcada pela tentativa de construir uma vida humana melhor definindo um guia para o comportamento humano. Contudo, diferentes filósofos de diferentes teorias éticas ofereceram perspectivas variadas sobre o objetivo subjacente da moral. Para os utilitaristas, como Jeremy Bentham e John Stuart Mill, o objetivo da moral é maximizar a felicidade e minimizar o sofrimento, buscando o maior bem para o maior número de pessoas.

Por outro lado, foi a psicologia que explorou cientificamente como os seres humanos tomam decisões morais, examinando os fatores cognitivos e emocionais que influenciam nossos julgamentos éticos. As nossas escolhas morais são frequentemente influenciadas por elementos como intuição, emoções e adequação a um contexto social. Lawrence Kohlberg, um psicólogo, desenvolveu uma teoria amplamente aceita sobre o desenvolvimento moral humano, dividindo-o em estágios progressivos.

Os estágios de desenvolvimento do senso ético incluem a moralidade pré-convencional (foco no interesse próprio), a moralidade convencional (conformidade com normas sociais) e a moralidade pós-convencional (obediência a princípios éticos universais). Essa teoria ajuda a entender como os nossos juízos morais podem mudar à medida que amadurecemos e interagimos com a sociedade no sentido de nos tornarmos mais autônomos e responsáveis.

Sendo assim, o objetivo da moral seria o desenvolvimento do senso ético humano, isto é, a nossa capacidade de conceber os deveres morais e ao mesmo tempo sentir que eles são obrigatórios. O senso ético é a dimensão do pensamento na qual o sentimento e a vontade se unem à razão. É aquilo que nos faz querer (ou não) fazer o que deve ser feito, isto é, a conduta que a moral prescreve. Sem ele, as normas morais seriam inúteis.

Confira no nosso podcast: Bioética— o que é e por que é importante?

Exemplos de moral

Existem muitos exemplos para demonstrar como a moralidade é aplicada em situações cotidianas, orientando nossas escolhas e ações em direção ao que é considerado correto em uma sociedade. Por meio dessas ações, as normas e os valores morais são reforçados e moldam as interações humanas e as relações sociais.

Existe a moral da responsabilidade ambiental. O seu objetivo é responsabilizar a ação humana sobre a qualidade de vida das próximas gerações e criar condições para a formação de novos hábitos que também interferem na qualidade da vida presente. Por exemplo, reciclar e separar resíduos (lixo) corretamente ou se preocupar com a emissão de gases poluentes.

Pessoas recolhendo lixo em praia.
O costume de não se importar com o lixo resulta num dos principais problemas ambientais: o que fazer com os resíduos?

Outro exemplo de moral é o respeito pela diversidade. Seguindo esse princípio, o indivíduo assume o compromisso de tratar todas as pessoas com cortesia e empatia, independentemente de origem racial, social, religiosa ou de orientação sexual. Ele pode evitar usar linguagem ofensiva ou discriminatória em relação aos grupos minoritários. Aplicado à ética dos negócios, o mesmo princípio moral pode levar uma empresa a selecionar funcionários sem discriminação.

Moral, imoral e amoral

Os conceitos de moral, imoral e amoral estão relacionados a diferentes posições em relação às normas morais. A palavra moral indica o sistema de normas e valores que define o que é considerado correto ou aceitável por determinada cultura ou grupo social.  

O termo imoral é usado para descrever ações, comportamentos ou decisões que vão contra as normas morais estabelecidas. Quando alguém age imoralmente, está violando os princípios aceitos pela sociedade ou pelo grupo em questão. Por isso, quem desvia da moralidade é frequentemente associado a ações prejudiciais, injustas ou enganosas.

Mão vira cubos de madeira mudando palavra “moral”, escrita nos cubos, para “legal”.
Muitas sociedades transformam suas normas morais em leis, como a proibição do homicídio ou do abandono de parentes.

O termo amoral, por fim, é usado para descrever uma ação, atitude, caráter ou estado que não é nem moral nem imoral, ou seja, que está fora da esfera moral. O senso ético é o que nos faz levar em consideração os preceitos morais. Sem ele, seriamos totalmente incapazes de incorporar valores morais. Pessoas que praticam condutas eticamente questionáveis podem ser consideradas amorais, assim como crianças pequenas ou indivíduos com alguma psicopatia.

Em resumo, a moralidade envolve sistemas de valores e regras que determinam o que é considerado certo ou errado em uma sociedade. A imoralidade refere-se à violação desses padrões morais, enquanto a amoralidade denota uma indiferença em relação a essas normas, sem necessariamente implicar comportamento prejudicial.

Leia também: Instituições sociais — aquelas que transmitem as regras e normas da sociedade

Moral na filosofia

Na filosofia, a reflexão sobre a vida moral é chamada de ética. Chama-se teoria ética ou ética normativa a investigação filosófica dos padrões do correto e do incorreto, do mal e do bem, a respeito do caráter e da conduta que uma classe de indivíduos deve aceitar. Esse tipo de investigação não descreve o modo como as pessoas pensam ou se comportam, mas prescreve como devem pensar ou comportar-se.

  • Aristóteles e a ética das virtudes

Segundo o sistema filosófico de Aristóteles (384-322 a.C.), tudo o que existe tem uma finalidade. Essa finalidade é aquilo que faz com que uma coisa seja o que é. O filósofo chama essa natureza essencial de cada coisa de “bem”. No caso dos seres humanos, prossegue Aristóteles, aquilo a que estamos destinados com base na nossa essência é a vida feliz (eudaimonia).

Segundo a concepção ética de Aristóteles (384-322 a. C.), podemos adquirir a felicidade mediante a prática da ação virtuosa. Por isso, o pensador faz um estudo da virtude, isto é, a forma excelente de agir, investigando normas e critérios capazes de nos orientar. Nesse sentido, uma das principais contribuições da ética aristotélica é a sua famosa tese segundo a qual a virtude está no meio.

Desse modo, a pessoa virtuosa deve buscar conhecer o ponto médio entre o excesso e a falta, a justa medida das coisas, e, em cada situação, ser racional o bastante para agir de forma equilibrada de acordo a prudência. A prática constante da ética, nesse sentido, criaria o hábito da atividade da alma em concordância com as suas excelências (coragem, temperança, justiça, prudência, liberdade etc.)

Por exemplo, a coragem. A pessoa corajosa não é aquela que nada teme, nem a que tudo teme, mas sim aquela que modera o seu temor com a cautela, sem, contudo, perder a iniciativa, evitando o excesso de coragem, que seria a temeridade. Portanto, o ato corajoso é o meio termo entre a covardia e a temeridade.

Por fim, Aristóteles estabelece o vínculo entre a política e a ética, afirmando que esta encontra o seu fim naquela. Uma vez que o “o homem é o animal político”, as excelências humanas não podem ser praticadas por indivíduos completamente isolados uns dos outros. Sendo assim, a sociedade e o Estado não são algo artificial para o ser humano, mas a manifestação da sua própria natureza.

  • A ética do dever de Kant

Segundo Immanuel Kant (1724-1804), a busca da felicidade é insuficiente como fundamento da moral porque a felicidade é variável, isto é, depende de fatores subjetivos. Uma vez que não possuímos uma bondade natural em nosso foro íntimo, argumenta Kant, não devemos confiar em nossos desejos e vontades. Portanto, a razão deve comandar a ética, e não a busca pela felicidade. 

Segundo Kant, a única vontade boa em si mesma é a disposição constante para cumprir o dever. É o que a moralidade exige do indivíduo. A adesão a uma lei moral é relacionada unicamente ao dever, isto é, consiste na obediência desinteressada de uma norma que se impõe universalmente a todos os seres racionais.

É esse o sentido do que Kant denominou imperativo categórico (ou absoluto). Por exemplo, “age de tal forma que a sua ação possa ser considerada como uma norma universal” é um imperativo categórico. Trata-se de um princípio que não estabelece o que se deve fazer, mas apenas um critério geral para a ação moral.

  • A ética da compaixão

O filósofo Arthur Schopenhauer (1788-1860) tomou o caminho diferente do Kant e propôs a ética da compaixão. Schopenhauer acreditava que a realidade última é uma força impessoal chamada “Vontade”. Ele via essa Vontade como a base subjacente de todas as coisas, incluindo os seres humanos.

Ao contrário da “vontade boa” kantiana, a Vontade de Schopenhauer é um princípio cosmológico, desprovido de racionalidade ou finalidade. Desse modo, o mundo e as ações humanas são regidos por um princípio cego e, por isso, existe o caos na natureza e o mundo é um lugar de sofrimento inerente, resultante do conflito incessante das vontades individuais em busca de satisfação.

Essa busca incessante por satisfação de vontades individuais leva a conflitos, rivalidades e, em última instância, ao sofrimento humano. O egoísmo decorre da predominância dos princípios individuais em relação ao outro. Contudo, por uma experiência intuitiva, o indivíduo é capaz de ultrapassar os limites cognitivos da sua individualidade e se ver na pessoa do outro.

Nessa oportunidade, o indivíduo pode perceber que o outro é constituído pelo mesmo fundamento que ele. Aqui é onde a compaixão entra em cena. O sentimento de associação imediata entre o “eu” e o “outro”, a compaixão, é o fundamento da genuína ação moral. A compaixão é o sentimento que dissolve as ações egoístas. Por isso, as virtudes que derivam dela, justiça e caridade, são fundamentais para uma vida ética.

A ética que nasce da compaixão do indivíduo em relação ao próximo, defendida por Schopenhauer, nos incentiva a viver de forma mais consciente, sensível e altruísta, contribuindo para tornar o mundo um lugar mais humano e solidário.

Arthur Schopenhauer
O filósofo era pessimista, mas acreditava no sentimento de compaixão para unificar os seres humanos.

Moral nas práticas midiáticas

Na era digital, as práticas midiáticas se tornaram uma parte integral da vida cotidiana. A mídia influencia a forma como nos comunicamos, compartilhamos informações e consumimos conteúdo. O avanço tecnológico levanta questões complexas sobre a moralidade das práticas da mídia. Os desafios éticos que surgem no contexto das mídias digitais envolvem questões como privacidade, manipulação, disseminação de informações e responsabilidade individual.

A disseminação rápida de informações via mídias sociais pode levar à disseminação de notícias falsas e desinformação. A ética do discurso, defendida por pensadores como Jürgen Habermas, destaca a importância da comunicação aberta, honesta e responsável. Nesse contexto, a responsabilidade individual desempenha um papel crucial. Filósofos como Jean-Paul Sartre enfatizam a responsabilidade moral dos indivíduos por suas escolhas, incluindo as informações que compartilham e consomem on-line.

Ao refletirmos sobre a moral nas práticas midiáticas, podemos aspirar a criar um ambiente midiático mais ético onde a tecnologia seja usada para promover a felicidade humana e o bem comum.

Leia também: Bioética — área de estudo interdisciplinar que envolve a Ética e a Biologia

Moral e religião

A relação entre moral e religião é um tema fascinante e tem sido objeto de reflexão há séculos. A discussão central é se a moralidade depende da religião ou se pode existir independentemente dela. Uma perspectiva muito popular defende que a moral e a religião estão intrinsecamente ligadas.

Segundo essa visão, a moralidade é fundamentada em preceitos divinos ou códigos religiosos. Pensadores como Santo Agostinho e Tomás de Aquino, ligados à tradição cristã, argumentaram que Deus é a fonte última da moralidade e que os princípios morais derivam da vontade divina.

Segundo essa abordagem, seguir os ensinamentos religiosos é fundamental para viver uma vida moralmente correta. Sem aceitação da existência de uma divindade, não haveria fundamento absoluto para os padrões morais, e, portanto, todas as ações humanas seriam permitidas, já que não haveria uma fonte última de julgamento ou punição.

Por outro lado, filósofos como Immanuel Kant propuseram que a moralidade deve ser autônoma e independente de dogmas religiosos. Kant defendia a ética do dever baseada na razão prática, afirmando que os imperativos morais devem ser deduzidos da capacidade racional humana. Nessa visão, a moralidade não depende de nenhuma religião e pode ser acessível a todas as pessoas, independentemente de suas crenças.

A filosofia contemporânea é marcada pela secularização. Ela também oferece perspectivas interessantes sobre a moralidade sem depender da religião. Pensadores como John Stuart Mill, influenciados pelo utilitarismo, argumentaram que a moralidade deve ser baseada na busca pelo maior bem-estar para o maior número de pessoas. Essa abordagem ética se concentra nos resultados das ações e não em fundamentos religiosos.

Desse modo, enquanto algumas teorias éticas buscam uma fundamentação religiosa dos valores morais, apostando na divindade para tentar encontrar valores que não dependam dos seres humanos, outras teorias enfatizam a autonomia da moralidade em relação à religião.

Qual a diferença entre ética e moral?

A origem da palavra moral é a palavra latina moralis, cunhada por Cícero (106-43 a.C.). O estadista, orador e filósofo romano criou o termo “moral” com base em mores, que significa “costumes”, para fazer uma equivalência ao termo grego ethos, que significa “modo de ser, hábito ou costume de uma pessoa ou comunidade”.

É por esse motivo que, em muitos contextos, moral/ético, moralidade/ética, filosofia moral/ética são palavras usadas como se fossem sinônimos. Efetivamente, ambos remetem ao conjunto de julgamentos relativos ao bem e ao mal para orientar a conduta dos seres humanos. Entretanto, mesmo que não seja perceptível ao senso comum, é possível fazer distinção entre ética e moral.

Na maioria das sociedades, encontramos exemplos de normas morais que condenam o incesto, o assassinato, as deslealdades, o abandono das obrigações familiares e a profanação de símbolos religiosos e civis. As normas morais, então, fornecem uma orientação antecipada para a ação dos indivíduos dentro de um grupo.

Se a moral é dada antecipadamente, sendo uma herança do mundo cultural, portanto, algo exterior ao indivíduo que toma decisões; a ética, por outro lado, é o olhar filosófico sobre as ações e os costumes amparados por tais códigos morais. Grosso modo, a ética é a problematização da moral.

Enquanto a moral tenta fixar o que é certo e o que é errado, a fim de orientar em geral as ações humanas, a ética discute, em cima disso, o que é melhor ou pior no sentido de orientar a conduta humana para uma vida feliz. Essa distinção fica explícita quando nos encontramos em uma situação na qual a escolha pessoal entra em conflito com uma norma vigente.

Podemos então concluir que a ética diz respeito à vida boa enquanto a moral orienta a conduta correta. Se a ética se relaciona com a vida boa, que não é igual para todos, então a moralidade diz respeito à dimensão social da vida e, portanto, a princípios de conduta que deveriam ser universalmente aceitos. Para saber mais sobre a diferença entre ética e moral, clique aqui.

Fontes

ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. São Paulo: Martin Claret, 2008.

BITTENCOURT, Renato Nunes. Schopenhauer e a ética da compaixão. In Filosofia: um panorama histórico-temático. Rio de Janeiro: Mauad X, 2013.

LA TAILLE, Yves. Moral e ética: dimensões intelectuais e afetivas. Porto Alegre: Artmed, 2006.

GAZOLLA, Rachel. Ética e liberdade. In: Ethos, Ética. São Paulo: EDUC/ Palas Athena, 1997, p. 54-63. Hypnos; 3.

MURACHCO, Henrique G. Algumas considerações sobre a ética de Aristóteles. In Ethos, Ética. São Paulo: EDUC / Palas Athena, 1997, p. 30-37. Hypnos; 3.

Escritor do artigo
Escrito por: Rafael Pereira da Silva Mendes Licenciado e bacharel em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Atuo como professor de Sociologia, Filosofia e História e redator de textos.

Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja:

MENDES, Rafael Pereira da Silva. "O que é moral?"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/o-que-moral.htm. Acesso em 17 de maio de 2024.

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