Os fogos de artifício são artefatos pirotécnicos que utilizam reações de combustão e de oxidação para criar espetáculos de luz, de som e de cores. Eles funcionam através do lançamento de conchas que contêm pólvora e "estrelas", grânulos compostos por sais metálicos que, ao serem excitados pelo calor, liberam energia na forma de luz colorida por luminescência.
Os fogos de artifício, apesar de tradicionais, apresentam riscos severos de queimaduras, de incêndios e de poluição sonora, o que tem levado muitas cidades a proibirem modelos barulhentos. O ruído excessivo, que ultrapassa 120 decibéis (dB), causa estresse em animais, em idosos e em pessoas com autismo, exigindo normas rígidas de segurança e de armazenamento para evitar acidentes graves.
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Tópicos deste artigo
- 1 - Resumo sobre os fogos de artifício
- 2 - O que são os fogos de artifício?
- 3 - Como funcionam os fogos de artifício?
- 4 - Composição dos fogos de artifício
- 5 - Cores dos fogos de artifício
- 6 - Efeitos dos fogos de artifício
- 7 - Fogos de artifício são proibidos?
- 8 - Perigos dos fogos de artifício
Resumo sobre os fogos de artifício
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Os fogos de artifício são artefatos pirotécnicos que operam por reações de combustão e de oxidação, utilizando pólvora para propelir e para explodir no ar.
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A luz colorida surge da luminescência, processo que é consequência da transição dos elétrons dos metais utilizados na composição dos fogos.
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O manuseio inadequado oferece perigos graves, como queimaduras severas e o risco de causar incêndios.
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O ruído pode exceder 120 decibéis (dB), provocando estresse em animais, em idosos e em pessoas com sensibilidade sensorial, como pessoas com transtorno do espectro autista (TEA).
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Devido aos danos à saúde e à segurança, algumas cidades já proíbem a utilização de fogos com barulho excessivo ou sem autorização prévia.
O que são os fogos de artifício?
Fogos de artifício são utensílios pirotécnicos comumente utilizados em festas, em eventos ou demais comemorações populares, com o intuito de apresentar um espetáculo visual impactante, o qual pode mesclar sons, cores e formas. Em termos técnicos, segundo a Nota Técnica N° 5-02 de 2023 do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro, fogos de artifício são uma “designação comum a peças pirotécnicas preparadas para transmitir a inflamação a fim de produzir luz, ruído, chamas ou explosões e normalmente empregado em festividades”.
Como funcionam os fogos de artifício?
A reação química de combustão é a base para o funcionamento dos fogos de artifício. Vale lembrar que essa reação possui uma estrutura muito simples, de modo que um combustível (um agente redutor) reage com o comburente (um agente oxidante, em geral, gás oxigênio) para a produção de energia, como calor e luz.
Além disso, é importante considerar que existem diversos tipos de fogos de artifício, os quais podem ter diferenças no seu funcionamento e na sua composição. Contudo, fogos de artifício aéreos, ou seja, aqueles que explodem nos céus, são os mais comuns em festividades pelo mundo.
A estrutura básica desses fogos de artifício inclui um tubo, conhecido como morteiro, o qual é envolto por uma espécie de concha de papelão. Dentro dessa concha, encontram-se pequenos grânulos conhecidos como “estrelas”, os quais possuem uma mistura reacional de combustível, de agente oxidante e de agente metálico corante, além de aglutinantes, que permite manter tais compostos unidos. Na presença de fogo ou de uma faísca, o agente oxidante e o combustível reagem, produzindo grande quantidade de calor e de gás. As estrelas são empacotadas na estrutura com uma carga de pólvora negra.
Em fogos de artifício aéreos, a explosão ocorre em duas etapas: a concha é lançada ao ar e, então, explode em uma altitude elevada em relação ao seu ponto de lançamento. Para que a concha seja propelida, coloca-se uma carga de pólvora negra abaixo, a qual apresenta um pavio. O pavio, ao ser aceso (manualmente ou por meio de dispositivos eletrônicos), provê a energia térmica necessária para fazer essa carga de pólvora negra entrar em ignição, a qual, ao reagir, produz gases quentes e muita energia (reação exotérmica). Um pequeno orifício permite o escoamento do gás, criando-se uma diferença de pressão abaixo da concha. Uma vez que a pressão é suficientemente grande, a concha é projetada para fora do morteiro em direção ao céu.
Depois de alguns segundos, quando a concha atingiu uma altura elevada em relação ao seu ponto de lançamento, um pavio temporizado dentro da estrutura entra em ignição, ativando a explosão da pólvora negra e, consequentemente, das estrelas lá presentes. Assim, a concha é rompida, ejetando as estrelas em diversas direções.
Composição dos fogos de artifício
Uma vez que a combustão é a reação química que embasa o funcionamento dos fogos de artifício, temos os componentes que apresentamos a seguir na estrutura básica de fogos de artifício.
→ Combustível
Os combustíveis são compostos que, ao reagirem com o oxigênio (comburente), irão rapidamente produzir energia. Em geral, em fogos de artifício, utilizam-se combustíveis à base de carbono ou de enxofre na pólvora negra, os quais reagem rapidamente com o oxigênio. Também é possível a adição de alumínio, de magnésio ou de titânio.
→ Agente oxidante
O ar atmosférico possui uma baixa concentração de gás oxigênio para o funcionamento adequado dos fogos de artifício. Assim, para prover o gás oxigênio necessário para o efeito pirotécnico, utilizam-se compostos com alto teor de oxigênio, os chamados agentes oxidantes. Nesse caso, são tipicamente utilizados sais de nitrato (NO3−), clorato (CℓO3−) ou perclorato (CℓO4−). Um exemplo disso é a decomposição térmica do nitrato de potássio:
2 KNO3 → K2O + N2 + 5/2 O2
A utilização do potássio é comum, uma vez que ele produz uma chama violeta, a qual não interfere nas cores dos demais agentes corantes.
→ Agente corante
São sais de metais que irão ser responsáveis pela cor final dos fogos de artifício. O processo de liberação de cor por parte dos metais é conhecido como luminescência e está intimamente ligado à transição eletrônica.
→ Aglutinantes e outros
A dextrina líquida, um carboidrato de baixa massa molecular, é utilizada como aglutinante dos componentes dos fogos de artifício, mantendo-os em conjunto durante todo o processo.
Doadores de cloro também podem ser adicionados, com a ideia de intensificar algumas cores.
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Cores dos fogos de artifício
Há duas formas de produção de cores nos fogos de artifício: por luminescência ou por incandescência.
O processo de incandescência é mais simples de ser explicado e ocorre quando a substância é sobreaquecida de tal forma que a mesma começa a brilhar. Tal brilho, inicialmente emitido no infravermelho, começa a adquirir colorações vermelha, laranja, amarela e, então, branca, conforme a temperatura vai aumentando. Se tal temperatura for controlada, os fogos de artifício podem ter um brilho manipulado, de modo que apresentem a coloração de interesse no momento apropriado.
O processo de luminescência tem relação com a transição dos elétrons dos elementos metálicos presentes. A energia liberada durante o processo de explosão é absorvida por elétrons dos metais, os quais são excitados do seu estado fundamental para um nível de energia maior. Imediatamente, os elétrons excitados retornam ao estado fundamental, devolvendo parte da energia absorvida na forma de fótons de luz, cujo comprimento de onda cai dentro do espectro visível e, assim sendo, apresenta uma determinada cor.
As cores observadas a depender do metal estão na tabela que se segue:
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Cor observada |
Composto presente |
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Vermelho |
Sais de lítio (Li) e estrôncio (Sr) |
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Laranja |
Sais de cálcio (Ca) |
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Amarelo |
Sais de sódio (Na) |
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Verde |
Sais de bário (Ba) |
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Azul |
Sais de cobre (Cu) |
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Roxo |
Mistura de sais de cobre (azul) e estrôncio (vermelho) |
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Branco/Prateado |
Magnésio ou alumínio metálico |
Das cores possíveis, o azul acaba sendo o maior desafio, uma vez que compostos de cobre se destroem em altíssimas temperaturas (na faixa dos 2000 °C), comum no processo de queima de fogos de artifício. Além disso, o azul mais escuro pode não ser percebido contra o céu noturno e, se for muito claro, irá parecer branco.
Efeitos dos fogos de artifício
As cores dos fogos de artifício são um dos elementos principais do espetáculo pirotécnico. Contudo, nem só a luz acaba sendo planejada, a depender da composição química utilizada.
Efeitos sonoros podem ser um ingrediente importante durante a apresentação. Tais efeitos sonoros são consequência da rápida e grande produção de gás. Se a saída de gás do fogo de artifício for estreita, o som produzido será semelhante ao de um apito. É justamente a alteração da velocidade de produção de gás e o diâmetro da saída desse gás que irá determinar o tipo de apito produzido.
Em alguns exemplares, é adicionado benzoato de potássio ou salicilato de sódio, os quais, ao serem queimados, produzem o gás de maneira lenta, também produzindo um som de apito nos fogos de artifício. Por sua vez, a adição de clorato de potássio resulta em um som mais alto, enquanto o uso de bismuto cria um som mais semelhante a um estouro.
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Fogos de artifício são proibidos?
No Brasil, a utilização de fogos de artifício fica a cargo das leis de cada cidade. Algumas cidades proíbem a completa utilização, enquanto outras apenas restringem o uso de artefatos barulhentos ou, ainda, estabelecem horários específicos para a queima. Sendo assim, é preciso verificar especificamente o que a cidade em questão estabelece.
Em São Paulo, por exemplo, há uma lei que, desde 2021, veta a comercialização, o armazenamento ou o transporte de fogos de artifício. Já no município do Rio de Janeiro, houve proibição de fabricação, de comercialização e de uso de fogos de artifício por indivíduos no ano de 2022, permitindo apenas o uso de fogos que não possuam estampidos ou cujo ruído não exceda os 120 decibéis (dB)em eventos da prefeitura ou autorizados pelo Poder Executivo do município.
Na capital do Amapá, Macapá, a lei só permite a utilização de fogos silenciosos, algo que se estende às seguintes capitais: Campo Grande (MS), Goiânia (GO), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS). Já a capital pernambucana, Recife, possui uma lei que proíbe fogos com manipulação sonora em eventos públicos. A capital cearense, Fortaleza, apresenta a proibição de fogos de artifício com barulho para qualquer tipo de evento.
Além disso, alguns órgãos públicos podem impedir a utilização em determinadas condições. É o caso do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro, o qual não permite a queima de uso de fogos de artifício no Grupo das Unidades de Uso Sustentável (de acordo com a Lei Federal 9985 de 2000), nas areias das praias, em locais fechados (com exceção de artigos pirotécnicos desenvolvidos para tal fim e mediante comprovação de viabilidade técnica), ou nos casos em que o posicionamento dos fogos sobre áreas de cobertura vegetal ofereça risco de propagação de incêndio.
Em outubro de 2024, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal (CCJ), aprovou um Projeto de Lei (PL 5/2022) que proíbe a fabricação, o armazenamento, a comercialização e a utilização de fogos de artifício que produzam barulho acima de 70 decibéis (dB). O projeto segue os ritos de tramitação, em que deverá ser analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados.
Perigos dos fogos de artifício
Por ser um material pirotécnico, os fogos de artifício podem apresentar perigos na sua fabricação, no seu armazenamento, no seu transporte ou na sua utilização. Em 13 de novembro de 2025, uma casa, em São Paulo, explodiu, fruto de armazenamento irregular e de manuseio clandestino de fogos de artifício. O local possuía 1230 foguetes, 18 bombas, 7 rojões de vara e mais de 27 bombas de projeção, além de artefatos rudimentares. A explosão deixou 10 vizinhos feridos e vitimou 1 pessoa.
Foi também após um acidente que a cidade do Rio de Janeiro, que possui um Réveillon muito famoso e tradicional, decidiu alocar seus milhares de fogos de artifício em balsas, a uma distância de cerca de 400 metros da praia. Até o ano de 2000/2001, os fogos eram disparados da areia, o que mudou devido a um acidente que vitimou uma pessoa e que feriu outras dezenas.
Um estudo publicado na Revista Brasileira de Queimaduras revelou que, de 1998 até 2014, 3906 crianças e adolescentes foram internados por queimaduras por fogos de artifício no Brasil, onde o público mais atingido é o da faixa etária que varia de 10 a 14 anos, seguido pela faixa etária que varia de 15 até 19 anos. Desses, a maior incidência de internações deu-se nas regiões Sudeste e Nordeste, concentrando, cada um, cerca de 38% das internações relatadas. Foi ainda percebido que, no mesmo período, ocorreram 31 óbitos por queimaduras por fogos de artifício no Brasil, onde, no recorte de gênero, houve predominância do século masculino (22 óbitos), e, por faixa etária, houve predominância naqueles que possuíam de 1 a 4 anos (11 óbitos). Das regiões brasileiras, a região Nordeste foi a que concentrou mais óbitos, com 17 casos.
Talvez o caso mais emblemático envolvendo um acidente com show pirotécnico seja o da Boate Kiss, em 27 de janeiro de 2013, na cidade gaúcha de Santa Maria. Um artefato pirotécnico, durante uma apresentação da Banda Gurizada Fandangueira, atingiu parte do teto do prédio, iniciando um incêndio que levou 242 pessoas ao óbito, deixando, também, mais de 600 feridos.
Outro perigo associado ao uso dos fogos está na poluição sonora. O barulho excessivo pode prejudicar a saúde humana, levando a problemas auditivos (zumbido e perda auditiva). Sabe-se que uma exposição a ruídos que ultrapassem os 75 decibéis (dB) já é prejudicial à audição, e os fogos podem ultrapassar os 120 decibéis (dB).
Além disso, a poluição sonora pode causar irritabilidade, distúrbios do sono, além de doenças metabólicas, cardiovasculares e digestivas. A elevação dos níveis de estresse, em decorrência da exposição a sons elevados, aumenta os níveis de cortisol, o que também pode acarretar problemas de saúde.
O excesso de barulho dos fogos de artifício também pode desencadear crises sensoriais em pessoas com transtorno do espectro autista (TEA), as quais possuem uma sensibilidade maior ao som. Tais crises podem durar dias, gerando insônia. Idosos e bebês também podem ser prejudicados pelo som dos fogos de artifício.
Os animais domésticos e silvestres também são prejudicados pela utilização dos fogos de artifício. O som e o brilho que são produzidos acabam tornando-se fontes de perturbação para eles. Embora esporádicos, os fogos de artifício podem fazer com que o animal desenvolva uma fobia por ruídos específicos, fazendo com que surjam medos associados a sons semelhantes, como os produzidos por trovões. Regido pelo medo, o animal busca fugir da situação estressante, tentando esconder-se ou até mesmo evadir do local. Nessa tentativa de fuga, acidentes podem ocorrer, como atropelamentos e quedas, além de um possível desaparecimento do animal. Além disso, os animais podem apresentar maior agressividade, salivação excessiva, respiração ofegante, diarreia, além de incontinência urinária e de incontinência fecal.
Fontes
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