Após as críticas iluministas, as monarquias européias enfrentaram desafios e transformações significativas. A ideia de poder absoluto dos monarcas foi questionada e surgiram movimentos em defesa da limitação do poder real, como a separação dos poderes e a garantia dos direitos individuais. Além disso, houve pressão por maior participação popular nas decisões políticas e pela adoção de ideais de liberdade, igualdade e fraternidade.
As monarquias europeias foram obrigadas a se adaptar a essas mudanças e muitas delas passaram por processos de transformação, como a abolição de privilégios da nobreza, a elaboração de constituições e a divisão dos poderes do Estado. A Revolução Francesa, por exemplo, influenciou significativamente o processo de enfraquecimento do poder monárquico na Europa, culminando em eventos como a queda da monarquia absolutista na França.
No século XIX, com o avanço dos ideais liberal e democrático, várias monarquias europeias se viram obrigadas a se modernizar e ceder parte de seu poder às instituições representativas. A transformação das monarquias em monarquias constitucionais, com a divisão de poderes e a garantia de direitos individuais, foi uma das principais consequências das críticas iluministas sobre o absolutismo monárquico.