Lixo eletrônico

Lixo eletrônico é todo e qualquer material elétrico e eletrônico que não apresenta mais utilidade ao usuário, ou que apresentou algum problema de funcionamento, e foi descartado.

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Lixo eletrônico é todo material eletroeletrônico sem uso ou que deixou de funcionar e que foi descartado. Ele também pode ser chamado de e-lixo ou resíduo de equipamento eletroeletrônico (REEE), estando, o segundo termo, alinhado com o potencial de reciclagem desse tipo de material. A quantidade de lixo eletrônico tem crescido de forma preocupante em todo o mundo, em especial no Brasil, que ocupa a quinta colocação dentre os maiores geradores desse tipo de resíduo. Diminuir o seu volume depende de ações como o consumo consciente de eletroeletrônicos, o que inclui itens de telefonia, eletroportáteis e eletrodomésticos, a prolongação da vida dos dispositivos mediante cuidados específicos, a doação daqueles que ainda podem ser utilizados e o incentivo à reciclagem.

O descarte do lixo eletrônico não deve ser feito de qualquer maneira, uma vez que ele pode causar danos ao meio ambiente, como a contaminação dos recursos naturais, e prejuízos à saúde humana. Esses materiais devem ser dispostos em pontos de coleta que podem ser encontrados em diversas cidades e estabelecimentos comerciais do Brasil. Depois disso, o lixo eletrônico segue para a triagem e processo de reciclagem, que é responsável pela sua reintrodução nas cadeias produtivas.

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Leia também: Afinal, para onde vai o lixo?

Tópicos deste artigo

Resumo sobre o lixo eletrônico

  • Lixo eletrônico é todo material elétrico ou eletrônico sem uso e que foi descartado. É chamado, também, de e-lixo ou resíduo de equipamento eletroeletrônico (REEE).

  • A produção desse tipo de resíduo tem crescido de maneira exponencial e preocupante em todo o mundo. Em 2022, foram geradas 62 milhões de toneladas de lixo eletrônico.

  • O lixo eletrônico é dividido em quatro categorias, as quais são identificadas por cores:

    • Linha verde: equipamentos de informática e telecomunicações;

    • Linha azul: eletroportáteis, dispositivos médicos, brinquedos e ferramentas;

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    • Linha marrom: equipamentos de áudio, vídeo e entretenimento;

    • Linha branca: grandes eletrodomésticos.

  • O descarte do lixo eletrônico deve ser feito em pontos de coleta voluntária ou nas lojas em que foram adquiridos e que recebem esse tipo de rejeito para a logística reversa.

  • O Brasil é o quinto maior gerador de lixo eletrônico do mundo, e o maior da América do Sul, tendo produzido mais de 2 bilhões de kg em 2022.

  • A Política Nacional de Resíduos Sólidos prevê a logística reversa para a reciclagem de resíduos eletroeletrônicos.

  • Está em análise do Congresso Nacional uma lei específica para o lixo eletrônico, que, se aprovada, instituirá o Programa Nacional de Coleta, Reciclagem e Descarte de Equipamentos Eletrônicos.

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  • A reciclagem de lixo eletrônico envolve o descarte em pontos de coleta, triagem, desagregação do material e trituração para posterior reinserção nas cadeias produtivas.

  • O processo de reciclagem de lixo eletrônico deve ser feito por pessoas treinadas e qualificadas para essa atividade.

  • O lixo eletrônico descartado de maneira incorreta pode causar danos severos ao meio ambiente, como a contaminação da água e dos solos, além da emissão de gases poluentes.

  • Diminuir a produção de lixo eletrônico demanda a extensão do uso de produtos a partir de cuidados específicos, a prática do consumo consciente e, ainda, a doação de itens que ainda estão em funcionamento.

O que é lixo eletrônico?

Pilha de materiais descartados como lixo eletrônico, também chamados de e-lixo.
O lixo eletrônico também é chamado de e-lixo.

Lixo eletrônico é o nome dado a todo e qualquer material elétrico e eletrônico que não apresenta mais utilidade ao usuário, ou que apresentou algum problema de funcionamento, e foi descartado. Esse tipo de rejeito é chamado, também, de e-lixo, expressão proveniente do inglês e-waste, ou resíduo de equipamento eletroeletrônico (REEE). O volume de descartes dessa natureza tem crescido em ritmo acelerado e preocupante nos últimos anos, o que é devido a três fatores principais:

  • rápida modernização das tecnologias da informação e da comunicação;

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  • mudança nos padrões de consumo da sociedade, maior parte da qual é incentivada por canais de troca como as redes sociais;

  • obsolescência programada dos dispositivos eletrônicos — isso significa que esses produtos perdem a sua usabilidade em cada vez menos tempo, demandando a compra de novos aparelhos com frequência, principalmente aqueles de uso pessoal como os smartphones.

Somam-se a isso as estratégias atraentes de marketing que impulsionam determinados comportamentos de consumo na população, criando, assim, a necessidade pelo produto.

O Monitor Global de Lixo Eletrônico da ONU mostrou que a humanidade produziu 62 milhões de toneladas de rejeitos eletrônicos no ano de 2022, montante esse que representou um aumento de 82% com relação a 2010. As estimativas do documento dão conta de que o aumento será de 32% até o final da década e, em 2030, produziremos 82 milhões de toneladas de REEE caso o ritmo se mantenha como atualmente. Tão preocupante quanto esses dados é a informação de que menos de um quarto do lixo eletrônico gerado foi reciclado de maneira formal, tendo sido descartado na natureza ou reciclado sem o devido preparo, o que oferece riscos àqueles que trabalham diretamente no processo.

Exemplos de lixo eletrônico

São considerados lixo eletrônico:

  • pilhas;

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  • baterias;

  • celulares;

  • fones de ouvido;

  • cabos e adaptadores;

  • modem;

  • monitores;

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  • televisores;

  • controles remotos;

  • consoles;

  • carregadores;

  • liquidificadores;

  • batedeiras;

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  • máquinas de lavar;

  • fogão;

  • micro-ondas;

  • ventilador;

  • notebooks.

Esses são apenas alguns dos itens mais encontrados em meio ao lixo eletrônico. Vale lembrar que as peças que constituem cada um deles e que podem ser descartadas individualmente também são consideradas e-lixo.

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Veja também: Que tipo de material não pode ser reciclado?

Tipos de lixo eletrônico

Computadores descartados em uma pilha de lixo eletrônico.
Computadores, celulares e itens de informática pertencem a uma categoria de lixo eletrônico identificada pela cor verde.

O lixo eletrônico é categorizado de acordo com o tipo em quatro grupos. Cada grupo reúne um conjunto de equipamentos, os quais são identificados por cores. Entenda:

Tipos de lixo eletrônico

Categoria

Descrição

Linha verde

Equipamentos de informática e telecomunicações. Inclui: celulares, notebooks, computadores, tablets, impressoras, acessórios de informática e semelhantes.

Linha azul

São os equipamentos considerados eletroportáteis, como: liquidificador, cafeteira elétrica, sanduicheira, air fryer, furadeira, batedeira, secador de cabelo, aspirador de pó e demais tipos de eletrodomésticos pequenos, ferramentas elétricas, brinquedos ou dispositivos médicos.

Linha marrom

Câmeras fotográficas, rádios, monitores, televisores, consoles, aparelhos de som, aparelhos de DVD e VHS e demais tipos de equipamentos de vídeo, áudio e entretenimento. São inclusos em uma categoria diferente das demais por conta da sua composição, que também oferece alto risco ambiental.

Linha branca

Eletrodomésticos de grande porte. Dentre eles estão: máquinas de lavar roupas, lava-louças, geladeiras, fogão, cooktop, micro-ondas e semelhantes.

Fonte: ABREE.

Onde descartar lixo eletrônico?

Para diminuir o impacto ambiental do lixo eletrônico, seu descarte correto deve ser feito em:

  • Pontos de coleta específicos para esse tipo de rejeito

Em todo o mundo, há empresas ou cooperativas de reciclagem especializadas em eletroeletrônicos que disponibilizam, em parceria com municípios, grandes reservatórios espalhados na cidade que devem ser usados para o descarte apropriado de lixo eletrônico. Vale destacar que há, também, lixeiras que são específicas para pilhas e para baterias, o que se deve ao fato de conterem metais pesados que oferecem riscos de manuseio e armazenamento caso eles sejam feitos de forma inadequada.

  • Lojas onde os produtos foram originalmente adquiridos, ou postos autorizados de coleta

Nesse caso, acontece um processo que é chamado de logística reversa em que os rejeitos eletroeletrônicos são “devolvidos” para a fabricante, que decide o seu destino. Eles podem ser devidamente descartados após avaliação, reciclados ou serem reaproveitados de alguma maneira, voltando para a cadeia de produção como matéria-prima.

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Lixo eletrônico no Brasil

O Brasil é o maior gerador de lixo eletrônico na América do Sul, e um dos maiores do mundo. Segundo informações do monitor global da ONU, o país foi responsável por nada menos que 2,4 bilhões de kg de resíduos eletroeletrônicos no ano de 2022. Comparando-o com outros países sul-americanos, temos a Venezuela, segunda maior geradora com um montante de 303 milhões de kg. Um dos motivos que explica a discrepância, segundo as Nações Unidas, é o fato de o Brasil ser o único país responsável pela fabricação de produtos eletroeletrônicos no subcontinente. Considerando o cenário mundial, o Brasil ocupa a quinta colocação dentre os maiores geradores de e-lixo do mundo.

O lixo eletrônico já representa 40% de todos os rejeitos que são gerados no Brasil, o que reforça a necessidade de conscientizar a população acerca do descarte adequado dos materiais eletroeletrônicos. Já existem, atualmente, 6.250 pontos de entrega voluntária de lixo eletrônico em território nacional, os quais recolhem o material descartado para ser avaliado e, posteriormente, descartado da maneira apropriada ou encaminhado para a reciclagem.

No site da Associação Brasileira de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos (ABRAEE) é possível saber onde fica o ponto de coleta mais próximo da sua residência, bem como o tipo de lixo (de grande ou pequeno porte) que ele recebe. Você pode conferir essa ferramenta no link, ao final deste texto.|1|

A legislação brasileira aborda o processo de logística reversa para o lixo eletrônico. Ele é determinado no Artigo 33 da lei 12.305, de 2 de agosto de 2010, melhor conhecida como Política Nacional de Resíduos Sólidos. Com o objetivo de criar uma norma específica para a destinação dos resíduos eletroeletrônicos, tramita no Congresso Nacional o projeto de lei (PL) 4094/2024, que estabelece o Programa Nacional de Coleta, Reciclagem e Descarte de Equipamentos Eletrônicos.

Se for aprovada, essa nova lei obrigará não somente fabricantes como, também, comerciantes, importadores e distribuidores de eletroeletrônicos oferecerem pontos de coleta acessíveis ao consumidor. A nova legislação prevê, ainda, a criação de centros especializados de reciclagem de eletrônicos a partir de parcerias entre o governo e as empresas que, caso cumpram as determinações, receberão incentivos fiscais.

Impactos do lixo eletrônico no meio ambiente

Os equipamentos eletroeletrônicos são fabricados com diferentes substâncias que acabam tendo efeito tóxico para o meio ambiente e para os seres humanos quando expostos diretamente, como mercúrio (Hg), chumbo (Pb), níquel (Ni) e antimônio (Sb). Dessa forma, quando o lixo eletrônico é descartado de maneira irregular, como diretamente na natureza, sobre o solo ou na água, conduzido para aterros sanitários ou, até mesmo, queimados a céu aberto, pode causar inicialmente a poluição física e química dos recursos naturais e, depois, a sua contaminação.

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Lixo eletrônico descartado no solo, de forma irregular.
Quando depositado de maneira incorreta, o lixo eletrônico oferece grandes riscos ao meio ambiente.

A poluição e contaminação se estende também para o ar, já que a queima de produtos eletrônicos promove a liberação de gases e a degradação da qualidade da atmosfera. Por conta desses descuidos, a saúde humana pode enfrentar problemas severos com o lixo eletrônico, desde dificuldades com o trato respiratório, desenvolvimento de alergias e contaminação direta até casos mais graves como o câncer.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as mulheres grávidas e as crianças são os dois grupos populacionais mais afetados pelas toxinas liberadas pelo lixo eletrônico, que podem atrapalhar o desenvolvimento do sistema nervoso central durante fases críticas do feto e da criança até a sua adolescência, além de ter potencial para contaminar o leite materno, como é o caso do mercúrio. Muitos dos danos causados pelos metais pesados presentes nos componentes eletroeletrônicos são irreversíveis e, por isso, até mesmo o seu processo de reciclagem demanda cautela.

Reciclagem de lixo eletrônico

A reciclagem do lixo eletrônico é o reaproveitamento total ou parcial de equipamentos que são descartados. Todos os rejeitos eletroeletrônicos recolhidos nos pontos de coleta passam por uma triagem para a sua separação por tipos. Aqueles que ainda se mostram viáveis de serem reaproveitados passam por um processo de desmonte em que são separadas suas principais peças (motores, placas, visores, suportes, etc.). Essa etapa, a depender do tamanho dos objetos, é repetida algumas vezes para que materiais metálicos e componentes de outros materiais, como o plástico, possam ser devidamente identificados e direcionados para reservatórios distintos.

O propósito de separar cada peça de acordo com o tipo de material é, justamente, a próxima fase da reciclagem: a trituração. Elas são reduzidas até a menor fração possível para poderem ser encaminhadas para a indústria como matérias-primas para a produção, retornando, assim, para o processo produtivo.

Vale destacar que todos os processos aqui descritos não incluem as baterias e nem os motores, uma vez que essas partes contêm gases e metais pesados que, como vimos, oferecem riscos aos seres humanos e à natureza. Assim, seu descarte é feito separadamente.

A reciclagem e a destinação correta do lixo eletrônico são fundamentais para o equilíbrio do meio ambiente principalmente nos países subdesenvolvidos. O motivo não é apenas a maior vulnerabilidade desses territórios com relação às alterações no meio físico, vide os impactos das mudanças climáticas, mas, principalmente, o fato de eles serem o destino principal do lixo eletrônico que é produzido nos demais países, servindo como “depósitos” de resíduos. Além do mais, a atividade de reciclagem adquire importância econômica através da geração de empregos no setor e da movimentação de diferentes cadeias produtivas, ampliando os benefícios da sua realização.

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Saiba mais: Quanto tempo o lixo demora para se decompor?

Como fazer para reduzir o lixo eletrônico?

Os produtos eletroeletrônicos, embora sejam considerados bens de consumo duráveis, estão com vida útil cada vez mais curta. Isso se deve à estratégia dos fabricantes em gerarem cada vez mais lucro a partir da sua comercialização, uma vez que eles se tornaram itens quase indispensáveis na nossa vida cotidiana.

É claro que a imposição de normas como o uso de materiais sustentáveis e a obrigatoriedade de práticas ambientalmente corretas para a sua fabricação são importantes para a diminuição dos impactos negativos do lixo eletrônico, uma vez que controlar efetivamente a sua produção é uma tarefa inviável, e impossível, no atual contexto capitalista. Contudo, ainda é pequena a porcentagem de empresas que incorporam a sustentabilidade como parte da sua política.

A conscientização da sociedade a respeito da importância da reciclagem e, sobretudo, dos seus hábitos de consumo é, então, uma maneira de reduzir o lixo eletrônico e aumentar a durabilidade dos aparelhos adquiridos. Comprar produtos que ofereçam maior qualidade, realizar a manutenção adequada, optar por assistências técnicas autorizadas e realizar a atualização conforme indicado pelo fabricante são estratégias que podem ampliar a vida útil de um bem eletrônico.

O ato de repassar um equipamento antigo, ainda em bom estado, para familiares ou pessoas próximas é, também, uma alternativa ao descarte, e ajuda a reduzir o volume de rejeitos eletroeletrônicos produzidos. Caso haja, de fato, a necessidade de descartar o item, informe-se acerca dos pontos de coleta mais próximos para ter a certeza de que o lixo eletrônico terá o destino adequado.

Nota

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|1| ABREE. Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos. Pontos de recebimento. Disponível em: https://abree.org.br/pontos-de-recebimento

Créditos das imagens

Only Fabrizio / Shutterstock
Joa Souza / Shutterstock

Fontes

Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos (ABREE). Disponível em: https://abree.org.br/.

MANUAL DO MUNDO. Descobrimos como eletroeletrônicos são reciclados! Youtube, 10 set. 2024. Disponível em: https://youtu.be/zGA6YDzGCWo.

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MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES. Cartilha de boas práticas para REEE. Brasília: Ministério das Comunicações, 2025. Disponível em: https://www.gov.br/mcom/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/programas-projetos-acoes-obras-e-atividades/cop-30/cartilha-de-boas-praticas-para-reee-pdf.pdf.

REDAÇÃO. 5 Dicas fáceis para reduzir o lixo eletrônico na sua casa. Eureciclo, 04 out. 2024. Disponível em: https://eureciclo.com.br/blog/dicas-reduzir-lixo-eletronico.

REDAÇÃO. Brasil é o 5º país que mais produz resíduos eletrônicos, mas descarte correto ainda é pequeno. Jornal Nacional, 27 abr. 2024. Disponível em: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2024/04/27/brasil-e-o-5o-pais-que-mais-produz-residuos-eletronicos-mas-descarte-correto-ainda-e-pequeno.ghtml.

REDAÇÃO. Conheça os diferentes tipos de lixo eletrônico. Recicla Sampa, [s.d.]. Disponível em: https://www.reciclasampa.com.br/artigo/conheca-os-diferentes-tipos-de-lixo-eletronico.

REDAÇÃO. O que é o lixo eletrônico: A poluição tecnológica, um problema do século XXI. Iberdrola, [s.d.]. Disponível em: https://www.iberdrola.com/sustentabilidade/que-e-lixo-eletronico.

WHO. Electronic waste (e-waste). World Health Organization (WHO), 01 out. 2024. Disponível em: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/electronic-waste-(e-waste).

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UNITAR. The global E-waste Monitor 2024 – Electronic Waste Rising Five Times Faster than Documented E-waste Recycling. United Nations Institute for Training and Research (UNITAR), . Disponível em: https://ewastemonitor.info/the-global-e-waste-monitor-2024/.

Escritor do artigo
Escrito por: Paloma Guitarrara Licenciada e bacharel em Geografia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e mestre em Geografia na área de Análise Ambiental e Dinâmica Territorial também pela UNICAMP. Atuo como professora de Geografia e Atualidades e redatora de textos didáticos.
Deseja fazer uma citação?
GUITARRARA, Paloma. "Lixo eletrônico"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/geografia/lixo-eletronico.htm. Acesso em 12 de maio de 2026.
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