Movimento Armorial

O Movimento Armorial foi um movimento cultural brasileiro surgido em Pernambuco, em 1970, e idealizado pelo escritor Ariano Suassuna.

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O Movimento Armorial foi um movimento cultural brasileiro surgido em Pernambuco nos anos de 1970, idealizado e liderado pelo escritor Ariano Suassuna e que tinha o objetivo de criar uma arte brasileira que fundisse o popular e o erudito a partir das matrizes culturais populares nordestinas, especialmente aquelas ligadas ao Sertão. O movimento se expressou articulando diferentes meios, como o teatro, a literatura, a dança, as artes visuais e a música.

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Resumo sobre o Movimento Armorial

  • O Movimento Armorial foi um movimento cultural brasileiro surgido em Pernambuco na década de 1970, idealizado por Ariano Suassuna, com o objetivo de criar uma arte erudita brasileira a partir das matrizes populares nordestinas.
  • Lançado oficialmente em 18 de outubro de 1970, no Recife, articulou música, literatura, teatro e artes visuais. Seu conceito central é a “poética popular”, entendida como tradição viva e sofisticada, não como folclore engessado. O movimento afirma uma identidade cultural mestiça, a “nação castanha”, e valoriza a cultura popular como expressão estética complexa e historicamente enraizada.
  • O movimento não surgiu de forma repentina em 1970, mas resultou de um processo de maturação intelectual iniciado nas décadas de 1950 e 1960, quando Ariano Suassuna articulou reflexões sobre cultura popular, identidade nacional e estética brasileira.
  • O contexto cultural do Recife foi decisivo e o movimento também nasceu como reação crítica tanto à folclorização superficial da cultura popular quanto à adoção acrítica de modelos estéticos estrangeiros, propondo uma alternativa nacional vinculada às tradições populares nordestinas.
  • Entre as características do Movimento Armorial, podemos destacar a recusa da separação rígida entre o popular e o erudito, o uso consciente de matrizes medievais ibéricas, a preferência por instrumentos como rabeca, viola, pífano e percussões tradicionais e a forte dimensão identitária e simbólica, bem como a natureza interdisciplinar de sua expressão, que articula literatura, música, artes plásticas, teatro e dança.
  • A literatura de cordel é uma expressão literária nordestina muito valorizada no contexto do Movimento Armorial. Ela é caracterizada por narrativas rimadas impressas em folhetos simples, tradicionalmente associadas à oralidade, à cultura popular e às xilogravuras. Seus temas abordam o cotidiano sertanejo e outros assuntos populares.

O que é o Movimento Armorial?

Ariano Suassuna, o idealizador do Movimento Armorial, em registro de 2014. [imagem_principal]
Ariano Suassuna, o idealizador do Movimento Armorial, em registro de 2014.

O Movimento Armorial foi um movimento cultural brasileiro surgido em Pernambuco nos anos de 1970, idealizado e liderado pelo aclamado escritor Ariano Suassuna e que tinha o objetivo de criar uma arte “erudita” brasileira (ou que fundisse o popular e o erudito) a partir das matrizes culturais populares nordestinas, especialmente aquelas ligadas ao Sertão.

Esse movimento propunha uma síntese estética entre o popular e o erudito, rejeitando a tradicional separação hierárquica entre essas duas formas de expressão cultural. O movimento se expressou articulando diferentes meios, como o teatro, a literatura, a dança, as artes visuais e a música.

O movimento foi oficialmente lançado em 18 de outubro de 1970, na cidade de Recife, em Pernambuco, durante um concerto e exposição realizados na Igreja de São Pedro dos Clérigos, apresentando-se desde então como um projeto consciente e programático e não apenas como uma tendência espontânea e inicialmente vaga como acontece no surgimento de outros movimentos culturais.

O conceito central do movimento é a “poética popular”, entendida não como folclore cristalizado, engessado, e sim como um sistema simbólico vivo e dinâmico dotado de coerência formal, memória histórica e densidade estética. O Armorial se apoia desde o início em expressões típicas dessa poética popular como a literatura de cordel, a música de rabeca e pífano, a xilogravura, a heráldica sertaneja, entre outras, mas sempre reinterpretando esses elementos segundo procedimentos eruditos de composição.

O movimento também tem um forte componente de dimensão identitária de uma cultura brasileira mestiça, que Suassuna chamou de “nação castanha”. Nesse sentido, o Armorial se coloca como uma resposta crítica tanto ao cosmopolitismo acrítico, que idealiza os padrões europeus e norte-americanos enquanto despreza o nacional, quanto às leituras que veem o popular nacional sob a lente do exótico, do esdrúxulo ou da mera sátira, guardando olhares mais respeitosos e sérios para expressões de matriz branca e europeia.

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A ideia aqui é reafirmar uma leitura da arte popular nacional como algo sofisticado, enraizado historicamente e proveniente da experiência do Brasil profundo, que é rico e multifacetado culturalmente e merece ser lido com seriedade e reverência.

Pedra do Reino, um patrimônio histórico e cultural de Pernambuco e que inspirou obra "A Pedra do Reino" de Suassuna.[1]
Pedra do Reino, um patrimônio histórico e cultural de Pernambuco e que inspirou obra "A Pedra do Reino" de Suassuna.[1]

Origem do Movimento Armorial

O movimento foi lançado oficialmente, como movimento organizado, no dia 18 de outubro de 1970, na cidade do Recife, no Pernambuco, durante um evento que reuniu um concerto musical e uma exposição de artes plásticas na Igreja de São Pedro dos Clérigos.

No entanto, o movimento não surgiu de forma abrupta em 1970, mas como resultado de um processo de maturação intelectual de duas décadas, em que Suassuna e apoiadores próximos articulavam literatura, teatro, música e artes visuais a partir das matrizes populares nordestinas, mais especificamente das reflexões que ele desenvolveu ao longo das décadas de 1950 e 1960 sobre cultura popular, identidade nacional e projeto estético brasileiro.

O contexto cultural da do Recife foi decisivo para o surgimento do movimento, pois a cidade possuía uma importante tradição intelectual voltada para o debate sobre regionalismo, cultura popular e modernidade. Suassuna atuava, nesses anos, como professor e gestor cultural, o que facilitou sua elaboração e criação de um espaço institucional para o novo movimento.

O Armorial nasceu também como reação crítica a dois movimentos simultâneos desse período: de um lado, a apropriação superficial ou folclorizante da cultura popular e, do outro, o predomínio de modelos estéticos estrangeiros deslocados da realidade brasileira. A origem do movimento se situa numa resposta crítica a essas duas posturas, em uma tentativa consciente de formular uma alternativa estética nacional que dialogasse com a modernidade, mas de forma altiva e profundamente vinculada às tradições populares brasileiras e, especialmente, nordestinas e sertanejas.

Leia também: O que é apropriação cultural?

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Características do Movimento Armorial

  • Recusa da separação rígida entre o popular e o erudito: para o movimento, essas categorias não são opostas, mas complementares. A cultura popular, especialmente o romanceiro, a música de tradição oral e as artes gráficas populares, são entendidas como portadoras de uma complexidade formal, de um rigor simbólico e  uma memória histórica que as tornam aptas a sustentar obras eruditas em diferentes linguagens artísticas.
  • Uso consciente de matrizes medievais ibéricas: reelaboradas no contexto brasileiro, elementos como a heráldica, o imaginário cavaleiresco e os autos e a poesia narrativa encontram ressonância nas tradições sertanejas, permitindo a Suassuna formular uma estética que ele próprio descreve como enraizada na “tradição ibérico-popular” do Nordeste.
  • Privilegia instrumentos como rabeca, viola, pífano e percussões tradicionais: do ponto de vista musical, o Armorial privilegia instrumentos como a rabeca, a viola, o pífano e percussões tradicionais, além de modos melódicos e rítmicos associados à música popular nordestina. Essas referências foram organizadas segundo princípios eruditos de composição, resultando em uma música que não é nem folclórica nem acadêmica no sentido convencional, mas algo novo, que funde as duas influências.
  • Forte dimensão identitária e simbólica: o Armorial está ligado à formulação da ideia de “nação castanha”, conceito que expressa a mestiçagem cultural brasileira e se opõe tanto a modelos europeizantes quanto a leituras simplificadoras do nacional-popular. Essa característica confere ao movimento um caráter afirmativo, voltado à valorização de uma identidade cultural brasileira.
  • Natureza interdisciplinar: literatura, música, artes plásticas, teatro e dança são concebidos como campos interligados, capazes de compartilhar princípios estéticos comuns. Essa integração das diversas linguagens é um dos traços que diferenciam o Movimento Armorial de outras iniciativas culturais do período.

Literatura de cordel

A literatura de cordel é uma expressão literária tipicamente nordestina e sertaneja caracterizada por narrativas rimadas (poesia), impressas em folhetos simples e pendurados em barbantes (os chamados “cordéis”). Ela mistura oralidade (histórias não escritas contadas ao longo de gerações), cultura popular e, frequentemente, xilogravuras, abordando temas relacionados ao cotidiano sertanejo, entre outros assuntos.

O Armorial retira o cordel do olhar de simples expressão folclórica ou mera curiosidade regional que recebia até então e o reconhece como sistema literário coerente, dotado de regras formais próprias, tradição narrativa consolidada e enraizamento profundo nas tradições culturais nordestinas.

O cordel se caracteriza pelo uso de versos, frequentemente redondilhas, com uma temática voltada para narrativas épicas, romances e histórias de feitos heroicos, todos no âmbito do Sertão e do sertanejo. Suassuna enxerga nessas características uma base popular comparável às tradições épicas medievais europeias, especialmente à do romanceiro ibérico.

As histórias frequentemente articulam temas e valores como honra, justiça, traição, coragem, religiosidade e destino. A partir desses elementos, o Armorial pôde construir uma estética épica brasileira, em que o sertão assume o lugar que os cenários cavalheirescos desempenharam na literatura medieval europeia.

Há também uma importante relação entre cordel e artes visuais. As capas dos folhetos, geralmente ilustradas por xilogravuras, influenciaram diretamente a estética armorial nas artes plásticas.

A literatura de cordel foi (e é) produzida tradicionalmente para venda em feiras e mercados, para ser lida em voz alta e compartilhada coletivamente, o que reforça a ideia armorial de uma cultura sertaneja viva e dinâmica, que demonstra que sofisticação estética não está dissociada do acesso popular.

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Folhetos de literatura de cordel.
A literatura de cordel é muito valorizada no contexto do Movimento Armorial.[1]

Artistas do Movimento Armorial

O Movimento Armorial reuniu um conjunto de artistas de diferentes áreas que compartilharam, em maior ou menor grau, esse projeto estético formulado principalmente por Suassuna, reunindo escritores, músicos, artistas plásticos, além de artistas de outras linguagens.

No campo do teatro e da literatura, o próprio Adriano Suassuna, líder e principal idealizador do movimento, autor de peças aclamadas como O Romance da Pedra do Reino e O Auto da Compadecida. Outro autor muito importante do movimento é Hermilo Borba Filho, teatrólogo e escritor que colaborou na fundamentação teórica e cênica do teatro armorial, ajudando a valorizar o mamulengo e o teatro de rua.

No âmbito da música, a expressão mais célebre foi a criação do Quinteto Armorial, que funcionou como principal braço musical do movimento, através do uso de instrumentos populares como rabeca, viola e pífano. Alguns dos membros desse importante quinteto foram Antônio Nóbrega (violino/rabeca), Cussy de Almeida (Maestro e violinista), Guerra-Peixe (compositor), Fernando Torres Santos, Egildo Vieira do Nascimento e Edson Rodrigues.

Nas artes visuais, a estética foi traduzida em xilogravuras, gravuras com traços medievais e populares. Alguns dos nomes de destaque nessa linguagem foram: Gilvan Samico, criador de xilogravuras que misturavam o folclore e o fantástico; Miguel dos Santos, escultor e pintor; Zélia Suassuna, esposa de Ariano e que também atuou como artista plástica no movimento; e Lourdes Magalhães, artista plástica e gravadora que atuou desde a fundação do movimento.

Na dança, o movimento buscou inspiração nas formas populares do Cavalo Marinho e do Maracatu. Um dos nomes de destaque nessa linguagem foi Antônio Nóbrega, que além de atuar na música e no teatro, também teve forte expressão na dança no contexto do movimento.

O movimento não se limita aos nomes e linguagens citados acima a título de exemplo, mas com uma grande quantidade de artistas de diversos meios e linguagens, como cordelistas, artesãos, rabequeiros, violeiros, entre outros.

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Antônio Nóbrega, um artista ligado ao Movimento Armorial.[3]
Antônio Nóbrega, um artista ligado ao Movimento Armorial.[3]

Obras do Movimento Armorial

O Movimento Armorial teve uma produção prolífica nas mais diversas linguagens e seria impossível citar todas as que alcançaram relevância e destaque, mas, a título exemplificativo, podemos citar algumas produções de referência de cada área.

Uma primeira obra de referência é O Movimento Armorial (1974), ensaio teórico de Suassuna que sistematiza as diretrizes da arte armorial e que é uma obra obrigatória para quem deseja se aprofundar nos fundamentos desse movimento.

Na Literatura, a escolha é difícil dada a quantidade de obras de referência, mas citamos O Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta (1971), de Ariano Suassuna, como a que entendemos como sendo a obra literária máxima do movimento, posição pessoal desse autor e absolutamente aberta a discordâncias legítimas dada a enorme quantidade de obras-primas literárias desse movimento.

Na música, podemos apontar o álbum Do Romance ao Galope Nordestino (1974), álbum de estreia do Quinteto Armorial, gravado em Recife e que contém peças icônicas como "Realejo" e "Mourão". O segundo disco do Quinteto, Aralume (1976), com adaptações de temas populares ibéricos, também é uma obra de referência. O Orquestra Armorial (1975), álbum gravado pela Orquestra de Câmara de Pernambuco, sob regência de Cussy de Almeida, elevando a rabeca ao status de violino de concerto, é também uma obra muito reconhecida do movimento.

Nas artes visuais, são marcantes as famosas xilogravuras de Gilvan Samico, em que se destacam obras como "A Chegada de Lampião no Inferno" e gravuras que fundem lendas bíblicas com o imaginário regional, muitas vezes expostas na Galeria Estação e em mostras internacionais.

Muito populares também são as cerâmicas da Oficina Brennand, do escultor Francisco Brennand, que criou painéis e esculturas que compõem o imaginário visual do movimento em sua oficina em Recife, utilizando formas totêmicas e míticas. Há também as iluminogravuras, uma série de gravuras de Ariano Suassuna que unem texto poético e artes plásticas, inspiradas nos manuscritos medievais.

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No âmbito da dança, podemos citar os espetáculos do Balé Armorial do Nordeste, criado no início dos anos 70 em Recife e que utilizava passos de frevo e caboclinho em estruturas de balé clássico. Espetáculos como "Reisado" e "Cavalhada" eram apresentados frequentemente no icônico Teatro de Santa Isabel de Recife.

Teatro Santa Isabel em Recife, Pernambuco, Brasil.
Teatro Santa Isabel em Recife, Pernambuco, Brasil.

Importância do Movimento Armorial

É difícil avaliar a importância do Movimento Armorial, dado o valor inestimável desse movimento como formulação de um projeto estético brasileiro, nordestino, sertanejo e moderno consciente, capaz de articular tradição popular, rigor formal ao nível das chamadas artes eruditas e afirmação identitária profunda.

Essa foi uma das buscas mais sistemáticas, no século XX, de superação da clássica dicotomia entre cultura popular e cultura erudita e, nessa busca, conseguiu demonstrar com clareza o quanto as expressões populares do Nordeste possuem complexidade simbólica e potencial para estruturar e servir de base para uma arte do mais alto nível, em todos os sentidos.

Do ponto de vista histórico, o movimento contribuiu para requalificar o estatuto da cultura popular nordestina no debate intelectual brasileiro: em vez de tratá-la como folclore residual ou manifestação arcaica, como era feito até então, o Armorial reposicionou a cultura nordestina como fonte legítima de elaboração estética refinada e sofisticada, sem deixar de ser popular, influenciando várias gerações de artistas desde então, nas mais diversas linguagens.

A importância do movimento também pode ser lida do ponto de vista da dimensão identitária, com o esforço de Suassuna de construção simbólica da chamada “nação castanha” para expressar a mestiçagem não só racial, mas cultural brasileira. Nesse sentido, o Armorial ofereceu uma narrativa alternativa às leituras eurocêntricas da cultura nacional, assim como às apropriações superficiais e estereotipadas do popular.

Do ponto de vista geográfico-cultural, o movimento contribuiu para consolidar o Recife como polo de produção artística e reflexão cultural a partir dos anos de 1970, inserindo o Nordeste de forma potente e assertiva no cenário cultural brasileiro.

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Em 2026, por exemplo, Recife foi berço do segundo filme brasileiro indicado a quatro premiações no Oscar, O Agente Secreto, do pernambucano e grande admirador do Armorial Kleber Mendonça Filho, que utiliza o Recife e o Nordeste como cenários de resistência cultural e política, ecoando a defesa da identidade regional proposta por Suassuna.

Suas outras obras, como Bacurau e Aquarius, misturam elementos populares e eruditos, criando um cinema de assinatura que, assim como o Movimento Armorial, busca valorizar a cultura local contra pressões externas. Tudo isso tem uma ligação certeira e profunda com o legado e os impactos desse movimento seminal nascido nos anos 1970 e gestado em séculos de história brasileira, ibérica e medieval  e que deixou impactos colhidos no passado, no presente e que certamente continuarão sendo colhidos no futuro.

Créditos da imagem

[1] Wikimedia Commons

[2] Wikimedia Commons

[3] Wikimedia Commons

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Fontes

SANTOS, Idelette Muzart Fonseca dos. Em demanda da poética popular: Ariano Suassuna e o Movimento Armorial. 2. ed. rev. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2009.

COSTA, Luís Adriano Mendes. Antonio Carlos Nóbrega em acordes e textos armoriais. Campina Grande, PB: EDUEPB, 2011. 204 p. ISBN 978-85-7879-087-5.

MARQUES, Roberta Ramos. Deslocamentos Armoriais: da afirmação épica do popular na “Nação Castanha” de Ariano Suassuna ao corpo-história do Grupo Grial. 2008. Tese (Doutorado em Teoria da Literatura) — Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2008.

PIRES, Cecília. Breves notas sobre o Movimento Armorial. Lugar Comum, Rio de Janeiro, n. 59, dez./jan. 2020.

SANTOS, Marília. Ser ou não ser armorial? Orquestra Armorial, Quinteto Armorial, oQuadro, SaGRAMA e Quarteto Encore. Fênix – Revista de História e Estudos Culturais, v. 19, n. 1, jan./jun. 2022. DOI: 10.35355/revistafenix.v19i1.1042.

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SANTOS, Nívea Lins. O Quinteto Armorial e sua relação com a modernidade brasileira (1974-1980). ArtCultura, Uberlândia, v. 19, n. 35, p. 185-202, jul./dez. 2017.

INSTITUTO MOREIRA SALLES (IMS). Ao sol da prosa brasiliana. Blog do IMS, 23 jul. 2014. Disponível em: https://blogdoims.com.br/ao-sol-da-prosa-brasiliana/

Escritor do artigo
Escrito por: Alexandre Fernandes Borges Professor e historiador, Bacharel e Licenciado em História pela Universidade Federal de Goiás, com 20 anos de experiência no ensino de História no Ensino Médio. Servidor público de carreira da Secretaria de Estado da Cultura de Goiás desde 2007, atuou como Chefe do Arquivo Histórico Estadual de Goiás entre 2012 e 2019. Atualmente, integra a Comissão de Avaliação de Bens Intangíveis da Secretaria de Estado da Cultura de Goiás.
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BORGES, Alexandre Fernandes. "Movimento Armorial"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/cultura/movimento-armorial.htm. Acesso em 08 de fevereiro de 2026.
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