Guiana

A Guiana é um país sul-americano de 836 mil habitantes. É o único do subcontinente que tem o inglês como língua oficial, tendo sido colônia britânica entre 1831 e 1966.

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A Guiana, ou República Cooperativa da Guiana, é um país da América do Sul. Seu território está situado no norte do subcontinente, onde faz fronteira com Venezuela, Suriname e Brasil, além de ser banhado pelo Oceano Atlântico. A Guiana é um dos países da Amazônia, contém uma vegetação florestal densa e bem preservada, além de uma extensa rede hidrográfica e clima equatorial quente e úmido. A população atual da Guiana é de 836.000 habitantes, maioria dos quais vive nas cidades litorâneas como Georgetown, capital do país. A economia guianense tem como base a exploração e comercialização de petróleo, além da mineração e da agricultura.

Leia também: Onde fica o Caribe?

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Tópicos deste artigo

Resumo sobre a Guiana

  • Guiana, oficialmente República Cooperativa da Guiana, é um país da América do Sul localizado no norte do subcontinente.
  • Sua capital é a cidade de Georgetown.
  • É banhado pelo Oceano Atlântico e faz fronteira com Venezuela, Suriname e Brasil.
  • A Guiana é um país independente, e não deve ser confundida com a Guiana Francesa.
  • Tem clima equatorial quente e úmido, relevo planáltico e vegetação formada pela Amazônia.
  • Com 836.000 habitantes, é o segundo país menos populoso da América do Sul. A maioria da sua população vive em cidades como Georgetown, com 109.000 habitantes.
  • A economia da Guiana é, atualmente, baseada na obtenção e exportação de petróleo. A mineração e a agricultura são igualmente importantes para o país.
  • O turismo tem apresentado crescimento expressivo na Guiana. Suas paisagens naturais são o principal atrativo, assim como as praias.
  • A Guiana apresenta deficit de infraestrutura no setor sanitário, especialmente considerando o meio rural. Além disso, o país é dependente do petróleo para a geração de energia.
  • A cultura da Guiana se formou a partir das influências dos indígenas centro e sul-americanos, africanos e europeus.
  • Indígenas aruaques e caraíbas foram os primeiros a habitarem a Guiana. No século XV, os neerlandeses foram os primeiros europeus a se estabelecerem no país.
  • A Guiana foi colônia britânica entre 1831 e 1966, quando declarou a sua independência.

Dados gerais da Guiana

  • Nome oficial: República Cooperativa da Guiana.
  • Gentílico: guianês.
  • Extensão territorial: 214.969 km².
  • Localização: América do Sul.
  • Capital: Georgetown.
  • Clima: equatorial.
  • Governo: república parlamentarista.
  • Divisão administrativa: 10 regiões administrativas.

Barima–Waini

Cuyuni–Mazaruni

Demerara–Mahaica

Berbice Oriental–Corentyne

Ilhas do Essequibo–Demerara Ocidental

Mahaica–Berbice

Pomeroon–Supenaam

Potaro–Siparuni

Alto Tacutu–Alto Essequibo

Alto Demerara - Berbice

  • Idioma: inglês (oficial).
  • Religiões:
    • Hinduísmo: 24,8%;
    • Pentecostalismo: 22,8%;
    • Catolicismo: 7,1%;
    • Islamismo: 6,8%;
    • Adventista do Sétimo Dia: 5,4%;
    • Anglicanismo: 5,2%;
    • Sem religião: 3,1%;
    • Outras: 24,8%.

  • População: 836.000 habitantes.
  • Densidade demográfica: 4,2 hab./km².
  • Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): 0,776.
  • Moeda: dólar guianense (GYD).
  • Produto Interno Bruto (PIB): US$ 33,96 bilhões.
  • PIB per capita: US$ 33.170.
  • Gini: 0,450.
  • Fuso horário: GMT-4.
  • Relações exteriores:
    • Banco Mundial;
    • Comunidade das Nações (Commonwealth);
    • Comunidade do Caribe (Caricom);
    • FMI;
    • OEA;
    • OMC;
    • ONU.

Bandeira da Guiana

Bandeira da Guiana.

Mapa da Guiana

Mapa da Guiana.

Qual a diferença entre Guiana e Guiana Francesa?

Guiana e Guiana Francesa são dois territórios sul-americanos que apresentam definição política distinta. Entenda:

  • Guiana é um país independente e soberano;
  • Guiana Francesa é uma coletividade territorial da França, portanto, subordinada politicamente ao país europeu.

Veja também: Quantos e quais países fazem fronteira com o Brasil?

Geografia da Guiana

A Guiana é um país de 214.969 km², localizado no norte da América do Sul, e tem como capital a cidade de Georgetown. O território guianense é banhado pelo oceano Atlântico e estabelece fronteira com os seguintes países:

Está situada em uma área de baixa latitude no Hemisfério Norte do planeta Terra, o que influencia a maior parte dos seus aspectos físicos e geográficos, que conheceremos a seguir.

  • Clima da Guiana

A Guiana é um país de clima tipicamente equatorial, caracterizado pelo calor, pela baixa amplitude térmica anual e pela elevada umidade relativa do ar. A exceção fica com o litoral, que, por conta da maritimidade e da incidência direta dos ventos alísios, apresenta temperaturas menores e mais equilibradas do que o interior. A temperatura média na Guiana varia entre 25 e 27º C. Enquanto isso, o volume anual de chuvas pode chegar a quase 3.000 mm em algumas áreas do país.

  • Relevo da Guiana

Vale dividido pelo rio Potaro, na Guiana.
Paisagem formada pelo vale do rio Potaro, na Guiana.

O relevo da Guiana é formado por um vasto conjunto de planaltos que integram a unidade geomorfológica do Planalto das Guianas, que compreende, além do país em questão, uma parte do norte do Brasil e os territórios vizinhos, como Venezuela, Suriname e Guiana Francesa. Inclui áreas de altitude elevada e intensamente acidentadas como a Serra de Pacaraima, onde fica o Monte Roraima, situado na tríplice fronteira entre Guiana, Brasil e Venezuela. No litoral da Guiana, predominam os terrenos de baixa altitude e suavemente ondulados que caracterizam as planícies.

  • Vegetação da Guiana

A Guiana é um dos países da Amazônia, bioma sul-americano de maior biodiversidade do mundo. A maior parte da sua vegetação é, por isso, formada pela floresta equatorial densa e sempre-verde, com diferentes espécies de plantas e animais. Os manguezais, tipo de vegetação litorânea, também fazem parte da composição natural da Guiana.

  • Hidrografia da Guiana

O clima da Guiana favorece a manutenção de uma densa rede hidrográfica em seu território, que é formada por rios e riachos perenes. Esse aspecto é, inclusive, expresso no nome do país, conforme veremos adiante. O principal e maior curso d’água do país é o rio Essequibo, com 1.014 km de extensão que nasce na fronteira com o Brasil e corre no sentido norte até o Oceano Atlântico. Outros importantes rios da Guiana são os rios Corentine, Berbice e Demerara.

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Demografia da Guiana

Vista aérea de casas e pequenos edifícios da cidade de Georgetown, capital da Guiana.
Georgetown é a capital e a cidade mais populosa da Guiana.

A Guiana é o segundo país menos populoso da América do Sul, com 836.000 habitantes. Fica atrás somente do Suriname. Além disso, pode ser considerado um território pouco povoado, tendo uma densidade demográfica muito baixa, que é de apenas 4,2 hab./km². A distribuição populacional sobre a Guiana acontece de maneira desigual, havendo grande concentração na faixa costeira e nas cidades.

Como sendo um país urbanizado, a Guiana tem 74,2% da sua população vivendo em centros urbanos, enquanto 25,8% habita no meio rural. A cidade mais populosa da Guiana é a sua capital, Georgetown, que possui 109.900 habitantes, pouco mais de 13% da população nacional. Golden Grove, Linden e Tuschen são outras cidades que concentram um grande número de habitantes, e ficam localizadas a poucos quilômetros da capital guianense.

Economia da Guiana

A Guiana tem Produto Interno Bruto (PIB) de US$ 33,96 bilhões e é, por isso, a segunda menor economia nacional da América do Sul, ficando atrás apenas do Suriname. Na última década, o país tem apresentado rápido crescimento econômico em função da descoberta de grandes reservas de petróleo que aconteceu em 2015. Hoje, a Guiana conta com 11 bilhões de barris desse combustível fóssil, e produz cerca de 747 mil barris todos os anos, ocupando a 26ª posição no ranking mundial dos principais produtores de petróleo do mundo.

O petróleo passou a dominar a cesta de exportação da Guiana. O país destina ao mercado externo um valor de US$ 20,4 bilhões em petróleo, o que representa quase 82% de todo o montante que é comercializado pelo país. Em segundo lugar estão contêineres de carga ferroviária e, depois, ouro. Juntos, eles representam apenas 10% das exportações do país sul-americano. Os seus principais parceiros comerciais são Estados Unidos, Países Baixos, Panamá, Alemanha e Trinidade e Tobago.

Podemos notar, então, a importância do setor terciário e do setor primário na economia da Guiana. Além da exploração de petróleo, o país é conhecido pela produção de bauxita, ouro, cobre e minério de ferro. Na agricultura, os cultivos comerciais são os de cana-de-açúcar, milho, banana e frutas cítricas. A indústria da Guiana está muito atrelada ao setor primário, notadamente na produção de alumínio e de alimentos, além de roupas e outros bens de consumo.

  • Turismo na Guiana

Cataratas de Kaieteur, um dos atrativos turísticos naturais da Guiana.
Cataratas de Kaieteur, um dos atrativos turísticos naturais da Guiana.

O turismo é uma atividade econômica em expansão na Guiana. A cultura e os monumentos naturais encontrados no território guianês são os seus maiores atrativos turísticos. Alguns deles são compartilhados com o Brasil, como o Monte Roraima, que fica na tríplice fronteira entre Guiana, Brasil e Venezuela, e a Savana de Rupununi, situada cerca de 200 km a leste de Boa Vista, capital do estado brasileiro de Roraima, e onde é possível conhecer a comunidade indígena Katoonarib.

Por conta do relevo, o país dispõe de quedas d’água como as Cataratas de Kaieteur, que atraem principalmente aqueles interessados no ecoturismo e no turismo de aventura. O litoral da Guiana é igualmente requisitado pelos visitantes nacionais e internacionais, destacando-se a Praia 63 e Shell Beach.

Infraestrutura da Guiana

A Guiana é um país emergente que enfrenta problemas com a sua infraestrutura, que não atende toda a população. As redes seguras de saneamento básico contemplam somente 34,1% daqueles que vivem nas cidades que, como vimos, são a maioria. No meio rural, esses serviços atendem 48% da população, de acordo com informações da ONU. Os recursos hídricos são abundantes na Guiana, e recentemente foi anunciado que a maior parte dos habitantes do país possui acesso à água potável, assim como à energia elétrica.

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Apesar de ser um país com uma rede hidrográfica extensa, mais densa até do que a malha rodoviária, a Guiana é altamente dependente do petróleo para a geração de energia. Os combustíveis fósseis respondem por 96,7% da sua matriz energética, enquanto somente 3,3% dela é formada por fontes renováveis. Ainda assim, a biomassa é dominante entre as fontes limpas, e representa 1,6% da matriz energética do país. Na sequência vem a energia solar, com 1,4%, e só então as hidrelétricas, que correspondem a uma fatia de 0,29% da energia gerada no país.

Governo da Guiana

Prédio da Assembleia Nacional em Georgetown, capital da Guiana.
Prédio da Assembleia Nacional em Georgetown, capital da Guiana.

O sistema de governo da Guiana é o republicano parlamentarista. O chefe de Estado é o presidente da república, enquanto o chefe de governo é o primeiro-ministro. A eleição presidencial no país é feita por meio de um sistema conhecido como voto duplo-simultâneo, em que a população vota para a composição do parlamento guianês. Além de eleger membros para a Assembleia Nacional, órgão do Legislativo, esse método de votação também indica o partido que obteve a maioria dos votos. O presidente da república, então, é apontado pelo partido que detém a maioria no parlamento. O primeiro-ministro, por sua vez, é indicado pelo presidente.

Etimologia da Guiana

O nome da Guiana (Guyana, em inglês) tem origem no termo indígena guiana que significa “terra de muitas águas”, fazendo referência aos inúmeros rios que constituem a rede hidrográfica do país sul-americano.

Cultura da Guiana

A cultura da Guiana foi constituída pela influência dos povos nativos da América do Sul e da América Central, sendo o país muito comparado aos territórios centro-americanos caribenhos. Além dessas populações, os povos africanos, assim como europeus neerlandeses e ingleses participaram da formação da identidade cultural do país. A Guiana é o único país sul-americano que tem o inglês como língua principal, embora seus habitantes também sejam falantes do crioulo guianês, de línguas de povos nativos aruaques e sul-americanos, bem como mandarim e dialetos hindi.

O artesanato produzido pelas populações indígenas é uma das formas de arte mais tradicionais da Guiana, em conjunto com as pinturas de nomes como Frank Bowling e Aubrey Williams. A literatura produzida no país é igualmente importante para a sua cena cultural, e é conhecida mundialmente por obras como Ao Mestre, com Carinho (1959), do escritor E.R. Braithwaite e que foi adaptada para os cinemas em 1965.

A gastronomia é repleta de sabores tradicionais do Caribe e da América do Sul. Um dos pratos mais representativos do país é chamado pepperpot guianês, um ensopado de cozimento lento que é preparado com uma carne (bovina, suína ou de cordeiro), ervas, temperos e um caldo produzido da mandioca chamado cassareep, semelhante ao que conhecemos no Brasil como tucupi preto.

Curiosidades sobre a Guiana

Jogador rebatendo uma bola de críquete, esporte popular na Guiana.
O críquete é um esporte popular na Guiana.
  • Fica nas Cataratas de Kaieteur a cachoeira de maior queda única do mundo, com aproximadamente 225 metros. É, também, uma das mais volumosas.
  • No Dia da República da Guiana, 23 de fevereiro, acontece o festival conhecido como Mashramani, cujas celebrações de rua se assemelham ao Carnaval. Seu nome tem origem aruaque, e significa “celebração após trabalho comunitário árduo”|1|.
  • A Guiana tem uma cobertura florestal de quase 80%, já que a maioria da sua população vive próximo do litoral. Parte significativa dessa floresta é primária, ou seja, não sofreu com o desmatamento.
  • O críquete é um dos esportes mais populares da Guiana.

Saiba mais: Canal do Panamá — o que é, como funciona e qual a sua importância?

História da Guiana

A região onde fica a Guiana tem uma história de ocupação muito antiga, que antecede a chegada dos colonizadores europeus em milhares de anos. Por conta da sua proximidade com os territórios da América Central, além dos indígenas sul-americanos, como os aruaques, os caraíbas também fizeram parte do povoamento inicial da Guiana, tendo contribuído grandemente para a composição da sua cultura e identidade nacional.

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Os primeiros europeus avistaram o local apenas no século XV, quando aportaram na América do Sul, mas a sua exploração das terras guianenses só aconteceu um século mais tarde em função da forte resistência dos povos indígenas. Os neerlandeses foram os primeiros estrangeiros a se estabelecerem no país, o que aconteceu a partir do século XVI. Entrepostos comerciais foram criados pelos neerlandeses ao longo do curso de importantes rios da Guiana e, dessa maneira, eles conseguiram adentrar pelo interior do território.

Pouco tempo depois, já no século XVII, teve início o cultivo de cana-de-açúcar com o uso de mão de obra escravizada, marcando a chegada da população africana. Nesse mesmo período, as disputas territoriais em curso com os espanhóis, que dominavam o oeste da América do Sul, segundo ditava o Tratado de Tordesilhas, foram cessadas mediante a assinatura do Tratado de Münster em 1648.

Houve um breve período de ocupação francesa próximo da costa, mais precisamente, onde hoje fica a capital do país, Georgetown. Entretanto, a presença britânica na Guiana se tornou uma realidade a partir do final do século XVIII, tornando-se definitiva em meio ao período das Guerras Napoleônicas, mais precisamente, em 1814, com a aquisição de territórios como Berbice, Demerara e Essequibo. No ano de 1831, a Guiana se tornou, oficialmente, uma colônia do Reino Unido, e passou a se chamar Guiana Britânica. Com a abolição da escravatura quatro anos mais tarde, houve um intenso fluxo de chegada de indianos no país, os quais atuavam em um sistema de servidão por contrato.

Ao final do século XIX, Guiana e Venezuela entraram em uma disputa pela posse da região de Essequibo, cuja soberania ainda é questionada pelos venezuelanos. Concomitantemente, reformas políticas internas garantiram a maior presença de guianenses em posições de poder. Mais tarde, em 1953, uma nova Constituição passou a vigorar, e foi garantido sufrágio universal no país. A partir de então, teve início um processo que culminaria na independência da Guiana, consolidada no dia 26 de maio de 1966.

Nota

|1| REDAÇÃO. Mashramani: Guyana's Greatest Street Party. GuyanaGo, ago. 2024. Disponível em: https://guyanago.org/blog/mashramani-guide.

Créditos das imagens

Leonid Andronov/ Shutterstock

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Soumyajit Bhowmick/ Shutterstock

Fontes

FUNAG. Topônimos e gentílicos. Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG). Manual de redação oficial e diplomática do Itamaraty, . Disponível em: https://funag.gov.br/manual/index.php?title=Top%C3%B4nimos_e_gent%C3%Adlicos.

IMF. Country Data Profile: Guyana. Disponível em: https://www.imf.org/external/datamapper/profile/GUY.

NOBILE, Rodrigo; RODRIGUES, Mônica. Guiana. Portal Contemporâneo da América Latina e Caribe, 2006-2015. Disponível em: https://sites.usp.br/portalatinoamericano/guiana.

OEC. Country: Guyana. The Observatory of Economic Complexity, [s.d.]. Disponível em: https://oec.world/en/profile/country/guy.

REDAÇÃO. Presidente da Guiana obtém vitória confortável e se declara reeleito. Folha de S.Paulo, 03 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2025/09/presidente-da-guiana-obtem-vitoria-confortavel-e-se-declara-reeleito.shtml.

UN. Guyana. UNData, [s.d.]. Disponível em: https://data.un.org/en/iso/gy.html.

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UNPD. Human Development Index (HDI). Disponível em: https://hdr.undp.org/data-center/country-insights#/ranks.

WORLD BANK. Data360: Guyana. World Bank Group, [s.d.]. Disponível em: https://data360.worldbank.org/en/economy/GUY.

Autor: Paloma Guitarrara
Escrito por Paloma Guitarrara Licenciada e bacharel em Geografia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e mestre em Geografia na área de Análise Ambiental e Dinâmica Territorial também pela UNICAMP. Atuo como professora de Geografia e Atualidades e redatora de textos didáticos.
Revisor(a): Adriana Clara Rocha Rêgo
Revisado por Adriana Clara Rocha Rêgo Licenciada em Letras Português pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás, é preparadora e revisora de textos do Brasil Escola desde 2022.
Deseja fazer uma citação?
GUITARRARA, Paloma. Guiana. Brasil Escola, 2026. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/geografia/guiana.htm. Acesso em 02 de setembro de 2026.
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