Platão era um crítico da democracia porque acreditava que a maioria das pessoas não possuía a capacidade intelectual necessária para tomar decisões políticas sábias e justas. Ele acreditava que a democracia era um sistema político instável e suscetível à influência de líderes demagógicos e populistas, que poderiam manipular a opinião pública em benefício próprio. Além disso, Platão considerava que a busca pelo bem comum deveria ser orientada por filósofos e governantes sábios, que possuíam conhecimento e virtude para guiar a sociedade de forma justa e equilibrada. Por isso, ele defendia a ideia de uma aristocracia intelectual como a forma ideal de governo, em que os mais virtuosos e capacitados estariam no poder.