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Fases da Revolução Industrial

São três as fases da Revolução Industrial. O início de cada fase foi marcado pela invenção de novas tecnologias que mudaram rapidamente o modo de vida do ser humano.

Robôs trabalhando em uma montadora de automóveis na terceira fase da Revolução Industrial.
Robôs trabalhando em uma montadora de automóveis na terceira fase da Revolução Industrial.
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As fases da Revolução Industrial são três: primeira fase (a partir da metade do século XVII), segunda fase (a partir de meados do século XIX) e terceira fase (a partir do término da Segunda Guerra Mundial), de acordo com a maior parte dos historiadores. Alguns defendem que ela pode ser dividida em quatro, com a quarta fase se iniciando no século XXI.

Leia também: Capitalismo — o sistema econômico consolidado com a Revolução Industrial

Tópicos deste artigo

Resumo sobre as fases da Revolução Industrial

  • A Revolução Industrial é geralmente dividida em três fases.
  • A primeira fase foi marcada pelo uso do motor a vapor. James Watt é considerado o inventor do primeiro motor largamente comercializado.
  • Durante a primeira fase, as paisagens das grandes cidades ingleses mudaram, com chaminés e a fumaça predominando nelas.
  • Os trens movidos a vapor foram a grande inovação dos transportes nessa fase.
  • Na segunda fase, foram desenvolvidos o gerador elétrico, o motor elétrico e o motor a explosão.
  • Nela, o telégrafo se popularizou na maioria dos países. Foi quando foram construídos diversos cabos oceânicos, que, pela primeira vez, conectaram todos os continentes habitados pelo ser humano.
  • O avião e os veículos automotores modificaram a maneira do ser humano se transportar e reduziram viagens de dias para horas.
  • A terceira fase foi marcada pelo uso da internet, dos satélites, da biotecnologia, dos smartphones e de diversas outras tecnologias que, novamente, modificaram a forma do ser humano viver.

Primeira fase da Revolução Industrial

A primeira fase da Revolução Industrial se iniciou na Inglaterra, por volta de 1760. Nesse período, o motor movido a vapor foi aperfeiçoado por James Watt e passou a ser comercializado em larga escala. A invenção do motor de Watt é considerada pela maioria dos historiadores o marco inicial da Revolução Industrial. Ele foi primeiramente utilizado em minas de carvão e ferro para movimentar bombas d’água, e logo passou a ser utilizado para movimentar diversas máquinas, entre elas, máquinas da indústria têxtil, moinhos, locomotivas e embarcações.

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Um dos maiores inventos dessa fase da revolução foi a locomotiva movida a vapor. Os primeiros modelos dessa locomotiva foram desenvolvidos a partir de 1804; mas foi somente em 1830 que a primeira ferrovia passou a funcionar regularmente. Nesse ano, a locomotiva Rocket passou a transportar passageiros entre as cidades de Manchester e Liverpool.

Em poucos anos, ferrovias foram construídas em todos os continentes, diminuindo as distâncias antes percorridas em dias para horas. A locomotiva aumentou drasticamente a capacidade humana de transportar pessoas e mercadorias.

Outra importante invenção do período foi o telégrafo, desenvolvido por Samuel Morse em 1837. Sendo usado em conjunto com o código que leva o nome do seu inventor, o Código Morse, o telégrafo revolucionou a forma como os seres humanos se comunicavam, com as informações correndo pelo fio do telégrafo na velocidade da luz. Apenas 15 anos após essa invenção, os Estados Unidos já possuíam milhares de quilômetros de linhas telegráficas e mais de 600 cidades com centrais telegráficas.

Gravura do início da década de 1830 mostra fábricas e chaminés na paisagem urbana inglesa.
Gravura do início da década de 1830. As fábricas e suas chaminés modificaram a paisagem de muitas cidades inglesas.

Como a primeira fase da Revolução Industrial foi marcada pelo uso do carvão como principal combustível e os motores do período aproveitavam menos de 10% do potencial energético dele, foi necessária uma grande queima desse combustível, causando intensa poluição nas cidades industriais inglesas.

As fábricas produziam grande quantidade de resíduos, muitos deles tóxicos, que eram diretamente despejados no Rio Tâmisa e nos seus afluentes, além do esgoto doméstico e dos restos de animais processados nos abatedouros da cidade. Poucos anos após o início da Revolução Industrial, o Tâmisa já era considerado um rio morto.

Também se iniciou um grande êxodo rural e um processo de urbanização desordenada nas regiões industrializadas. Esse processo causou diversos problemas urbanos, que se aprofundaram nas próximas fases da Revolução Industrial. Para saber mais sobre a primeira fase da Revolução Industrial, clique aqui.

  • Videoaula sobre a primeira fase da Revolução Industrial

Segunda fase da Revolução Industrial

A segunda fase da Revolução Industrial se iniciou na metade do século XIX, na Inglaterra, além de outros países da Europa, dos Estados Unidos e do Japão. Dois grandes inventos do período, o motor a combustão interna e o motor/gerador elétrico, tornaram obsoleta boa parte dos inventos da primeira fase da Revolução Industrial, principalmente o motor movido a vapor.

Em 1858, foi concluído o primeiro cabo oceânico de telégrafo, que ligou o Reino Unido aos Estados Unidos. Embora o cabo tenha durado pouco e apresentado diversos problemas, como o baixo volume do sinal que chegava ao receptor, ele provou que era possível que as mensagens atravessassem o oceano quase instantaneamente. Na primeira década do século XX, todos os continentes estavam conectados por cabos oceânicos de telégrafo.

Desde a década de 1830, diversos cientistas criaram geradores elétricos, ou seja, dispositivos que convertem a energia mecânica em elétrica; mas foi em 1856 que o engenheiro elétrico Werner Siemens anunciou o desenvolvimento de um gerador que poderia ser produzido em larga escala. Menos de uma década depois, diversas empresas se dedicaram a produzir geradores elétricos, entre elas a Westinghouse, a Siemens, a Oerlikon e a General Electric (GE).

Com a invenção do gerador elétrico, também chamado de dínamo, foi possível a invenção de diversas tecnologias ainda na segunda fase da Revolução Industrial, como a lâmpada elétrica, telégrafos mais potentes, eletrodomésticos, o rádio, o televisor, o telefone, entre outros.

Os primeiros motores a combustão interna, também chamados de motor a explosão, começaram a ser desenvolvidos no final do século XVIII, tendo pouca potência, vida útil reduzida e frequentemente causando acidentes, como explosões. Na década de 1860, foram produzidos os primeiros motores a explosão que eram eficazes, confiáveis e que possuíam maior potência, conseguindo movimentar máquinas e veículos.

Jean Etienne Lenoir, Dugald Clerk, Beau de Rochás e diversos outros contribuíram com a evolução do motor na década de 1860. Em 1867, a primeira fábrica de motores da história, criada por Nicolaus Otto, produziu seu primeiro motor de quatro tempos. Este utilizava combustível líquido e é a base dos motores usados atualmente pelos principais automóveis a combustão.

No final da década de 1890, Rudolf Diesel fabricou o primeiro motor movido a combustível que levou o seu nome, o diesel, presente na maior parte dos caminhões e ônibus da frota brasileira.

Em janeiro de 1886, Karl Benz patenteou seu invento, o automóvel movido por motor a combustão interna, considerado o primeiro automóvel da história. O motor a explosão também possibilitou o desenvolvimento do avião, da motocicleta e dos tratores, que revolucionaram a agricultura, tudo isso nessa fase da revolução.

A segunda fase da revolução mudou a maneira como as pessoas se entretinham. A máquina fotográfica se popularizou nessa fase, assim como o cinema, inventado pelos irmãos Lumiére. A lâmpada elétrica estendeu a vida social noite adentro nas grandes cidades do mundo.

Durante a segunda fase da Revolução Industrial, houve o aumento do êxodo rural, iniciado na primeira fase, e diversas cidades passaram por um processo de urbanização desordenada. No caso de Londres, a cidade possuía cerca de um milhão de habitantes em 1800, cem anos depois, sua população chegou a seis milhões.

O excesso de pessoas, as péssimas habitações nas quais a maior parte dessa população vivia, o péssimo sistema de coleta de lixo, a ausência de tratamento de água, a poluição atmosférica e a poluição do Tâmisa foram responsáveis por diversas epidemias na cidade.

Gravura do século XIX mostrando uma mulher observando a água do Rio Tâmisa no microscópio.
Gravura do século XIX mostrando uma mulher observando a água do Rio Tâmisa no microscópio.

Em 1858 ocorreu o Grande Fedor de Londres. Entre julho e agosto daquele ano, o cheiro do Rio Tâmisa, e das ruas cheias de lixo e dejetos de animais e humanos, provocou um fedor tão grande que muitas pessoas não conseguiam sair às ruas, e até as sessões do Parlamento foram interrompidas por causa do fedor.

O evento ocorreu por causa de uma seca na cabeceira do rio que diminuiu o seu nível de água, enquanto o esgoto lançado dele aumentou. Foi após esse evento que o governo da cidade resolveu criar um sistema de coleta de esgoto mais eficiente, assim como um sistema de coleta dos resíduos sólidos da cidade.

A segunda fase da Revolução Industrial fez com que os países industrializados buscassem novas fontes de matéria-prima bem como de energia e novos mercados consumidores. Essas necessidades levaram tais países a criarem colônias fora de seus territórios, principalmente na África e Ásia. O imperialismo é considerado um dos principais motivos da Primeira Guerra Mundial. Para saber mais sobre a segunda fase da Revolução Industrial, clique aqui.

Terceira fase da Revolução Industrial

Essa fase da Revolução Industrial se iniciou na metade do século XX, após o fim do Segunda Guerra Mundial, e continua hoje. A atual fase é marcada pelo uso do computador, do smartphone, da internet, dos satélites, dos foguetes espaciais, da robótica, da nanotecnologia, da clonagem, da transgenia, da inteligência artificial, dos veículos autônomos, como drones e automóveis, entre outros.

A terceira fase da Revolução Industrial é marcada pela globalização, processo no qual os diversos países do mundo estão conectados em uma grande rede. Atualmente o uso da internet, dos cabos oceânicos e dos satélites faz com que a informação circule pelo planeta quase em tempo real.

Durante a segunda fase, o modelo de produção industrial predominante foi o fordista. Nele os produtos eram produzidos em uma esteira rolante, com cada funcionário sendo responsável por uma pequena etapa do processo de produção.

Esse modelo possibilitou a produção em grande quantidade e com certa uniformidade; mas permitiu a produção padronizada, sem variedade no que era produzido. O modelo exigia ainda grandes áreas destinadas a estoques de matéria-prima e das mercadorias que seriam vendidas.

No início da terceira fase, um novo modelo passou a ser utilizado no Japão, o toyotismo, chamado também de produção just in time, modelo utilizado primeiramente na indústria automotiva. Nele o cliente escolhe as características do seu automóvel na compra, como cor, estilo do para-choque, modelo dos bancos, entre diversas opções.

A produção se inicia assim que o cliente compra o automóvel, isso é possível pela rapidez com que as informações chegam à montadora e pela capacidade de adaptação na linha de produção. A montadora só recebe as peças necessárias para a produção do carro após a compra e entrega o automóvel ao cliente assim que fica pronto, sem necessitar de grandes áreas para estoque.

Outra área que se desenvolve muito na terceira fase da Revolução Industrial é a medicina. Em 1963 foi realizado o primeiro transplante de fígado da história; no ano seguinte, o primeiro transplante de coração; em 2021, ocorreu o primeiro transplante de rosto e o primeiro de mãos. Novos remédios, vacinas, tratamentos e a ampliação da população assistida pelos sistemas de saúde quase dobraram a expectativa de vida no último século. Para saber mais sobre essa fase da Revolução Industrial, clique aqui.

O que é a quarta fase da Revolução Industrial?

Eventos históricos próximos do presente geram mais debates entre os historiadores do que eventos mais distantes. A maior parte dos historiadores defende que vivemos atualmente a terceira fase da Revolução Industrial, mas alguns defendem que, no início do século XXI, se iniciou a quarta fase

Os defensores da quarta fase afirmam que os smartphones, a popularização da internet de alta velocidade, as fontes renováveis de geração de energia elétrica e a hospedagem de informações na nuvem modificaram tanto a vida humana que podemos afirmar que já estamos em uma nova fase da Revolução Industrial.  

Confira nosso podcast: Globalização e seus efeitos

Quais são as consequências da Revolução Industrial?

A primeira consequência da Revolução Industrial foi a mudança da vida humana do mundo rural para o urbano. Desde o início, a revolução provocou a migração de pessoas para as grandes cidades, esse fenômeno ocorre ainda hoje, sobretudo em países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento. A ONU acredita que, em 2050, quase 70% da população mundial viverá em cidades.

Outra consequência foi o aumento da poluição atmosférica, hídrica, sonora e dos solos. Nos séculos XIX e XX, muitos rios das grandes cidades do mundo, como o Tâmisa, na Inglaterra, e o Sena, na França, foram considerados mortos. Devido à grande poluição de suas águas, todas as formas de vida deles sumiram.

A poluição atmosférica também atingiu níveis inapropriados para a vida humana. Em 1952, por exemplo, ocorreu em Londres o chamado “grande nevoeiro”. Durante uma semana, um grande nevoeiro formado por gases tóxicos ocorreu na cidade, reduzindo a visibilidade durante o dia a cerca de um metro. O nevoeiro provocou a morte de milhares de pessoas por causa de intoxicação com os gases presentes nele.

A Revolução Industrial também modificou rapidamente a medicina, melhorando a qualidade de vida da maior parte da população mundial e quase dobrando a expectativa de vida da população desde o início da Revolução Industrial. A invenção da vacina, dos antibióticos, o raio X, os transplantes de órgãos, entre diversos outros desenvolvimentos, foram responsáveis por isso.

A revolução modificou a vida dos trabalhadores. Antes dela, a produção era artesanal. Nesse sistema, o artesão dominava todo o processo produtivo, era dono de suas ferramentas de trabalho e era dono do seu tempo e ritmo de trabalho, com a revolução, isso mudou. Com as fábricas, os trabalhadores perderam sua autonomia em relação ao tempo e ao ritmo de trabalho. Também perderam a posse das ferramentas de trabalho e passaram a realizar pequenas atividades, o que reduziu o valor da mão de obra.

Na primeira fase da Revolução Industrial, os operários trabalhavam em fábricas insalubres, com jornadas que, muitas vezes, ultrapassavam 12 horas por dia, sem nenhum dia de descanso durante a semana. Os salários eram baixos, muitas vezes não sendo suficientes para a compra de alimentos necessários para a família. Crianças trabalhavam nas fábricas, não existia nenhum tipo pensão em caso de acidente ou invalidez, nem aposentadoria.

Na segunda fase da Revolução Industrial, os trabalhadores se organizaram em sindicatos e conseguiram conquistar diversos direitos, como salário mínimo, jornada de trabalho de oito horas por dia, melhores condições de trabalho, entre outros.

Na atual fase da Revolução Industrial, observamos uma mudança nas relações de trabalho, em que muitas empresas contratam trabalhadores autônomos. Esses trabalhadores são considerados uma espécie de empresa, uma pessoa jurídica, que presta serviço para outra empresa.

Por esse motivo, não possuem qualquer direito trabalhista, como férias, descanso semanal remunerado, décimo terceiro salário, entre outros. Como exemplo, hoje existem no Brasil milhões de motoristas e entregadores de aplicativos, todos eles sem qualquer direito trabalhista e trabalhando, muitas vezes, mais de 12 horas por dia para aumentar seus rendimentos.

Exercícios sobre as fases da Revolução Industrial

Questão 1 (PUC-Campinas) Dentre as consequências sociais forjadas pela Revolução Industrial, pode-se mencionar:

a) o desenvolvimento de uma camada social de trabalhadores, que, destituídos dos meios de produção, passaram a sobreviver apenas da venda de sua força de trabalho.

b) a melhoria das condições de habitação e sobrevivência para o operariado, proporcionada pelo surto de desenvolvimento econômico.

c) a ascensão social dos artesãos, que reuniram suas capitais e suas ferramentas em oficinas ou domicílios rurais dispersos, aumentando os núcleos domésticos de produção.

d) a criação do Banco da Inglaterra, com o objetivo de financiar a monarquia e ser, também, uma instituição geradora de empregos.

e) o desenvolvimento de indústrias petroquímicas, favorecendo a organização do mercado de trabalho, de maneira a assegurar emprego a todos os assalariados.

Gabarito: Alternativa A

Questão 2 (Enem) A Segunda Revolução Industrial, no final do século XIX e início do século XX, nos EUA, período em que a eletricidade passou gradativamente a fazer parte do cotidiano das cidades e a alimentar os motores das fábricas, caracterizou-se pela administração científica do trabalho e pela produção em série.

MERLO, A. R. C.; LAPIS, N. L. A saúde e os processos de trabalho no capitalismo: reflexões na interface da psicodinâmica do trabalho e a sociologia do trabalho. Psicologia e Sociedade, n. 1, abr. 2007.

De acordo com o texto, na primeira metade do século XX, o capitalismo produziu um novo espaço geoeconômico e uma revolução que está relacionada com a:

a) proliferação de pequenas e médias empresas, que se equiparam com as novas tecnologias e aumentaram a produção, com aporte do grande capital.

b) técnica de produção fordista, que instituiu a divisão e a hierarquização do trabalho, em que cada trabalhador realizava apenas uma etapa do processo produtivo.

c) passagem do sistema de produção artesanal para o sistema de produção fabril, concentrando-se, principalmente, na produção têxtil destinada ao mercado interno.

d) independência política das nações colonizadas, que permitiu igualdade nas relações econômicas entre os países produtores de matérias-primas e os países industrializados.

e) constituição de uma classe de assalariados, que possuíam como fonte de subsistência a venda de sua força de trabalho e que lutavam pela melhoria das condições de trabalho nas fábricas.

Gabarito. Alternativa B. Durante a segunda fase da Revolução Industrial, o sistema de produção predominante foi o fordista. Nesse sistema, o automóvel era montado em uma esteira rolante, na qual cada operário executava apenas uma tarefa, como parafusar as rodas no carro. Esse tipo de sistema produtivo ampliou a capacidade de produção.

Fontes

HOBSBAWN, Erick. A Era das Revoluções. Editora Paz e Terra, São Paulo, 2012.

MENEGUELLO, Cristina. DECCA, Edgar Salvadori. Fábricas e homens: Revolução Industrial e o cotidiano dos trabalhadores. Editora Atual, São Paulo, 2019.

TEIXEIRA, Francisco M. P. Revolução Industrial. Editora Ática, São Paulo, 2019.

Escritor do artigo
Escrito por: Jair Messias Ferreira Junior Pós-graduado em História pela Unicamp e professor da Educação Básica há mais de 20 anos. Também é formador de professores e produtor de materiais didáticos há mais de 10 anos.

Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja:

JUNIOR, Jair Messias Ferreira. "Fases da Revolução Industrial"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/historiag/revolucao-industrial-1.htm. Acesso em 25 de fevereiro de 2024.

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