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História da escrita

A história da escrita é marcada por diversas transformações ao longo do tempo. Iniciou-se há mais de cinco mil anos, na antiga Mesopotâmia.

Pessoa digitando em uma máquina de escrever, parte importante da história da escrita.
A escrita acompanha o ser humano desde o início de sua história.
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A história da escrita é marcada por diversas transformações ao longo do tempo. Ela se iniciou por volta de 3200 a.C., quando os sumérios desenvolveram o primeiro sistema de escrita fonético largamente utilizado, a escrita cuneiforme. Esse sistema foi usado por diversos povos e por mais de dois milênios.

Os fenícios, povo que vivia na região do Levante, no atual Líbano e Síria, desenvolveu o primeiro alfabeto, utilizado principalmente nos registros das suas relações comerciais no Mediterrâneo. O alfabeto fenício foi adotado e aperfeiçoado por diversos povos, como gregos, etruscos e romanos.

No Oriente, na China, a escrita também foi criada de forma autônoma, aparentemente sem influência de outros povos. A escrita chinesa evoluiu de uma escrita pictográfica utilizada em rituais de adivinhação para os atuais caracteres chineses que ainda são utilizados na China e em outros países do Oriente. Na América Central, a escrita também se desenvolveu e foi utilizada por diversas civilizações, entre elas os maias. 

Leia também: Qual é a história da literatura?

Tópicos deste artigo

Resumo sobre história da escrita

  • A história da escrita é marcada por diversas transformações ao longo do tempo.
  • Tem milhares de anos e contou com a contribuição de diversos povos.
  • A escrita se desenvolveu de forma independente em três lugares diferentes, Mesopotâmia, China e Mesoamérica.
  • O desenvolvimento do comércio e da administração estatal foi responsável pela origem da escrita.
  • A escrita cuneiforme é considerada a primeira forma de escrita fonética, ou seja, em que os caracteres representam sons.
  • Os caracteres em cuneiforme eram feitos com um instrumento pontiagudo em uma tábua de argila que era assada em um forno.
  • A escrita hieroglífica se desenvolveu no Egito na mesma época quando a escrita cuneiforme se desenvolvia na Mesopotâmia.
  • Na China, a escrita surgiu durante a Dinastia Shang, e, durante o período dos reinos combatentes, foi desenvolvido o sistema de escrita que evoluiu até o utilizado atualmente na China e em boa parte do Oriente.
  • Na América Central, os olmecas utilizavam uma forma de escrita pictográfica que seria aperfeiçoada por outras civilizações.
  • A evolução da escrita tem sido um longo processo, iniciado ainda na Pré-História e que perdura.
  • Os tipos de escrita são: pictogramas, escrita cuneiforme, escrita hieroglífica, escrita chinesa, glifos da América Central, e alfabeto.
  • A escrita aumentou a capacidade humana de guardar informações. Além disso, as leis passaram a ser registradas e se tornaram públicas, ampliando a cidadania.

Qual a história da escrita?

→ Escrita na Mesopotâmia

Pelos vestígios arqueológicos descobertos até hoje, a escrita cuneiforme, desenvolvida por volta de 3200 a.C., pelos sumérios, é considerada a primeira forma de escrita. No entanto, o processo que levou à escrita cuneiforme começou muito antes, por volta de 8000 a.C., ainda na Pré-História.

Até o terceiro milênio antes de Cristo, a escrita mesopotâmica registrava apenas atividades econômicas, como controle da produção, dos impostos pagos ao Estado ou dos recursos necessários para um exército, por exemplo.

Tablete de argila em escrita cuneiforme, parte importante da história da escrita, exposto no Museu de Ancara, na Turquia.
Tablete de argila em escrita cuneiforme atualmente exposto no Museu de Ancara, na Turquia.[1]

Foram os sumérios que desenvolveram sinais silábicos fonéticos, símbolos para números e a abstração, revolucionando a escrita. A escrita cuneiforme foi adotada por diversos povos, de diferentes línguas, e continuou sendo utilizada para o comércio na região até ser substituída pelo alfabeto.

A escrita cuneiforme possibilitou que mais pessoas fossem alfabetizadas e que mais informações fossem registradas e transmitidas. História de reis, de guerras, de mitos, receitas, cantos e uma infinidade de novas informações passaram a ser registradas em tabletes de argila. A Epopeia de Gilgamesh, considerada por muitos a primeira obra de literatura, foi escrita por volta de 2000 a.C.

A escrita cuneiforme, embora revolucionária, tinha limitações, como o elevado número de caracteres utilizados, cerca de dois mil. A grande inovação dela foi a utilização de caracteres fonéticos, emulando a linguagem falada. Podemos afirmar que a escrita cuneiforme mudou a escrita do campo visual para o auditivo.

→ Escrita no Egito Antigo

No Egito Antigo, os registros mais antigos de hieróglifos estão relacionados ao Rei Escorpião. Ele recebeu esse nome justamente pelo fato de o único artefato representando-o ter uma figura de escorpião ao seu lado, assim como a figura de flor. Esses símbolos são considerados os mais antigos hieróglifos descobertos, embora não mostrassem um sistema de escrita complexo. Vale lembrar que o Rei Escorpião governou o Egito por volta do ano 3200 a.C.

Existiam basicamente quatro tipos de hieróglifos, os mais antigos deles eram pictogramas, imagens que representavam diretamente aquilo que era desenhado. Por exemplo, uma boca representava uma boca e uma perna representava uma perna.

Também existiam hieróglifos que faziam o papel de ideogramas, um hieróglifo que podia representar um verbo, como “comer” ou “correr”. Na nossa civilização, por exemplo, o desenho de um coração pode representar o amor ou o verbo amar.

Também existiam hieróglifos que representavam fonogramas, ou seja, sons. Quando combinados, esses fonogramas formavam palavras. Se fosse em língua portuguesa, os hieróglifos de um pé (lido como pé) e de um Sol (lido como dia) formariam a palavra “pé + dia”, relacionada ao verbo “pedir”. Foi justamente a presença de hieróglifos que representam fonogramas que dificultou o trabalho de muitas pessoas que tentaram decifrar os hieróglifos.

O último tipo de hieróglifo são os chamados determinantes. Os determinantes eram utilizados ao lado de outros hieróglifos para indicar qual o seu real significado. O som dos hieróglifos determinantes não era falado, mas ele indicava o significado de outro hieróglifo, quando este podia ter mais de uma interpretação. O hieróglifo de uma perna, por exemplo, poderia significar “perna” ou “caminhar”; um hieróglifo determinante era utilizado ao lado do hieróglifo da perna para indicar seu significado correto.

Os hieróglifos eram utilizados principalmente em locais sagrados, como templos, mastabas, pirâmides, entre outros. A maior parte dos egiptólogos acredita que isso ocorria porque os hieróglifos eram considerados a escrita dos deuses e do pós-vida. Saiba mais detalhes sobre a escrita do Egito Antigo clicando aqui.

→ Escrita na Roma Antiga

Os romanos ficaram conhecidos pelo grande império que construíram e por como se apropriavam de tecnologias de povos conquistados; muitas vezes, aperfeiçoando-as.

O alfabeto foi uma tecnologia que os romanos aprenderam com outros povos que viveram na Península Itálica, como gregos e etruscos. Podemos considerar o alfabeto latino, criado pelos romanos por volta do século VII a.C., como uma adaptação do alfabeto etrusco, que, por sua vez, foi construído sobre o alfabeto grego. O alfabeto latino é o alfabeto utilizado hoje na maior parte do mundo, inclusive no Brasil.

A escrita foi largamente utilizada em Roma, primeiramente pelo Estado. As leis romanas foram escritas, a mais famosa delas foi a Lei das Doze Tábuas, escritas em 12 tábuas e afixadas na fachada do Fórum para que todos os cidadãos tivessem acesso a ela. A escrita, ainda, era largamente utilizada na burocracia do império, na comunicação entre as diversas províncias, no controle do tesouro, na produção dos censos, entre muitas outras práticas.

Com a expansão do império, o alfabeto latino passou a ser utilizado em diferentes regiões da Europa, Ásia e África. Grandes bibliotecas existiam em diversas cidades do império, o que facilitou o acesso a conhecimentos de outros povos, sobretudo dos gregos.

→ Escrita na China

A China foi outro lugar no qual a escrita foi desenvolvida de forma independente. Isso ocorreu por volta de 1200 a.C., durante a Dinastia Shang. Os registros mais antigos da escrita chinesa foram feitos em oráculos de casco de tartaruga e ossos de diversos animais. Perguntas ou palavras eram escritas em regiões diferentes do casco, que era então jogado no fogo. Depois de um tempo, o casco rachava ou se quebrava por causa do calor. Era então retirado do fogo e analisado pelos sacerdotes.

Oráculo de casco de tartaruga da Dinastia Shang, exemplo da escrita chinesa antiga, parte importante da história da escrita.
Um oráculo de casco de tartaruga da Dinastia Shang, um exemplo da escrita chinesa antiga.

No período dos reinos combatentes, entre os séculos V a.C. e III a.C., foi desenvolvido o conjunto de caracteres conhecido como escrita do selo, sistema que evoluiu até os sistemas utilizados atualmente na China e em boa parte do Oriente.

Muitos caracteres do sistema de escrita chinês, chamados de hanzi, correspondem a um morfema, que pode ser lido de diferentes formas, pois representa ideias. Dessa forma, pessoas de diferentes línguas, como um falante de mandarim, de coreano, e de cantonês, por exemplo, podem se comunicar por meio da escrita.

Veja também: Como é o alfabeto japonês?

→ Escrita nas Américas

Outro lugar no qual a escrita se desenvolveu de forma independente foi na América, mais precisamente na América Central. Os olmecas utilizavam uma forma de escrita pictográfica por volta de 1000 a.C. Outras civilizações, como zapotecas e maias, aperfeiçoaram a escrita e elaboraram o que é conhecido como escrita mesoamericana.

Foram identificados seis tipos de línguas mesoamericanas, a mais utilizada foi a língua maia, que passou a ser vista em diversas cidades da Mesoamérica no século IV a.C. Muitos linguistas consideram a escrita maia como hieroglífica, pois ela utilizava caracteres que podiam representar palavras, sons e até mesmo letras.

Os maias registraram boa parte da sua história nas paredes de diversas edificações, como templos e pirâmides, em mídias feitas com casca de árvore e revestidas de gesso, e em pergaminhos. Os maias criaram também caracteres que representavam os números, inclusive um que representava o zero, sendo um dos poucos povos a realizar esse feito. 

Acesse também: Qual é a história da moeda?

Evolução da escrita

A evolução da escrita tem sido um longo processo, iniciado ainda na Pré-História e que perdura. As pinturas rupestres foram as primeiras formas de registro humano, ao menos as primeiras que chegaram aos nossos dias.

A pintura rupestre é considerada o embrião da escrita pictográfica. Um touro representado em uma parede pode ser um caractere pictográfico, mas não existia um sistema de escrita pictográfico, uma vez que não existia uma forma padronizada de escrita.

Com a descoberta da agricultura e da domesticação de animais, iniciou-se o processo de sedentarização humana e o aparecimento das primeiras cidades. As novas atividades econômicas criaram excedentes, o que permitiu o comércio. Foi justamente para registrar as transações comerciais que a escrita se originou.

Na Mesopotâmia foi criado o primeiro sistema de escrita, a escrita cuneiforme. Seu nome foi dado pelos gregos e significa “em forma de cunha”. Recebeu esse nome por causa do formato de seus caracteres, que pareciam pequenas cunhas.

Apesar disso, foram os fenícios que realizaram a grande revolução na escrita, quando desenvolveram o alfabeto. Antes, as formas de escrita existentes tinham centenas ou milhares de caracteres. Com o alfabeto, eram necessários pouco mais de 20 caracteres. O alfabeto facilitou a leitura e a escrita e passou a ser utilizado por muitos povos, inclusive foram os romanos que criaram o alfabeto latino, do qual surgiu o nosso alfabeto.

Tipos de escrita

→ Pictogramas

Um pictograma é um símbolo que representa um objeto ou um conceito. Ainda hoje utilizamos pictogramas, como nas placas de banheiro, grafadas com um desenho de distinção de gênero, e em locais relacionados à saúde, com a cruz vermelha, entre tantos outros símbolos.

Diversos povos desenvolveram pictogramas e sistemas de escrita pictográficas, como mesopotâmicos, egípcios, chineses, indianos, entre outros.

Placa de argila da Mesopotâmia na qual é possível ver pictogramas, partes importantes da história da escrita.
Placa de argila da Mesopotâmia de cerca de 3000 a.C., na qual é possível ver o pictograma de cevada na parte central superior.[2]

→ Escrita cuneiforme

Foram os sumérios que desenvolveram o sistema de escrita cuneiforme por volta de 3200 a.C. A escrita cuneiforme foi utilizada por quase três mil anos na Mesopotâmia e demais regiões do Crescente Fértil.

Escrita cuneiforme em tábua de argila sumeriana, parte importante da história da escrita.
Escrita cuneiforme em tábua de argila sumeriana.

No século XIX, diversos pesquisadores conseguiram decifrar a escrita cuneiforme e grandes descobertas passaram a ser feitas sobre os antigos mesopotâmicos. Atualmente o Museu Britânico possui a maior coleção de tábuas mesopotâmicas, com mais de 130 mil delas em seu acervo. A principal coleção do museu é formada por tábuas da Biblioteca de Assurbanipal, que contêm, entre outros tesouros, a versão mais antiga do mito do dilúvio, presente na Epopeia de Gilgamesh.

→ Escrita hieroglífica

Hieróglifos são os caracteres de uma das formas mais antigas de escrita e foram utilizados no antigo Egito por mais de 3000 anos. Eles evoluíram de um sistema de escrita pictórica, que utiliza figuras para representar palavras, para um sistema complexo de escrita que mistura fonemas, pictogramas, ideogramas e determinativos.

No início os hieróglifos eram utilizados em todos os registros escritos cotidianos, como registros administrativos do Estado, de relações comerciais, entre outros.

Com o tempo, novas formas de escrita mais simples surgiram, como a hierática e a democrática, que passaram a ser utilizadas nos registros não sagrados. Os hieróglifos passaram a ser utilizados somente em templos, túmulos, no Livro dos Mortos e nas pirâmides.

Vale lembrar que os hieróglifos foram utilizados por milhares de anos. Nesse período, a língua egípcia mudou, assim como a escrita hieroglífica. Para saber mais detalhes sobre os hieróglifos, clique aqui.

→ Escrita chinesa

A escrita chinesa também evoluiu com base num sistema de escrita pictográfica. Nos primórdios da Dinastia Shang (1600 a.C.-1045 a.C.), os chineses utilizavam o Jiaguwen — a escrita pictográfica realizada em cascos de tartarugas e ossos de animais.

Pessoa escrevendo com o sistema de escrita chinês, parte importante da história da escrita.
A escrita chinesa é uma das mais antigas ainda em uso.

A Jiaguwen evolui para a escrita do selo, que, por sua vez, evoluiu para os diversos conjuntos de caracteres utilizados atualmente. A escrita chinesa foi adotada pelo Japão, Coreia e Vietnã e influenciou a escrita de diversos países da região.

→ Glifos da América Central

Na América Central se desenvolveram alguns sistemas de escrita, dos quais apenas o maia foi decifrado pelos linguistas. Os primeiros registros da escrita maia são do século III a.C. Os caracteres da escrita maia, também chamados de glifos ou hieróglifos maias, são logogramas, representando conceitos concretos ou abstratos. Alguns glifos eram complementares, representando sílabas da língua maia.

Exemplo de glifos maias esculpidos em uma estela na Guatemala, parte importante da história da escrita.
Exemplo de glifos maias esculpidos em uma estela na Guatemala.

Geralmente a escrita maia era feita em colunas com dois caracteres, lida da esquerda para a direita e de cima para baixo.

→ Alfabeto

Ainda hoje, na época do comércio global, as empresas buscam formas de tornar o comércio mais rápido. E foi por esse mesmo motivo que os fenícios usaram como referência antigas formas de escrita e criaram o alfabeto, um sistema inovador que facilitou a alfabetização, simplificou a escrita e tornou os registros muito mais rápidos. Os antigos sistemas de escrita utilizavam centenas, às vezes milhares de caracteres, o alfabeto fenício tinha menos de 30 caracteres.

Por volta do século VIII a.C., os gregos adaptaram o alfabeto fenício para a sua língua, acrescentando as vogais, que não existiam no alfabeto anterior. Os romanos se apropriaram do alfabeto grego, modificando novamente seus caracteres, dando origem ao alfabeto latino, que deu origem ao alfabeto português.

Importância da escrita

O desenvolvimento da escrita foi uma revolução, pois ela aumentou a capacidade do ser humano de guardar informações. Antes da escrita, o humano dependia da memória para guardar e transmitir informações, boa parte do conhecimento era perdida com o passar das gerações. Com a escrita e o registro dela em tábuas de argila, as informações passaram a ser guardadas por milhares de anos.

Com a escrita, as leis passaram a ser registradas e se tornaram públicas, ampliando a cidadania. No século XVIII a.C., Hamurabi, rei da Babilônia, mandou registrar as leis babilônicas no famoso Código de Hamurabi. A escrita cuneiforme foi utilizada para o registro na pedra de basalto do código. O mesmo fizeram os gregos, como no Código de Gortina; os romanos, com as Leis das Doze Tábuas; e nós, com a Constituição.

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Curiosidades sobre a história da escrita

  • A receita de cerveja mais antiga encontrada até hoje foi escrita em uma placa de argila, em escrita cuneiforme, há cerca de quatro mil anos. A receita mesopotâmica levava água, cevada e ervas aromáticas.
  • O teclado QWERTY foi desenvolvido no século XIX para máquinas de escrever e ainda hoje é o modelo adotado pelos teclados de alfabeto latino.
  • As teclas QWERTY eram as mais utilizadas na língua inglesa, e seu posicionamento no teclado tinha o objetivo de evitar o travamento da máquina de escrever.
  • O alfabeto latino utilizado pelos romanos só tinha letras maiúsculas. As letras minúsculas passaram a ser utilizadas na Idade Média.
  • Nas primeiras tipografias, as letras eram organizadas em caixas, e as letras maiúsculas, utilizadas com menor frequência, ficavam guardadas nas partes altas das prateleiras. Daí surgiu as expressões, muito comuns até hoje, “caixa alta”, para letras maiúsculas, e “caixa baixa”, para as letras minúsculas.
  • O Codex Sassoon, considerado a Bíblia hebraica mais antiga, foi vendido em 2023 por 38,1 milhões de dólares, tornando-se o manuscrito mais caro comercializado até hoje.

Créditos das imagens

[1]EvrenKalinbacak / Shutterstock

[2]Adam Jan Figel / Shutterstock

Fontes

FISCHER, Steven Roger. História da Escrita. Editora UNESP, São Paulo, 2009.

GUARINELLO, Norberto Luiz. História antiga. Editora Contexto, São Paulo, 2013.

LÉVÊQUE, Pierre. As primeiras civilizações: da idade da pedra aos povos semitas. Edições 70, São Paulo, 2013.

PEREGALLI, Enrique. A América que os europeus encontraram. Editora Atual, São Paulo, 2019.

Escritor do artigo
Escrito por: Jair Messias Ferreira Junior Pós-graduado em História pela Unicamp e professor da Educação Básica há mais de 20 anos. Também é formador de professores e produtor de materiais didáticos há mais de 10 anos.

Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja:

JUNIOR, Jair Messias Ferreira. "História da escrita"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/historia-da-escrita.htm. Acesso em 24 de junho de 2024.

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