A história da Argentina foi iniciada antes da chegada dos colonizadores europeus no estuário do Rio da Prata no século XVI. As populações indígenas que viviam na área protegeram seu território e resistiram às investidas da Espanha que aconteceram entre 1516 e 1536, ano em que foi fundada a cidade de Buenos Aires.
O Vice-Reino do Rio da Prata, como foi denominado a partir de 1776, se tornou independente dos espanhóis em 1816, tornando-se oficialmente uma república na segunda metade daquele século. Períodos de instabilidade e repressão marcaram a história da Argentina, que enfrentou uma violenta ditadura militar entre 1976 e 1983. A sucessão de poder no país e a instabilidade econômica, com inflação elevada e desvalorização da moeda nacional, caracterizam a história recente da Argentina.
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Tópicos deste artigo
- 1 - Resumo sobre a história da Argentina
- 2 - Colonização da Argentina
- 3 - Independência da Argentina
- 4 - Governos da Argentina
- 5 - Ditadura na Argentina
- 6 - Argentina na atualidade
Resumo sobre a história da Argentina
- A Argentina foi colônia da Espanha entre os séculos XVI e XIX. O processo de colonização aconteceu sob forte resistência da população indígena, principalmente dos povos Querandí.
- Buenos Aires foi fundada em 1536 e refundada em 1580 por Juan de Garay.
- A economia das cidades espanholas na Argentina era baseada na agricultura e pecuária e na mão de obra escravizada de indígenas e africanos.
- Em 1776, parte do território da Argentina foi integrado ao Vice-Reino do Rio da Prata.
- A luta pela independência argentina teve início em 1810, com a Revolução de Maio, e foi consolidada pelo Congresso de Tucumã em 1816.
- O território argentino foi unificado em 1861, quando se tornou uma república. O primeiro presidente eleito por meio do voto no país, no entanto, chegou ao poder em 1916.
- A história moderna da Argentina é marcada por períodos de crise política e governos militares iniciados por meio de golpes de Estado.
- A última ditadura da Argentina aconteceu entre 1976 e 1983, tendo o período de maior repressão e violência de Estado da história do país.
- Crises econômicas e políticas marcam a história recente da Argentina. Atualmente, o país enfrenta forte desvalorização de sua moeda e lento crescimento econômico.
Colonização da Argentina
A Argentina é uma antiga colônia da Espanha, país ibérico que exerceu domínio sobre a maior parte dos territórios sul-americanos e, de forma mais ampla, latino-americanos. Assim como aconteceu em outras regiões da América do Sul, o território que viria a se tornar a Argentina já era povoado muito antes da chegada dos europeus.
As principais fontes sobre a história da colonização da América do Sul mencionam que o primeiro europeu a chegar até o estuário do Rio da Prata e, de fato, avançar pelas águas daquele rio, que acreditava ser um mar, foi o navegador espanhol Juan Díaz de Solís, a quem é creditado o “descobrimento” do Rio da Prata, no ano de 1516. Inicialmente ele chamou a área de Mar de Água Doce, ou Mar Dulce, e somente depois se deu conta que se tratava de um rio.
O estabelecimento dos espanhóis na região do Rio da Prata não aconteceu sem resistência. Pelo contrário, eles enfrentaram intensas disputas com os indígenas, notadamente os povos Querandí, o que terminou com a morte de Solís e na retirada dos navios espanhóis, exigindo novas estratégias de aproximação por parte das futuras expedições.
Em 1520, Fernão de Magalhães, ciente do destino de Solís, acabou evitando a área e contornando a Argentina pelo sul, quando foi descoberta uma passagem direta para o Oriente, onde o Oceano Atlântico encontrava o Oceano Pacífico, e que, mais tarde, foi chamada de Estreito de Magalhães. Novas tentativas de colonização foram realizadas nos anos subsequentes, mas sem sucesso.
Diante da conquista da região costeira do norte da América do Sul, incluindo Panamá e Peru, e do rápido avanço de Portugal pelas terras sul-americanas, entretanto, a Coroa espanhola fez uma nova investida no Rio da Prata, dessa vez com Pedro de Mendonza à frente da expedição em 1535. Mendonza foi responsável por fundar a primeira cidade espanhola na Argentina em 1536, que foi chamada de Santa María del Buen Aire, tornando-se, mais tarde, Buenos Aires.
Seguindo o curso do Rio da Prata e de seus principais tributários, o Rio Paraná e o Rio Paraguai, foram estabelecidos novos assentamentos mais ao norte, destacando-se Assunção, cidade que viria a ser a capital do Paraguai. Entretanto, os indígenas que habitavam a região de Buenos Aires mantiveram a postura combatente e de proteção ao seu território contra os colonizadores. Soma-se a isso a ausência de recursos para a manutenção da cidade, incluindo escassez de alimentos, o que fez com que os espanhóis abandonassem a cidade que viria a ser a capital argentina apenas cinco anos após a sua fundação, em 1541.
Os espanhóis passaram a se concentrar ao norte, consolidando Assunção como um dos principais centros urbanos de seus domínios na América do Sul. Novos núcleos foram fundados a partir de então, e o norte da Argentina foi priorizado em detrimento de Buenos Aires. Cidades como Córdoba, Santiago del Estero, Mendonza e San Miguel de Tucumán datam desse período. A reocupação de Buenos Aires aconteceu somente no ano de 1580 sob a liderança de Juan de Garay, portanto, quase quatro décadas após ter sido abandonada pelos colonizadores. Vale mencionar que, nessa época, a população da Argentina era de 340 mil habitantes, com uma minoria de espanhóis.
A economia das cidades argentinas era baseada na agricultura e na pecuária, atividades que eram praticadas pelos indígenas por meio de um sistema de trabalho forçado que era chamado encomienda. Os encomenderos, como eram chamados os donos da terra, tinham como obrigação promover a proteção dos indígenas e a sua catequização. O processo de conversão forçada dos povos indígenas argentinos também aconteceu por meio de missões jesuítas, um processo que se tornou comum nas colônias europeias na América. Além dos indígenas, a mão de obra dos africanos escravizados também foi utilizada durante o período colonial argentino.
Diferentemente do que se acreditava, as terras na Argentina não eram ricas em metais preciosos, como a prata. No entanto, Buenos Aires se tornou um importante centro administrativo da colônia a partir do final do século XVIII. Até então, parte da Argentina integrava o Vice-Reino do Peru, evidenciando a profunda fragmentação territorial da época. No ano de 1776, entretanto, foi fundado o Vice-Reino do Rio da Prata, incluindo a Argentina, Uruguai, Paraguai e parte da Bolívia, o que alterou o centro de gravidade da Coroa espanhola na América do Sul, agora com Buenos Aires representando seu centro político e econômico. O novo território tinha como governante local um vice-rei, que era ligado à Coroa espanhola.
Veja também: Como foi a conquista da América espanhola?
Independência da Argentina
Os eventos do começo do século XIX vieram como um prenúncio do futuro das colônias espanholas na América. A Metrópole estava imersa em uma crise política desencadeada pelas Guerras Napoleônicas (1799-1815), aprofundada durante a Guerra Peninsular (1807-1814) com o avanço das tropas de Napoleão Bonaparte, da França, sobre o território espanhol. Por conta disso, a atenção e a assistência às colônias no continente americano diminuíram de maneira significativa, embora políticas como o exclusivismo comercial fossem mantidas. A insatisfação dos colonos, especialmente da classe mercantil, era crescente, uma vez que eles estavam presos a um contrato que permitia o escoamento da produção somente para a Espanha.
Com a Guerra Peninsular em curso na Europa, o Vice Reino do Rio da Prata, na América do Sul, lutava para se defender de uma invasão promovida pelos britânicos, que terminaram o conflito derrotados. As principais batalhas foram lutadas pelos argentinos descendentes diretos dos espanhóis (chamados criollos). O sucesso na expulsão dos britânicos fez crescer as aspirações de independência, dando início ao seu movimento revolucionário.
Em janeiro de 1810 um representante da Junta de Sevilha, o governo provisório espanhol centralizado na cidade de Sevilha, havia sido enviado para Buenos Aires a fim de representá-lo in loco e atuar em conjunto com o vice-rei. Entretanto, em maio daquele mesmo ano, Sevilha foi dominada pelas tropas napoleônicas, o que enfraqueceu ainda mais o governo espanhol. Assim, perante a notícia da queda de Sevilha, houve a deposição do vice-rei e a consolidação de um governo autônomo no Vice-Reino do Rio da Prata, no dia 25 de maio de 1810, por meio da formação de uma Junta Governante (Primeira Junta).
Os eventos que culminaram na formação da Primeira Junta foram chamados Revolução de Maio, e tiveram papel fundamental na independência da Argentina. Quando o rei Fernando VII, da Espanha, retornou ao trono em 1814, sua autoridade não era a mesma. Diferentes confrontos eclodiram no território do Vice-Reino do Rio da Prata entre grupos que apoiavam a manutenção da monarquia e aqueles que defendiam a sua independência da Espanha e a consolidação do território das Províncias Unidas do Rio da Prata.
Diante da guerra em curso, as províncias do Rio da Prata foram convidadas, em 1815, a elegerem deputados para participarem de uma assembleia a ser realizada em Tucumã, no norte do atual território argentino. Nem todas as províncias enviaram representantes para o que ficou conhecido como Congresso de Tucumã, iniciado em 24 de maio de 1816 com 32 deputados. Seu objetivo era restabelecer a ordem na região e, sobretudo, discutir acerca da soberania política dos territórios sul-americanos. No dia 09 de junho de 1816, foi, enfim, declarada a independência da Argentina. O congresso, entretanto, se estendeu até 1820.
Governos da Argentina
Após a sua independência, a Argentina, sob o nome de Províncias Unidas do Rio da Prata, passou a ser governada por Bernardino Rivadavia, que pode ser considerado o seu primeiro presidente. Ele permaneceu no poder entre 1826 e 1827, quando renunciou e foi sucedido por Vicente López y Planes, cujo governo foi ainda mais breve e precedeu.
Antes da unificação do Estado argentino e formação da República da Argentina, que aconteceu em 1861, a Confederação Argentina teve quatro governantes. O primeiro presidente democraticamente eleito da Argentina subiu ao poder somente no ano de 1916, um século após a independência do país.
Hipólito Yrigoyen foi o 17º presidente do país, e teve um segundo mandato entre 1928 e 1930, interrompido por um golpe de Estado que marcou o primeiro período ditatorial da Argentina, entre 1930 e 1932, liderado pelo General José Félix Uriburu. Por conta de controvérsias políticas, denúncias de fraudes eleitorais e de uma crise econômica e social, o intervalo de 1930 a 1943 na Argentina foi denominado Década Infame, e terminou com um novo golpe de Estado que destituiu seu então presidente Ramón Castillo.
O período de 1943 e 1946 foi marcado por novos governos militares na Argentina, terminando com a ascensão do movimento peronista e a eleição de Juan Domingo Perón, que governou o país entre 1946 e 1955 e, posteriormente, entre 1973 e 1974, assumindo o poder depois de um novo regime militar ditatorial no país, que perdurou entre 1966 e 1973. Após o falecimento de Perón, a presidência da Argentina foi ocupada pela segunda esposa e vice-presidente de Perón, María Estela Martínez de Perón, mais conhecida como Isabelita Perón, primeira mulher a chegar ao cargo. Ela foi destituída em 1976, quando teve início a ditadura militar na Argentina, considerada a mais violenta do país.
Após a redemocratização da Argentina, que aconteceu em 1983, o país teve 12 presidentes eleitos. Saiba quem foram eles na tabela a seguir.
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Presidentes da Argentina desde a redemocratização de 1983 |
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Governante |
Extensão do mandato |
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Raúl Alfonsín |
1983 – 1989 |
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Carlos Menem |
1989 – 1999 |
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Fernando de la Rúa |
1999 – 2001 |
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Ramón Puerta |
21 a 23/12/2001 |
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Adolfo Rodríguez Saá |
23 a 30/12/2021 |
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Eduardo Oscar Camaño |
30/12/2001 a 01/01/2002 |
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Eduardo Alberto Duhalde |
2002 – 2003 |
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Néstor Kirchner |
2003 – 2007 |
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Cristina Kirchner |
2007 – 2015 |
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Maurício Macri |
2015 – 2019 |
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Alberto Fernández |
2019 – 2023 |
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Javier Milei |
2023 – Atual |
Ditadura na Argentina
A história da Argentina é marcada por períodos de exceção política em que o território foi governado por governos militares ditatoriais. No entanto, quando falamos em ditadura na Argentina, imediatamente associamos ao período de 1976 e 1983, considerado o mais violento da sua história contemporânea e que foi denominado, à época, como sendo um Processo de Reorganização Nacional. O período ditatorial na Argentina teve início no dia 24 de março de 1976, quando a então presidente Isabel Perón foi destituída e presa, e uma Junta Militar assumiu o governo do país.
A implementação desse “processo” por vias militares teve como justificativa a reestruturação econômica e política da Argentina, tendo amplo apoio de setores empresariais nacionais e internacionais, da ala política mais conservadora e de autoridades religiosas. Além disso, os Estados Unidos fizeram o reconhecimento imediato do novo governo argentino, seguindo um padrão de apoio às ditaduras em curso na América do Sul.
Tão logo chegaram ao poder, os militares eliminaram os demais cargos e partidos políticos e deram início à repressão severa que ficou marcada pela perseguição àqueles que eram considerados oposição política, o que incluiu sindicalistas, membros de movimentos sociais, estudantes, professores, jornalistas, religiosos, intelectuais e outros indivíduos que eram considerados associados à esquerda política.
As violações aos Direitos Humanos foram constantes durante a ditadura argentina, com sessões de tortura física e psicológica e outros horrores cometidos contra os perseguidos políticos ocorriam principalmente nos centros clandestinos de detenção. As ações promovidas pelo Estado provocaram a morte de 2.000 pessoas e o desaparecimento de outras 30.000. O movimento das Mães da Praça de Maio é um símbolo da repressão sistemática da ditadura argentina, formado pelas mães de crianças sequestradas durante esse período.
A ditadura na Argentina chegou ao fim em 1983, um ano após uma guerra malsucedida iniciada pelas Ilhas Malvinas contra o Reino Unido e que piorou a opinião pública sobre o governo e aprofundou a crise econômica que estava em curso no país. A redemocratização da Argentina foi seguida, em 1985, pelo julgamento e prisão dos militares responsáveis pelo golpe de 1976. O almirante Emilio Massera e o general Jorge Rafael Videla foram condenados à prisão perpétua, enquanto Orlando Ramón Agosti, também membro da primeira Junta Militar, teve uma pena de quatro anos e seis meses.
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Argentina na atualidade
A história recente da Argentina é caracterizada pela flutuação econômica do país, com fases de crescimento, seguidas por fases de recessão, que são acompanhadas por crises políticas e sociais. Entre 2019 e 2023, o país foi governado por Alberto Fernández, presidente peronista eleito após uma profunda crise econômica definida pela inflação, pela desvalorização da moeda argentina e pelo aumento da dívida do país com o Fundo Monetário Internacional (FMI) durante o mandato de Mauricio Macri, embora os analistas políticos apontem resultados positivos na política externa e no funcionamento das instituições|1| argentinas do período.
O período foi marcado um desafio extra, que foi o da pandemia da covid-19. Segundo informações da Reuters atualizados em julho de 2022, a crise sanitária global deixou 129 mil mortos na Argentina. Uma das medidas para manter a economia nacional estável durante esse período foi o imposto às grandes fortunas, transformado em lei, e que teve parte do seu valor destinado ao combate à pandemia. Entretanto, Fernández deixou o governo com uma das maiores inflações já registradas nos últimos anos, tendo chegado a 325% no início de 2023 e terminando o mandato com 142,7%.
Diante da insatisfação popular com o governo e sob a promessa de transformações conservadoras no país, o então deputado nacional Javier Milei foi eleito com 55,6% dos votos no segundo turno do pleito de 2023. O primeiro ano do novo governo argentino transcorreu a partir da redução do número de ministérios, diminuição de subsídios para serviços essenciais, suspensão de contratos de obras públicas e outras medidas impopulares. Apesar da melhoria nas contas públicas, a inflação foi mantida em três dígitos, acumulando 193% em outubro de 2023, e o desemprego chegou a 7,4%|2|.
No ano de 2024, o número de pessoas vivendo em condição de pobreza no país havia alcançado 52,9%, número que entrou em queda no período posterior e atingiu o patamar de 28,1% no segundo semestre de 2025, mas o custo de vida permanece elevado para a população argentina. O Produto Interno Bruto (PIB) do país tem mantido um crescimento lento, enquanto a moeda argentina sofre forte desvalorização no mercado. A instabilidade econômica somada às medidas de austeridade e escândalos políticos|3| no gabinete presidencial têm ampliado a insatisfação da população na Argentina e causado a queda da popularidade do seu atual governante.
Notas
|1| COLOMBO, Sylvia. Macri deixa Argentina com legado econômico sofrível. Valor Econômico, 07 dez. 2019. Disponível em: https://valor.globo.com/mundo/noticia/2019/12/07/macri-deixa-argentina-com-legado-econmico-sofrvel.ghtml.
|2| NAKAMURA, João. A economia da Argentina no primeiro ano de Milei em 7 gráficos. CNN Brasil, 10 dez. 2024. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/a-economia-da-argentina-no-primeiro-ano-de-milei-em-7-graficos/.
|3| BOYADJIAN, Victor. Javier Milei: impopularidade recorde e situação econômica na Argentina - O Assunto #1713. G1, 06 mai. 2026. Disponível em: https://g1.globo.com/podcast/o-assunto/noticia/2026/05/06/javier-milei-impopularidade-recorde-e-situacao-economica-na-argentina-o-assunto-1714.ghtml.
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Fontes
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FRANCISCO, Matheus Martins Piccoli. La colonización en Argentina: ¿cómo fue y cuáles fueron sus impactos? Politize Argentina, 19 dez. 2024. Disponível em: https://politize.org.ar/la-colonizacion-en-argentina-como-fue-y-cuales-fueron-sus-impactos/.
LIMA, Camila Imaculada S.; NOGUEIRA, Gabriel Parente. A formação do Estado-Nacional Argentino e a construção da identidade nacional. Revista Ameríndia – História, cultura e outros combates. Fortaleza, v.1, n.1 p. 1-11, 2006. Disponível em: https://periodicos.ufc.br/amerindia/article/view/1383.
MARCOLINO, Aline. Fernández acumula a maior inflação dos últimos 5 governos. Poder 360, 19 fev. 2023. Disponível em: https://www.poder360.com.br/economia/fernandez-acumula-a-maior-inflacao-dos-ultimos-5-governos/.
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