Ácidos e bases

Ácidos e bases são espécies químicas de caráter antagônico no meio reacional. Uma é capaz de neutralizar o efeito da outra em uma reação de neutralização.

Imprimir
A+
A-
Escutar texto
Compartilhar
Política de IA
Facebook
X
WhatsApp
Play
1x
Política de IA Conteúdo feito por humanos

Ácidos e bases são espécies químicas que se comportam de maneira antagônica: ácidos aumentam a concentração dos íons H+, enquanto as bases aumentam a concentração dos íons OH. Esse antagonismo é mais explícito quando se percebe que o efeito de um é capaz de neutralizar o efeito do outro, em uma reação conhecida como neutralização.

Ácidos e bases, entretanto, são conceitos muito antigos, já sendo definidos por diversos cientistas, os quais tornam tal definição difusa, variando a depender do sistema que está sendo analisado. O caráter ácido e básico de uma solução pode ser mensurado pela escala pH, a qual, a 25 °C, varia de 0 a 14. Em nosso cotidiano, os ácidos e bases estão muito presentes, como em alimentos, produtos de limpeza e medicamentos, por exemplo.

Anuncie aqui

Leia também: Indicadores ácido-base — substâncias que mudam de cor de acordo com o pH do meio

Tópicos deste artigo

Resumo sobre ácidos e bases

  • Ácidos e bases são espécies químicas antagônicas.
  • Em solução, ácidos aumentam a concentração de íons H+, ao passo que bases aumentam a concentração de íons OH.
  • Ácidos neutralizam o caráter de bases, por meio de uma reação conhecida como reação de neutralização.
  • Existem diversas teorias para definir ácidos e bases, as quais são aplicadas a depender das características do sistema.
  • Ácidos e bases estão presentes em muitos produtos do cotidiano, como produtos de limpeza, medicamentos e alimentos.

O que são ácidos e bases?

Os termos “ácido” e “base” são muito antigos, os quais já sofreram diversas alterações ao longo da história da Química. Atualmente, ácidos e bases estão mais relacionados a um comportamento químico que uma substância desenvolve em um processo reacional. De modo simplório:

  • ÁCIDOS: são substâncias químicas que aumentam a concentração de íons H+ em solução.
  • BASES (ou álcalis): são substâncias químicas que aumentam a concentração de íons OH em solução.

Porém, já existem teorias modernas de ácidos e bases que não associam essas substâncias com os íons H+ e OH. É o caso da teoria de Lewis, que associa ácidos e bases com a transferência eletrônica em uma reação química, o que torna o conceito extremamente abrangente. As teorias modernas de ácidos e bases derivam dos trabalhos do químico sueco Svante Arrhenius, como parte da sua teoria da dissociação eletrolítica de 1887.

Características dos ácidos e bases

Uma das formas mais simples de se pensar em ácidos e bases é por meio do seu comportamento em solução. Enquanto ácidos possuem a capacidade de aumentar a concentração de íons H+ em solução, as bases possuem a capacidade de aumentar os íons OH.

É a partir desse comportamento que se define uma reação de neutralização entre essas espécies:

H+ + OH → H2O

Anuncie aqui

Dessa forma, pode-se perceber que ácidos e bases possuem caráter antagônico, de modo que um é capaz de anular (ou neutralizar) quimicamente o outro. Esse antagonismo também fica explícito quando usamos a escala pH para definir comportamentos ácidos e básicos. O pH é uma escala logarítmica, inversamente proporcional à concentração de íons H+ em solução. Na temperatura de 25 °C, ela varia de 0 a 14, sendo que:

  • para valores entre 0 e 7, a concentração de H+ é maior que de OH, indicando que o sistema é ácido;
  • para valores entre 7 e 14, a concentração de H+ é menor que de OH, indicando que o sistema é básico;
  • se o valor de pH é exatamente 7, indica-se que as concentrações de H+ e OH são iguais e, dessa forma, o sistema é caracterizado como neutro (nem ácido e nem básico).

Isso deixa claro que quando o caráter ácido da solução aumenta, o caráter básico desta diminui e vice-versa.

Escala de pH em texto sobre ácidos e bases.
A escala de pH serve para determinar os níveis de acidez de uma solução.

Outro fator importante no estudo da Química é a definição de força de ácidos e bases. Essa grandeza está relacionada à extensão de produção de íons H+ e OH em solução: quanto maior a produção desses íons, maior o caráter (força) do ácido ou da base. Um ácido é considerado forte quando a substância química é integralmente convertida em íons H+ (ionização completa). De maneira análoga, uma base é considerada forte quando a espécie substância química é integralmente convertida em íons OH (dissociação completa).

Todas essas características anteriormente elencadas são baseadas na teoria de dissociação eletrolítica do químico sueco Svante Arrhenius, apresentada no ano de 1887. Contudo, desde sua concepção, o conceito de ácido e base foi se tornando mais abrangente, principalmente no século XX. Os trabalhos de Arrhenius, embora extremamente importantes, não contemplam toda a realidade dos sistemas químicos. Na verdade, a teoria de dissociação eletrolítica está restrita aos sistemas aquosos.

Ilustração representando Svante Arrhenius, autor de uma teoria sobre ácidos e bases.
As teorias atuais para ácidos e bases derivam dos conceitos trazidos por Arrhenius.

→ Ácidos e bases de acordo com outras teorias

Dessa forma, deve-se entender que, a depender da realidade e do problema apresentado, os caráteres ácido e base devem ser observados e interpretados de maneira distinta. Como exemplo, trazemos duas teorias diferentes de ácidos e bases, que trazem uma visão mais ampla desse conceito.

  • Teoria protônica (teoria de Brønsted e Lowry)

A primeira delas é a teoria protônica, também conhecida como teoria de Brønsted e Lowry, desenvolvida, em 1923 e de maneira independente, pelo dinamarquês Johannes Nicolaus Bronsted e pelo inglês Thomas Martin Lowry. Segundo essa teoria, ácidos são espécies capazes de doar prótons (íons H+), enquanto bases são capazes de aceitar os prótons.

Anuncie aqui

O mais interessante dessa teoria é que ela atrela a interdependência do ácido e da base, ou seja, o ácido só doa o próton porque há uma base para receber. Dessa forma, de maneira geral, a reação de neutralização poderia ser descrita como:

HA + B → A + BH

Em que “A” representa o ácido e “B” representa a base.

Por mais que se utilize os termos “doar” e “aceitar”, o que pode tornar a definição mais simples e direta, vale dizer que, na verdade, quimicamente, a base é capaz de quebrar a ligação entre o hidrogênio e o ácido. Por isso, é quimicamente mais adequado citar que o ácido é uma espécie da qual um próton pode ser removido, enquanto a base é uma espécie capaz de remover o próton do ácido.

A teoria protônica ainda traz avanços importantes na compreensão química. Por exemplo, como o ácido precisa da base, a teoria de Brønsted-Lowry determina que o ácido precisa de um meio para se ionizar e não isoladamente. Dessa forma, a teoria protônica descreve o íon hidrônio (H3O+), pois:

HA + H2O → A + H3O+

Anuncie aqui

A água atua como base, removendo o próton do ácido. De fato, o íon H+ é muito pouco estável isoladamente. A teoria protônica também traz o conceito de par conjugado: um ácido, ao se ionizar, forma uma espécie aniônica de caráter básico (capaz de receber um próton). A base oriunda do ácido é chamada de base conjugada. Da mesma forma, uma base, ao receber um próton, forma uma espécie catiônica de caráter ácido (capaz de doar um próton). O ácido oriundo da base é chamado de ácido conjugado.

Assim:

Ácido(X) + Base(Y) → Ácido(Y) + Base(X)

Isso demonstra, portanto, que as reações de neutralização são reversíveis. Contudo, ácidos/bases fortes produzem bases/ácidos fracos. Quanto mais fraco for o ácido ou a base, menor a capacidade de doação/recepção de prótons, ou seja, na prática, não se considera a reversibilidade das reações de neutralização de ácidos e bases fortes, pois seus pares conjugados não são capazes de doar e receber prótons.

A teoria de Brønsted-Lowry é muito eficiente para diversos sistemas químicos. Um exemplo é na descrição dos indicadores ácido-base, que são espécies ácidas e básicas fracas que são capazes de indicar o caráter predominante da solução por meio de apresentação de cores diferentes.

Vamos supor um indicador ácido, que será representado por HInd e sua base conjugada, Ind. Em água, tal indicador descreve a seguinte reação:

Anuncie aqui

HInd + H2O → Ind + H3O+

Quando o meio está ácido (excesso de H3O+), o sistema se desloca para a produção de HInd. Quando o meio está básico (ausência de H3O+), o sistema se desloca para a produção de Ind. Ocorre que HInd e Ind apresentam cores diferentes e, dessa forma, a depender do caráter ácido ou básico do meio, permitirão uma indicação visual do meio.

Líquido sendo manuseado em um laboratório, em alusão aos ácidos e bases.
Indicadores ácido-base mudam de cor de acordo com o nível de acidez ou alcalinidade do meio reacional.

A teoria de Bronsted e Lowry também auxilia na compreensão do caráter básico de espécies que não apresentam o íon hidróxido, OH, na sua constituição. É o caso da amônia, NH3, que ao reagir com HCl, demonstra seu caráter básico, ocorrendo a reação em meio aquoso ou não:

HCl + NH3 → NH4+ + Cl

  • Teoria eletrônica (teoria de Lewis)

Outra teoria, muito mais abrangente, é a teoria eletrônica, desenvolvida em 1923 por Gilbert Newton Lewis. A teoria de Lewis objetiva quebrar a dependência da existência do hidrogênio para espécies ácidas, ao afirmar que um ácido é qualquer espécie capaz de aceitar pares de elétrons de uma espécie doadora, que serão consideradas como bases. Assim, mediante os trabalhos de Lewis, o conceito de ácido e base se tornava algo universal, independentemente do ambiente químico em que as espécies estivessem presentes.

Assim, uma reação ácido base geral, segundo a teoria de Lewis, seria:

Anuncie aqui

A + :B → A:B

A espécie A:B pode ser chamada de diversos nomes, como, por exemplo, sal, aduto ou complexo. A teoria de Lewis trouxe o conceito de eletrófilo e nucleófilo: os eletrófilos são ácidos de Lewis, ou seja, espécies positivas (E+) que buscam se ligar a espécies ricas em elétrons, enquanto nucleófilos são bases de Lewis, ou seja, espécies negativas (Nu) que buscam espécies deficitárias em elétrons para se ligarem.

A teoria de Lewis também foi importante para consolidar ácidos e bases como catalisadores, além da teoria de ácidos e bases moles e duros e a aplicação de química quântica para reações ácido-base.

Veja também: Funções inorgânicas — tudo o que você precisa saber sobre ácidos, bases, sais e óxidos

Nomenclatura de ácidos e bases

As nomenclaturas de espécies ácidas e básicas seguem as regras de nomenclatura dispostas no Nomenclature of Inorganic Chemistry, o chamado Livro Vermelho da União Internacional de Química Pura e Aplicada (IUPAC), cuja última edição data de 2005.

Nomenclatura dos ácidos

Quanto aos ácidos, devemos entender que alguns (os mais tradicionais) apresentam nomes históricos, muito utilizados e difundidos, que fogem às regras gerais de nomenclatura inorgânica. Para esses ácidos, faz-se uma divisão em hidrácidos e oxiácidos.

Anuncie aqui

Os hidrácidos são aqueles que não apresentam átomos de oxigênio na sua estrutura, enquanto os oxiácidos apresentam. Todos os hidrácidos terão a nomenclatura geral:

ácido (nome do elemento)ídrico

Dessa forma, temos, por exemplo:

  • HF: ácido fluorídrico;
  • H2S: ácido sulfídrico;
  • HCl: ácido clorídrico;
  • HBr: ácido bromídrico;
  • HI: ácido iodídrico.

Existe o caso específico do HCN, um composto ácido que apresenta o íon cianeto (CN). Dessa forma, seu nome é ácido cianídrico.

os oxiácidos terão sua nomenclatura de acordo com a quantidade de átomos de oxigênio presentes na estrutura do ácido:

Para aqueles que apresentam menor teor de oxigênio: ácido (nome do elemento)oso

Anuncie aqui

Para aqueles que apresentam maior teor de oxigênio: ácido (nome do elemento)ico

Dessa forma, temos, por exemplo:

  • HNO3: ácido nítrico (maior teor de oxigênio);
  • HNO2: ácido nitroso (menor teor de oxigênio).

Isso também vai se aplicar nos seguintes casos:

  • H2SO3 (ácido sulfuroso) e H2SO4 (ácido sulfúrico);
  • H3PO3 (ácido fosforoso) e H3PO4 (ácido fosfórico).

Alguns elementos formam apenas um único oxiácido. Nesse caso, terão o sufixo -ico apenas.

  • H3BO3: ácido bórico;
  • H2CO3: ácido carbônico.

Os halogênios (elementos do grupo 17) possuem a capacidade de formar até quatro oxiácidos. Nesse caso, são utilizados os prefixos hipo-, para teores de oxigênio menores que os ácidos terminados em -oso, e per-, para teores de oxigênio maiores que os ácidos terminados em -ico. Vejamos exemplos:

  • HClO: ácido hipocloroso;
  • HClO2: ácido cloroso;
  • HClO3: ácido clórico;
  • HClO4: ácido perclórico.

Nomenclatura das bases

As bases inorgânicas, entretanto, já seguem um sistema de nomenclatura mais simples, de modo que sua nomenclatura geral é:

Anuncie aqui

hidróxido de (nome do elemento) (carga do cátion em algarismo romano)

Dessa forma, temos:

  • Fe(OH)2: hidróxido de ferro(II);
  • Fe(OH)3: hidróxido de ferro(III);
  • CuOH: hidróxido de cobre(I);
  • Cu(OH)2: hidróxido de cobre(II);
  • Au(OH)3: hidróxido de ouro(III);
  • Pb(OH)4: hidróxido de chumbo(IV).

Alguns cátions adquirem sempre a mesma carga, como no caso dos cátions de metais alcalinos, alcalino-terrosos, prata, zinco e alumínio, além do cátion composto amônio. Dessa forma, o indicativo de carga é desnecessário, uma vez que não há variação possível:

  • NaOH: hidróxido de sódio;
  • Ca(OH)2: hidróxido de cálcio;
  • Al(OH)3: hidróxido de alumínio;
  • AgOH: hidróxido de prata;
  • Zn(OH)2: hidróxido de zinco;
  • NH4OH: hidróxido de amônio.

Ácidos e bases no cotidiano

Os ácidos e as bases estão presentes em diversos produtos que fazemos uso em nosso cotidiano. Em alimentos, por exemplo, é comum a presença do ácido cítrico, que está presente no limão e na laranja, além de ser usado como conservante e acidulante em outros alimentos. O ácido fosfórico é muito utilizado na indústria de bebidas refrigerantes, principalmente os de sabor cola. Além de atuar como acidulante e conservante, seu sabor ácido ajuda a equilibrar a doçura da bebida.

Copo com refrigerante de cola, bebida que contém ácido, usado no cotidiano.
O ácido fosfórico está presente em refrigerantes de cola.

O ácido etanoico, comercializado sobre o nome de ácido acético, é o principal constituinte do vinagre, o qual é empregado como tempero para saladas e vem sendo explorado também como produto de limpeza.

Outro ácido muito importante para nós é o ácido clorídrico, o qual está presente em nosso estômago, propiciando um pH ideal para a digestão de alguns alimentos. Já o ácido hipocloroso possui grande poder desinfetante, o qual pode ser produzido durante o manuseio adequado da água sanitária. A aspirina, um dos fármacos mais antigos sintetizados pelo ser humano, a qual atua para dor e febre, é, na verdade, o ácido acetilsalicílico.

Anuncie aqui

Dentre as bases, destaca-se o hidróxido de sódio, comercializado sob o nome de soda cáustica. É empregado como desentupidor de encanamentos, além de ser usada na fabricação de sabão. As bases hidróxido de magnésio e hidróxido de alumínio são utilizadas como medicamentos antiácidos, para aliviar o excesso de acidez em nosso estômago.

Mão segurando pote de soda cáustica, exemplo de base usada no cotidiano.
Hidróxido de sódio (NaOH) é uma base comercializada sob o nome de soda cáustica.

a amônia, que quando hidratada forma o hidróxido de amônio, é empregada na fabricação de fertilizantes nitrogenados, além de ser empregada como gás refrigerante e na indústria têxtil, provendo um bom acabamento aos tecidos de algodão. É aplicada também no tratamento de cabelos, aumentando o pH dos cabelos durante o processo de coloração, auxiliando na abertura das cutículas, facilitando a deposição da tintura no córtex (camada interna do cabelo). Por fim, também se destaca os compostos de amônia em soluções de limpeza doméstica e industrial.

Saiba mais: Qual a diferença entre pH e pOH?

Exercícios resolvidos obre ácidos e bases

Questão 1. (UNIFOR – Demais cursos/2025.1) As teorias ácido-base são amplamente utilizadas na indústria química e farmacêutica, permitindo o desenvolvimento de novos produtos e processos mais eficientes e sustentáveis. Por exemplo, a compreensão das reações ácido-base permite o controle preciso de pH em processos de produção de alimentos e bebidas, garantindo a segurança alimentar e a qualidade dos produtos.

Disponível em: https://crqsp.org.br/a-importancia-das-teorias-acido-base/. Acesso em: 08 out. 2024. (Adaptado)

Considerando as teorias ácido e base, qual das substâncias listadas representa uma base de Brönsted-Lowry, mas não representa uma base de Arrhenius?

Anuncie aqui
  1. HNO3.
  2. NH3.
  3. CH3CH2OH.
  4. KOH.
  5. KMnO4.

Resposta: Letra B

Arrhenius determinava que bases eram compostos que, em solução aquosa, produziam o íon OH. Contudo, isso não conseguiria prever NH3 como sendo uma base, sendo possível apenas com a teoria de Bronsted-Lowry, a qual indica que a amônia reage com a água, de modo a retirar um próton desta (a qual atua como ácido), formando a espécie NH4+ e, consequentemente, o íon OH.

Questão 2. (USS – Univassouras – Medicina/2024.2) A substância de fórmula molecular HI é um ácido empregado como agente esterilizante em aplicações hospitalares.

Esse ácido é nomeado:

  1. iódico.
  2. iodoso.
  3. iodídrico.
  4. periódico.

Resposta: Letra C.

O ácido HI é considerado como um hidrácido (não possui oxigênio na estrutura) e, dessa forma, apresenta o sufixo -ídrico. Por isso, seu nome é ácido iodídrico.

Anuncie aqui

Fontes

ATKINS, P.; JONES, L.; LAVERMAN, L. Princípios de Química: questionando a vida e o meio ambiente. 7. ed. Porto Alegre: Bookman, 2018.

AVANZI QUÍMICA. O que é ácido cítrico? Tudo o que você precisa saber sobre este ingrediente versátil. Blog Avanzi Química, [s. l.], [202-?]. Disponível em: https://avanziquimica.com.br/blog/blog-p/cuidados-produtos-quimicos/o-que-e-acido-citrico-tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-este-ingrediente-versatil.

AVANZI QUÍMICA. Ácido fosfórico como agente acidificante em alimentos: regulamentações e limites essenciais. Blog Avanzi Química, [s. l.], [202-?]. Disponível em: https://avanziquimica.com.br/blog/blog-p/cuidados-produtos-quimicos/acido-fosforico-como-agente-acidificante-em-alimentos-regulamentacoes-e-limites-essenciais.

CHAGAS, Aécio Pereira. Teorias ácido-base do século XX. Química Nova na Escola, [s. l.], n. 9, p. 7-14, maio 1999. Disponível em: https://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc09/historia.pdf.

SILVA, Paula de A. S. da; DUPIM, Mariana dos S.; CHAZIN, Eliza de L. Ácido acético. Revista Virtual de Química, [s. l.], v. 7, n. 6, p. 2647-2662, ago. 2015. Disponível em: https://rvq-sub.sbq.org.br/index.php/rvq/article/view/1274/667.

Anuncie aqui

SOUZA, Cleuzane R.; SILVA, Fernando C. Discutindo o contexto das definições de ácido e base. Química Nova na Escola, [s. l.], v. 40, n. 1, p. 14-18, fev. 2018. Disponível em: https://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc40_1/04-CCD-52-17.pdf.

USIQUÍMICA. Quais são os usos da amônia? Guarulhos: Usiquímica, [202-?]. Disponível em: https://usiquimica.com.br/quais-sao-os-usos-da-amonia/.

POCHTECA BRASIL. Soda cáustica: o que é e para que serve. [S. l.]: Pochteca, [202-?]. Disponível em: https://brasil.pochteca.net/soda-caustica-o-que-e-e-para-que-serve/.

Quadro com resumo sobre a diferença entre ácidos e bases.
Ácidos e bases são espécies químicas antagônicas. (Créditos: Isa Galvão| Brasil Escola)
Escritor do artigo
Escrito por: Stéfano Araújo Novais Stéfano Araújo Novais, além de pai da Celina, é também professor de Química da rede privada de ensino do Rio de Janeiro. É bacharel em Química Industrial pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e mestre em Química pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Deseja fazer uma citação?
NOVAIS, Stéfano Araújo. "Ácidos e bases"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/quimica/comparacao-entre-acidos-bases.htm. Acesso em 02 de julho de 2026.
Copiar

Videoaulas


Professor ao lado do texto"Comparação entre Ácidos e Bases".
📽 Reproduzindo