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Nicolás Maduro

Nicolás Maduro é o atual presidente da Venezuela e ocupa o cargo desde 2013. Seu governo é polêmico e visto pela comunidade internacional como autoritário.

Nicolás Maduro
Nicolás Maduro é presidente da Venezuela desde 2013 e é acusado de autoritarismo. [1]
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 Nicolás Maduro é o atual presidente da Venezuela, estando nessa função desde 2013. Maduro assumiu a presidência provisória desse país após a morte de Hugo Chávez, sendo eleito presidente naquele mesmo ano. Ingressou na política durante a década de 1990 e, atualmente, é muito criticado pela forma como governa a Venezuela.

O governo de Nicolás Maduro é acusado de ser autoritário e responsável por inúmeras violações dos direitos humanos, incluindo a execução de cidadãos. Além disso, esse governo foi acusado de ser o responsável pela crise econômica que afetou fortemente a Venezuela. Por conta disso, o governo de Maduro sofreu diversas sanções do governo norte-americano.

Leia também: O que é tirania?

Tópicos deste artigo

Resumo sobre Nicolás Maduro

  • Nicolás Maduro é um político que é conhecido por ser o presidente da Venezuela desde 2013.

  • Teve origens simples, trabalhou como motorista de ônibus e ingressou na militância política durante a sua juventude.

  • Ingressou ao PSUV, partido fundado por Hugo Chávez, em 2007.

  • Venceu a eleição presidencial de 2013, derrotando o opositor Henrique Caprilles por uma vantagem mínima de votos.

  • Seu governo é acusado de ser autoritário, corrupto e por ser o grande responsável pela crise econômica que atingiu a Venezuela.

Biografia de Nicolás Maduro

Nicolás Maduro Moros nasceu na capital da Venezuela, Caracas, em 23 de novembro de 1962. Era filho de uma família simples, seu pai chamava-se Nicolás Maduro Garcia, e sua mãe, Teresa de Jesús Moros. O pai de Maduro, inclusive, era bastante engajado com a militância e os movimentos trabalhistas.

Em razão da influência do pai, Maduro, já na fase escolar, envolveu-se com a militância por meio do movimento estudantil. Na fase adulta, Maduro tornou-se motorista de ônibus, trabalhando em uma empresa de transporte coletivo de Caracas. Durante alguns anos, Maduro também foi segurança de um presidente venezuelano chamado José Vicente Rangel.

Enquanto trabalhou como motorista de ônibus, Maduro teve atuação destacada na militância de movimentos trabalhistas e chegou a ser líder do sindicato que defendia os direitos dos motoristas de ônibus da capital do país.

No começo da década de 1990, Maduro aderiu ao Movimento Bolivariano Revolucionário 200, o MBR-200. Esse grupo organizou um golpe militar contra o presidente venezuelano Carlos Pérez em 1992, mas fracassou. Após ingressar no MBR-200, Maduro foi apresentado a Hugo Chávez, na época um militar venezuelano que almejava conquistar o poder do país.

Com o fracasso do golpe militar, Hugo Chávez e outros militares foram presos. A prisão de Chávez fez Maduro e outros militantes de esquerda da Venezuela realizarem uma série de protestos no país exigindo a libertação do militar. Ainda na década de 1990, Maduro foi um dos responsáveis por fundar o Movimento V República (MVR), o partido que lançou Chávez como candidato à presidência em 1999.

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Maduro na política venezuelana

No mesmo ano em que Hugo Chávez concorreu à presidência da Venezuela, Nicolás Maduro concorreu a cargos na política do país. Maduro foi eleito, em 1998, para ocupar um cargo na Câmara dos Deputados e, no ano seguinte, ingressou na Assembleia Nacional Constituinte, instituição que surgiu para elaborar uma nova Constituição para a Venezuela.

Com a nova Constituição, algumas mudanças aconteceram na política da Venezuela, e a Câmara dos Deputados do país foi substituída pela Assembleia Nacional. Em 2000, concorreu a um cargo na Assembleia Nacional pelo MRV e foi eleito. Em 2005, foi reeleito como deputado, mantendo-se na Assembleia Nacional.

Nicolás Maduro manteve-se como deputado na Assembleia Nacional até 2006, quando foi nomeado, por Hugo Chávez, para a função de chefe do Ministério das Relações Exteriores. Maduro manteve-se nessa função até o ano de 2012. Nesse ano, tornou-se vice-presidente do país, após o então vice, Elías Jaua, abandonar o posto.

Ele assumiu a vice-presidência da Venezuela por ser o presidente da Assembleia Nacional. A morte de Hugo Chávez, porém, possibilitou que Maduro almejasse a presidência do país. Antes de morrer, Chávez havia indicado Maduro como seu sucessor, caso não resistisse ao tratamento de câncer.

Com a morte de Chávez, em 2013, Maduro assumiu a presidência interina da Venezuela. Nova eleição presidencial foi convocada, e Maduro disputou a presidência contra Henrique Caprilles. O resultado dessa eleição foi extremamente apertado: Maduro venceu com 50,61% dos votos. Seu opositor obteve 49,12% deles.

  • Partido Socialista Unido da Venezuela, o partido de Nicolás Maduro

O Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) é o atual partido de Nicolás Maduro e foi criado em 2007 por iniciativa do ex-presidente do país, Hugo Chávez. A carreira política de Maduro, no entanto, não se iniciou no PSUV, mas sim no Movimento V República (MVR). O PSUV foi uma iniciativa de Hugo Chávez, logo após as eleições de 2006, para que surgisse um país que agrupasse todos os movimentos de esquerda da nação em um só partido. Maduro ingressou no PSUV no ano de sua fundação.

Uma série de partidos, como o MRV, a Unidade Popular Venezuelana (UPV) e a Liga Socialista (LS), resolveram fundir-se para formar o PSUV, enquanto outros, como o Partido Comunista da Venezuela (PCV), não aceitou a fusão. Na eleição para compor a Assembleia Nacional em 2015, o PSUV obteve apenas 55 assentos, uma perda de 43 cadeiras em relação à eleição de 2010. Em 2014, Nicolás Maduro foi eleito o presidente do partido.

Maduro na presidência da Venezuela

Protestos da população venezuelana contra o governo de Maduro.
Os protestos da população venezuelana contra o governo de Maduro têm se tornado maiores e mais frequentes. [2]

Foi na presidência da Venezuela que Nicolás Maduro alcançou o auge de sua trajetória política. Seu governo, no entanto, é alvo de inúmeras polêmicas por conta do estado caótico em que o país encontra-se desde então. Quando Maduro assumiu a presidência, a Venezuela já demonstrava os primeiros sinais da crise econômica. Desde a sua posse, a situação do país agravou-se exponencialmente.

Na visão da comunidade e de analistas internacionais, a crise na Venezuela é resultado direto da má administração do país por Hugo Chávez e, principalmente, por Nicolás Maduro. A oposição a Maduro no país ainda acusa o presidente de abusar de seu poder, promovendo a perseguição de opositores.

Denúncias de prisões arbitrárias, ameaças, torturas e mesmo execução de opositores do regime foram realizadas. O governo de Maduro afirma que a crise econômica do país é culpa das sanções realizadas pelos Estados Unidos, mas informes de 2012 já evidenciam a falta de itens básicos no país, ou seja, bem antes de quando os EUA impuseram as primeiras sanções econômicas à Venezuela.

De qualquer forma, as sanções econômicas, de fato, impactam a economia venezuelana. Veja, a seguir, algumas delas:

  • bloqueio de 31 toneladas de ouro que pertenciam à Venezuela e que estavam armazenadas em bancos ingleses;

  • imposição de uma licença obrigando empresas norte-americanas a investirem na Venezuela apenas com essa licença emitida pelo governo norte-americano;

  • recebimento de sanções do governo norte-americano por milhares de cidadãos venezuelanos;

  • proibição da venda para a Venezuela de peças que podem ser usadas para material bélico, como peças de avião, por exemplo;

  • proibição da realização de transações econômicas envolvendo moedas digitais por parte do governo venezuelano;

  • sanções a empresas russas que compraram e transportaram petróleo venezuelano.

O governo de Maduro também negou as acusações de autoritarismo, mas existem indícios concretos de que seu regime optou pela via autoritária para governar o país. A Anistia Internacional, por exemplo, chegou a afirmar que as violações dos direitos humanos na Venezuela eram as piores da história daquele país|1|.

A situação na Venezuela tornou-se muito tensa, e parte da oposição ao regime de Maduro optou por ingressar na resistência armada contra o governo. Além da crise política, a crise econômica afetou profundamente a população do país, que sofre com a pobreza.

Essa situação fez com que milhões de pessoas procurassem abrigo nos países vizinhos, como a Colômbia. A falta de alimentos, os baixos salários e a inflação altíssima são grandes problemas para a população do país. Para fins de comparação, no começo de 2019, o salário-mínimo na Venezuela correspondia ao equivalente a 77 reais|2|. Os dados atuais sobre o salário-mínimo venezuelano são conflitantes, mas um levantamento de 2022 aponta que o valor do salário-mínimo era de 103,12|3|.

O autoritarismo de Maduro é evidenciado por ações como a realizada em 2016, quando ele obteve a aprovação da Suprema Corte para a decisão de retirar os poderes da Assembleia Nacional, instituição que representa o Legislativo no país. Além disso, denúncias de extermínio de opositores e críticos do governo são realizadas contra as Forças Especiais da Polícia Bolivariana|4|.

A oposição a Maduro, mediante a situação crítica em que o país se encontra, é tão grande que o presidente foi alvo de um atentado contra a sua vida em 2018. Nesse atentado, Maduro discursava sobre os 81 anos da Guarda Nacional quando uma bomba transportada por um drone explodiu. Ele não se feriu.

Disputa com Juan Guaidó

Juan Guaidó discurando em palanque.
Em janeiro de 2019, Juan Guaidó, presidente da Assembleia Nacional, declarou-se presidente interino da Venezuela. [3]

Em janeiro de 2019, uma nova polêmica se estabeleceu na Venezuela, quando Juan Guaidó, presidente da Assembleia Nacional, declarou-se presidente interino do país. Isso fez parte de um esforço da oposição a Maduro para derrubá-lo da presidência. A ação de Guaidó aconteceu em decorrência da eleição realizada em 2018, quando a oposição acusou essa eleição de ter sido fraudada.

Maduro, naturalmente, não reconheceu o anúncio de Guaidó e atuou para sustentar sua posição na presidência do país. No entanto, países como Brasil, Estados Unidos e Espanha reconheceram Guaidó como presidente da Venezuela na época. Isso trouxe certa instabilidade política para Maduro, mas a atuação de Guaidó não teve o efeito desejado.

Com o passar dos anos, a posição de Guaidó se enfraqueceu e ele perdeu o apoio que possuía. Em 2022, por exemplo, a oposição venezuelana se reuniu e decidiu, por meio de uma votação, encerrar o governo interino de Juan Guaidó. O enfraquecimento de Guaidó deixou a oposição venezuelana momentaneamente sem um líder.

A previsão é de que a oposição venezuelana escolha um candidato para as eleições presidenciais de 2024. Por conta disso, estima-se que em outubro de 2023, primárias serão realizadas entre os partidos de oposição para definição do candidato que enfrentará Maduro e tentará impedir uma reeleição do atual presidente.

Leia também: Daniel Ortega — o político que governa a Nicarágua de forma ditatorial desde 2007

Últimos anos da presidência de Maduro

Em 2020, uma nova tentativa de golpe contra Maduro foi descoberta, quando dois ex-soldados das forças especiais dos Estados Unidos foram presos em uma praia na Venezuela. As investigações descobriram que havia um plano para sequestrar o presidente venezuelano liderado por uma empresa de segurança chamada Silvercorp USA.

As relações da Venezuela com os Estados Unidos deram uma melhorada por conta do conflito travado entre Rússia e Ucrânia. Isso porque o conflito gerou um aumento no preço do petróleo no mercado internacional. As negociações entre os dois países se deram no sentido de os Estados Unidos relaxarem algumas das sanções à Venezuela caso o país permitisse a exploração de suas reservas de petróleo pelo mercado norte-americano.

O governo norte-americano negou a relação com o petróleo no relaxamento das sanções sob a alegação de que a medida se deu com base nas negociações diplomáticas realizadas entre os dois países. O governo de Joe Biden anunciou que as negociações tinham sido lideradas por Guaidó e incluíam medidas para que eleições livres fossem realizadas na Venezuela.

Apesar disso, as relações entre Estados Unidos e Venezuela ainda são delicadas, uma vez que o governo norte-americano acusa o governo de Maduro de ser uma ditadura, denuncia que ele pode estar envolvido com negócio de tráfico de drogas e que ele faz parte de um grande esquema de corrupção em seu país.

Notas

|1| Amnesty accuses Maduro government of executing thousands. Disponível em: https://www.voanews.com/a/amnesty-accuses-maduro-government-of-executing-thousands/4581050.html [em inglês].

|2| Maduro anuncia aumento de 300% no salário-mínimo da Venezuela. Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/01/14/maduro-anuncia-aumento-de-300-no-salario-minimo-na-venezuela.ghtml.

|3| Venezuelanos precisam de 21 salários-mínimos para pagar cesta básica, diz ONG. Disponível em: https://economia.uol.com.br/noticias/efe/2022/08/22/venezuelanos-precisam-de-21-salarios-minimos-para-pagar-cesta-basica-diz-ong.htm.

|4| Polícia castiga críticos de Maduro em zona pobre de Venezuela. Disponível em: https://lta.reuters.com/articulo/venezuela-policia-idLTAKCN1PS0EK-OUSLT [em espanhol].

Fontes

BBC News Brasil. O que se sabe até agora sobre o 'atentado' contra Maduro na Venezuela. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-45077090

BEAKLINI, Bruno Lima Rocha. Bloqueio e sanções: o ataque contra a economia venezuelana. Disponível em: https://www.brasildefators.com.br/2022/06/14/bloqueio-e-sancoes-o-ataque-contra-a-economia-venezuelana

BRASIL DE FATO. Nova tentativa de golpe contra Maduro fracassa na Venezuela; confira balanço do dia. Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2019/04/30/nova-tentativa-de-golpe-fracassa-na-venezuela-confira-balanco-do-dia

BRITANNICA. Nicolás Maduro. Disponível em: https://www.britannica.com/biography/Nicolas-Maduro

CNN. Nicolás Maduro Fast Facts. Disponível em: https://edition.cnn.com/2013/04/26/world/americas/nicolas-maduro-fast-facts/index.html

G1. Bolsonaro reconhece Juan Guaidó como presidente da Venezuela. Disponível em: https://g1.globo.com/politica/noticia/2019/01/23/brasil-diz-que-reconhece-juan-guaido-como-presidente-da-venezuela.ghtml

G1. Maduro anuncia aumento de 300% no salário mínimo na Venezuela. Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/01/14/maduro-anuncia-aumento-de-300-no-salario-minimo-na-venezuela.ghtml

G1. Maduro reage a declaração de Guaidó como presidente e rompe relações com os EUA: 'Aqui vamos ao combate'. Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/01/23/maduro-rejeita-declaracao-de-guaido-como-presidente-aqui-vamos-ao-combate.ghtml

G1. Quem é Juan Guaidó, que se autodeclarou presidente interino da Venezuela. Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/01/24/quem-e-juan-guaido-que-se-autodeclarou-presidente-interino-da-venezuela.ghtml

GUTIERREZ, Felipe. Maduro no Brasil: entenda qual é a situação legal dele e como está a relação dos EUA com a Venezuela. Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2023/05/29/maduro-no-brasil-entenda-qual-e-a-situacao-legal-dele-e-como-esta-a-relacao-dos-eua-com-a-venezuela.ghtml

HASAN, Mehdi. Golpe na Venezuela fracassou, mas derrubar Maduro ainda é a meta dos EUA. Disponível em: https://www.intercept.com.br/2020/05/11/golpe-fracasso-venezuela-eua/

LOPEZ, Virginia e WATTS, Jonathan. Who is Nicolás Maduro? Profile of Venezuela’s new president. Disponível em: https://www.theguardian.com/world/2013/apr/15/nicolas-maduro-profile-venezuela-president

PRESSE, France. Oposição venezuelana elimina 'governo interino' de Juan Guaidó. Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2022/12/30/oposicao-venezuelana-elimina-governo-interino-de-juan-guaido.ghtml

PRESSE, France. Oposição venezuelana, hoje sem um líder formal, terá primárias em outubro para escolher candidato à presidência. Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2023/02/15/oposicao-venezuelana-hoje-sem-um-lider-formal-tera-primarias-em-outubro-para-escolher-candidato-a-presidencia.ghtml

SANCHES, Mariana. Por que os EUA decidiram relaxar sanções contra a Venezuela agora? Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-61488916

SEQUERA, Vivian e GUANIPA, Mircely. Após autoexílio de Guaidó, oposição na Venezuela busca novo nome. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/apos-autoexilio-de-guaido-oposicao-na-venezuela-busca-novo-nome/

U.S. DEPARTMENT OF STATE. Venezuela-Related Sanctions. Disponível em: https://www.state.gov/venezuela-related-sanctions/

UOL ECONOMIA. Venezuelanos precisam de 21 salários mínimos para pagar cesta básica, diz ONG. Disponível em: https://economia.uol.com.br/noticias/efe/2022/08/22/venezuelanos-precisam-de-21-salarios-minimos-para-pagar-cesta-basica-diz-ong.htm

VOA NEWS. Amnesty accuses Maduro government of executing thousands. Disponível em: https://www.voanews.com/a/amnesty-accuses-maduro-government-of-executing-thousands/4581050.html

Crédito das imagens

[1] Golden Brown / Shutterstock

[2] Edgloris Marys / Shutterstock

[3] Ruben Alfonzo / Shutterstock

 

Por Daniel Neves Silva
Professor de História 

Escritor do artigo
Escrito por: Daniel Neves Silva Formado em História pela Universidade Estadual de Goiás (UEG) e especialista em História e Narrativas Audiovisuais pela Universidade Federal de Goiás (UFG). Atua como professor de História desde 2010.

Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja:

SILVA, Daniel Neves. "Nicolás Maduro"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/biografia/nicolas-maduro.htm. Acesso em 28 de fevereiro de 2024.

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