O que é o Bolsa Família?

O Bolsa Família é um programa federal de transferência de renda que tem como objetivo combater a pobreza e a fome no Brasil. Atende a quase 20 milhões de famílias atualmente.

O Bolsa Família é um programa governamental de transferência de renda criado no ano de 2004 a partir da unificação de políticas públicas voltadas para a redução da pobreza e das desigualdades socioeconômicas no Brasil. Fez parte, ainda, de uma política de combate à insegurança alimentar e à fome que foi inaugurada no país um ano antes, e que tinha como uma de suas bases a transferência direta de renda para ampliar o acesso à alimentação saudável. Atualmente, o Bolsa Família tem valor mínimo de R$ 691, e atende a cerca de 20 milhões de famílias no território brasileiro.

Para receber o benefício, a renda familiar per capita deve ser de até R$ 218. Há, também, condicionalidades que devem ser cumpridas pelo beneficiário a fim de manter o Bolsa Família ativo, o que inclui a frequência escolar comprovada e a manutenção do calendário nacional de vacinação das crianças. Os beneficiários no mercado formal de trabalho não têm seu benefício suspenso de forma automática, mas passam por um período de transição com novas regras de renda per capita máxima e redução dos valores recebidos.

Desde a sua implementação, o Bolsa Família teve impactos diretos sobre os seus beneficiários. Muitos conseguiram deixar o programa em função do aumento da renda familiar, o que representa a redução dos índices de pobreza, e houve redução das desigualdades regionais. Além disso, o programa é apontado como principal responsável pela saída do Brasil do Mapa da Fome da Organização das Nações Unidas (ONU) em duas ocasiões distintas desde a sua implementação: em 2014 e em 2025.

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Tópicos deste artigo

Resumo sobre o Bolsa Família

  •  O Bolsa Família é um programa federal de transferência de renda que tem como objetivo combater a pobreza e a fome no Brasil.
  • As pessoas que têm direito ao Bolsa Família são aquelas cuja renda familiar per capita é de até R$ 218. Elas devem manter cadastro ativo e atualizado no CadÚnico.
  • O valor do Bolsa Família é de R$ 691. Quando entrou em vigor, era de R$ 70, tendo passado por reajustes ao longo dos anos.
  • Em outubro de 2021, o Bolsa Família foi substituído pelo Auxílio Brasil. No ano de 2022, o valor do Auxílio Brasil passou de R$ 400 para R$ 600
  • O programa Bolsa Família foi restabelecido em 2023, e o piso de R$ 600 foi mantido.
  • O Bolsa Família funciona com a transferência de renda com base em compromissos que têm como objetivo garantir direitos básicos em saúde e em educação.
  • Entre os compromissos do Bolsa Família, estão a frequência escolar e a manutenção do calendário nacional de vacinação das crianças.
  • A entrada no mercado de trabalho formal não anula o Bolsa Família automaticamente. Existe um período de transição previsto nas regras do programa.
  • O Bolsa Família foi criado pela Lei nº 10.836, de 9 de janeiro de 2004, no primeiro governo Lula, unificando programas como o Bolsa Escola e o Auxílio Gás, que foram criados durante o governo Fernando Henrique Cardoso.
  • Integrou as políticas de combate à pobreza e à insegurança alimentar que compunham o programa Fome Zero, que foi lançado no ano de 2003.
  • Os impactos do Bolsa Família são observados a partir da redução da pobreza, da fome e da insegurança alimentar e da queda das desigualdades regionais e nos indicadores do mercado de trabalho, que apontam maior criação de vagas formais para beneficiários.

Quem tem direito ao Bolsa Família?

Pessoas que vivem em lares com renda média de até R$ 218 por pessoa têm direito ao Bolsa Família. Sua aceitação no programa, no entanto, depende de análise prévia.

Têm direito ao Bolsa Família os indivíduos cuja renda familiar per capita, isto é, por pessoa, for de até R$ 218. Para fazer esse cálculo, basta somar os valores recebidos mensalmente pelos membros da família e dividir pelo total de pessoas que compõe esse núcleo familiar. Se uma dona de casa integra uma família formada por 5 pessoas que tem R$ 1.050 de rendimento todos os meses, isso significa que cada membro, incluindo ela própria, recebe, em média, R$ 210. Portanto, ela tem direito ao Bolsa Família.

O aceite ao programa, no entanto, não acontece de maneira automática. Existe uma análise prévia que é realizada através das informações que são fornecidas para o sistema do Cadastro Único (CadÚnico), descrito como a principal ferramenta do governo federal para a seleção e para a inscrição de pessoas de baixa renda em programas sociais. Por isso, é preciso que a pessoa que vai requerer o Bolsa Família esteja inscrita no CadÚnico e mantenha seus dados atualizados.

Qual é o valor do Bolsa Família?

O valor do Bolsa Família é de R$ 691, tendo sido atualizado no ano de 2026. Desde outubro do referido ano, esse é considerado o valor mínimo a ser pago por beneficiário, uma vez que o programa é composto por outros benefícios que podem ampliar a margem de pagamentos. Por isso, e como veremos a seguir, o valor médio do Bolsa Família é um pouco maior do que o piso estabelecido em cada ano indicado. Antes do último reajuste, o piso de pagamento era R$ 600, e a média recebida era de R$ 678,18 (09/2026).

Na tabela abaixo, apresentamos a evolução do valor médio do Bolsa Família desde o ano de sua implementação até o presente. O mês selecionado para a análise foi outubro, uma vez que o valor de referência mais recente entrou em vigor em 10/2026.

Antes da leitura da tabela, é importante saber que:

  • o Bolsa Família foi substituído pelo Auxílio Brasil em outubro de 2021, devido à pandemia de covid-19, com valor inicial de R$ 400. Posteriormente, em 2022, seu valor foi aumentado para R$ 600.
  • no ano de 2023, o Bolsa Família foi restabelecido, e o valor de R$ 600 foi mantido.

Evolução do valor médio do Bolsa Família

Mês/Ano

Valor médio

10/2004

R$ 68,13

10/2005

R$ 64,02

10/2006

R$ 61,77

10/2007

R$ 74,89

10/2008

R$ 84,79

10/2009

R$ 94,28

10/2010

R$ 98,54

10/2011

R$ 119,33

10/2012

R$ 117,16

10/2013

R$ 152,67

10/2014

R$ 169,67

10/2015

R$ 163,57

10/2016

R$ 181,98

10/2017

R$ 179,37

10/2018

R$ 188,14

10/2019

R$ 189,86

10/2020

R$ 26,89

10/2021

R$ 87,50

08/2022

R$ 607,85

10/2023

R$ 688,97

10/2024

R$ 678,46

10/2025

R$ 683,42

Fonte: Secretaria de Avaliação, Gestão da Informação e Cadastro Único – SAGICAD.

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Como funciona o Bolsa Família?

Os beneficiários do Bolsa Família devem cumprir alguns compromissos para manterem o benefício. [1]

O Bolsa Família é um programa de transferência de renda que funciona a partir da concessão de benefícios a famílias que, comprovadamente, encontram-se em situação de pobreza ou de extrema pobreza. Entre os principais objetivos do Bolsa Família, estão a redução das desigualdades socioeconômicas, da insegurança alimentar e da fome no território brasileiro, além da garantia de melhor qualidade de vida e de bem-estar para a parcela mais vulnerável da população. Para isso, o Bolsa Família apresenta condicionalidades que devem ser cumpridas pelos seus beneficiários a fim de manterem o benefício.

As condicionalidades do Bolsa Família foram estabelecidas para assegurar uma parte dos direitos básicos dos cidadãos brasileiros aos beneficiários do programa e às suas famílias, que são a saúde e a educação. Na página oficial do Bolsa Família |1|, elas são descritas como compromissos que são assumidos no momento em que o benefício é concedido.

  • Condicionalidades do Bolsa Família na saúde:
    • Gestantes e nutrizes devem realizar o pré-natal conforme a frequência preconizada pelo Ministério da Saúde.
    • As famílias que tenham em sua composição crianças de até 7 anos de idade incompletos devem manter o calendário nacional de vacinação em dia, conforme orientação do Ministério da Saúde, e realizar o acompanhamento do estado nutricional.
    • Sempre que for atendido por algum profissional de saúde, deve avisar que é beneficiário do Programa Bolsa Família e informar o NIS ou o CPF.
  • Condicionalidades do Bolsa Família na educação:
    • Na área da educação, as famílias devem garantir a matrícula e o acompanhamento da frequência escolar das crianças e adolescentes a partir dos 4 anos de idade até a conclusão da educação básica (ensino fundamental e ensino médio).
    • A frequência escolar mínima exigida varia conforme a faixa etária:
      • 60% de frequência para crianças de 4 a 6 anos incompletos;
      • 75% de frequência para beneficiários de 6 a 18 anos incompletos que ainda não concluíram a educação básica.
    • Sempre que a criança, o adolescente ou o jovem não puder comparecer às aulas, é importante informar à escola o motivo da ausência.
    • Também é fundamental comunicar ao setor responsável pelo Cadastro Único no município sempre que houver mudança de escola, para que as informações sejam atualizadas e acompanhadas corretamente pela área da educação.
    • Ao realizar uma nova matrícula, informe à escola que a sua família é beneficiária do Programa Bolsa Família e solicite que as informações de frequência escolar sejam registradas no Sistema Presença do Ministério da Educação.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome.

Quando nos referimos ao valor do Bolsa Família, estamos falando do piso, isto é, do mínimo a ser pago ao beneficiário. Esse montante é resultado de um conjunto de quatro diferentes tipos de benefícios que constituem o programa |2|. Conheça-os abaixo:

Benefícios do Bolsa Família

Benefício

Pagamentos

Benefício de Renda de Cidadania (BRC)

R$ 164 por membro da família

Benefício Primeira Infância (BPI)

R$ 173 por criança de 0 a 7 anos

Benefício Variável Familiar (BVF)

R$ 58 por gestantes, nutrizes ou crianças e jovens de 7 a 18 anos

Benefício Complementar (BCO)

Pagamento realizado caso o valor total não alcance o piso de R$ 691

Fonte: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome/G1.

É importante mencionar que não há exclusão automática do cadastro no Bolsa Família caso a pessoa que foi contemplada inicie em um trabalho de carteira assinada ou atue como microempreendedor individual (MEI). A regra de renda máxima per capita permanece, mas com valor de R$ 706. Há, também, um período de transição de até dois anos para que a pessoa deixe o programa. Nesse intervalo, o valor do benefício recebido é 50% do inicial. Ainda assim, em caso de perda da fonte de renda (CLT ou MEI), caso a renda per capita se mantenha inferior a R$ 218, a pessoa recebe prioridade para retornar ao programa.

Quem criou o Bolsa Família?

O Programa Bolsa Família no formato que conhecemos hoje foi criado pela Lei nº 10.836, de 9 de janeiro de 2004, instituída no primeiro mandato do presidente Lula. Entretanto, o Bolsa Família representou a unificação de programas de transferência de renda e auxílios concebidos durante a gestão de Fernando Henrique Cardoso (FHC). São eles:

  • Bolsa Escola;
  • Programa Nacional de Acesso à Alimentação;
  • Bolsa Alimentação;
  • Programa Auxílio Gás.

Nesse sentido, pode-se concluir que as bases do Programa Bolsa Família foram criadas durante o governo FHC, e a sua sistematização deu-se no primeiro governo Lula.

Como surgiu o Bolsa Família?

O Bolsa Família surgiu da unificação de programas de transferência de renda que foram criados no ano de 2001 e que eram descentralizados, o que significa que existiam de forma independente. O principal deles foi o Bolsa Escola, instituído por meio da medida provisória (MP) nº 2.140, que condicionava o recebimento do auxílio à frequência escolar das crianças e dos adolescentes. Segundo o texto da MP, a presença deveria ser de, no mínimo, 85%. O auxílio era concedido a crianças e a adolescentes entre 6 e 15 anos de idade cuja renda familiar fosse inferior a 2 salários-mínimos. Lembrando que, à época, o salário-mínimo no país era de R$ 180.

A manutenção do Bolsa Escola estava condicionada à frequência escolar das crianças e dos adolescentes.

Também no ano de 2001 foi criado o Cadastro Único dos Programas Sociais, mais conhecido atualmente como CadÚnico, que tinha como objetivo inicial o mapeamento das famílias de baixa renda que recebiam até meio salário-mínimo per capita. O novo sistema foi fundamental para a identificação das famílias em situação de vulnerabilidade e permitiu a expansão dos programas sociais federais. Ainda assim, as desigualdades socioeconômicas entre a população brasileira eram profundas, e um dos problemas persistentes, além da má distribuição de renda que colocava 34,1% da população abaixo da linha da pobreza no final da década de 1990|3|, era a fome.

A insegurança alimentar grave, que é a condição de fome, deixou pouco mais de um décimo da população brasileira em condição de subnutrição, de acordo com dados para o intervalo que foi de 2000 a 2002. Nesse período, o programa Bolsa Alimentação foi estabelecido com o objetivo de complementar a renda de famílias em situação de pobreza, sendo voltado para gestantes, para nutrizes e para crianças entre 6 meses e 7 anos incompletos. Pouco tempo depois, em 2003, no primeiro governo Lula, foi criado o programa Fome Zero.

O Fome Zero substituiu o Programa Comunidade Solidária, criado pelo governo FHC em 1995 e que funcionava através da articulação de projetos com a sociedade civil para o combate à fome e da gestão de programas de cunho social com o mesmo objetivo. No caso do Fome Zero, o programa foi organizado em torno de um conjunto de políticas públicas em áreas estratégicas com o objetivo de reduzir as desigualdades socioeconômicas e de promover o maior acesso a alimentos saudáveis. Entre os programas desenvolvidos no contexto do Fome Zero, está o Bolsa Família.

Veja também: Fome no Brasil — mais detalhes sobre esse grave problema

Impactos do Bolsa Família

A redução das desigualdades socioeconômicas foi um dos principais impactos do Bolsa Família no Brasil. [2]

O Bolsa Família é considerado o maior programa de transferência de renda do mundo, e é assim reconhecido pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), agência da ONU. Atualmente, 19,2 milhões de famílias brasileiras são beneficiárias do programa, as quais recebem, em média, R$ 678,18 mensais. O reconhecimento internacional do Bolsa Família não se deve somente ao número de pessoas atendidas, mas, também, aos impactos positivos que o programa gerou desde a sua implementação.

Um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV)|4| apontou um volume expressivo de pessoas que deixaram de ser beneficiárias do Bolsa Família por conta da melhoria na renda, revelando, assim, a mobilidade social proporcionada pelo programa. Levando em conta aqueles que começaram a receber o benefício no ano de 2014, a FGV constatou que 60,7% deles deixaram o Bolsa Família até 2025. A saída foi maior entre jovens com idade entre 11 e 17 anos, assim como de pessoas com carteira assinada, evidenciando o que a pesquisa chama de quebra do ciclo de pobreza geracional, com melhoria na qualidade de vida de crianças e de jovens.

Considerando a retomada do programa em 2023, cerca de 15 milhões de pessoas deixaram de ser beneficiárias diretas ou indiretas do Bolsa Família em função do aumento da renda familiar per capita. Esse número indica que 5,1 milhões de famílias deixaram a situação de pobreza e conseguiram ascender para uma nova faixa de renda. Quando voltamos aos primeiros anos da implementação do Bolsa Família, o Banco Mundial mostra que 20 milhões de pessoas deixaram a pobreza por conta do programa entre 2003 e 2009.

Ainda levando em conta a redistribuição de renda e as desigualdades, as regiões do Brasil que possuem maior número de beneficiários do Bolsa Família foram aquelas que apresentaram maior queda da desigualdade de renda após a pandemia de covid-19. Em destaque, está a região Nordeste, que apresentou maior queda na diferença de rendimentos entre as famílias mais ricas e as famílias mais pobres. A renda dos 10% mais ricos chegou a ser 18,8 vezes maior do que a renda dos 40% mais pobres no Nordeste em 2019, e caiu gradualmente até 2022, quando a proporção ficou em 13,7|5|. Ao mesmo tempo, o total de domicílios que são atendidos pelo Bolsa Família aumentou na região de 29% a 35,5% entre 2019 e 2022|6|.

Muitos jovens deixaram de fazer parte do Bolsa Família entre 2012 e 2024. Aproximadamente 2,7 milhões de jovens entre 7 e 16 anos deixaram o programa, mas tiveram seus dados mantidos no sistema do CadÚnico. Há, também, uma parcela de 7,6 milhões de jovens no mesmo intervalo de idades que deixou o CadÚnico|7|, o que significa que não está recebendo nenhum tipo de benefício do governo federal, incluindo o Bolsa Família. Esses dados representam a melhoria na renda familiar e o maior ganho de autonomia dessa parcela da população|8|.

Um estudo recente da FGV mostrou, também, o impacto do Bolsa Família no mercado de trabalho. Segundo as informações divulgadas, das 5,4 milhões de vagas de carteira assinada que foram criadas no Brasil desde o restabelecimento do programa em 2023 até junho de 2026, 4,6 milhões delas foram ocupadas por beneficiários do Bolsa Família, o que representa 85,2% das vagas|9|

Ao longo dos anos, o Bolsa Família também teve impacto sobre indicadores demográficos como a mortalidade infantil, que caiu cerca de 16% entre crianças de 1 a 4 anos, da mesma forma que aumentou a frequência escolar de meninas|10|, grupo que é mais afetado pelo trabalho doméstico e pelo cuidado para com a família.

Por fim, o Bolsa Família é apontado como a principal política pública responsável pela queda da insegurança alimentar severa, ou fome, no Brasil. Desde a sua criação, o país saiu do Mapa da Fome em duas ocasiões distintas. A primeira delas foi em 2014, tendo permanecido fora por um período de quatro anos. A segunda vez que o Brasil deixou o Mapa da Fome foi em 2025, quando a ONU mostrou que a parcela de subnutridos na população brasileira ficou abaixo de 2,5%.

Notas

|1| MDS. Ações e Programas: Bolsa Família. Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), [s.d.]. Disponível em: https://www.gov.br/mds/pt-br/acoes-e-programas/bolsa-familia.

|2| ORTIZ, Isabela. Bolsa Família: de R$ 70 a R$ 700; veja como o valor do benefício mudou em 23 anos. G1, 18 set. 2026. Disponível em: https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/09/18/bolsa-familia-veja-como-o-valor-do-beneficio-mudou-em-23-anos.ghtml.

|3| CASTRO, Anna Maria de. Trajetória do combate à fome no Brasil. ARANHA, Adriana Vergara (Org.). Fome Zero: Uma História Brasileira. Brasília, DF: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Assessoria Fome Zero, 2010, v. 1. P. 18-25. Disponível em: https://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/Fome%20Zero%20Vol1.pdf.

|4| REDAÇÃO. Estudo da FGV sobre o Bolsa Família revela quebra de ciclo da pobreza intergeracional. FGV, 08 dez. 2025. Disponível em: https://portal.fgv.br/noticias/estudo-da-fgv-sobre-o-bolsa-familia-revela-quebra-de-ciclo-da-pobreza-intergeracional.

|5| MIATO, Bruna. Bolsa Família diminui a desigualdade em regiões em que está mais presente, aponta IBGE. G1, 19 abr. 2024. Disponível em: https://g1.globo.com/economia/noticia/2024/04/19/bolsa-familia-diminui-a-desigualdade-em-regioes-em-que-esta-mais-presente-aponta-ibge.ghtml.

|6| MIATO, Bruna. Bolsa Família diminui a desigualdade em regiões em que está mais presente, aponta IBGE. G1, 19 abr. 2024. Disponível em: https://g1.globo.com/economia/noticia/2024/04/19/bolsa-familia-diminui-a-desigualdade-em-regioes-em-que-esta-mais-presente-aponta-ibge.ghtml.

|7| REDAÇÃO. Quase metade dos jovens do Bolsa Família deixou CadÚnico em 12 anos. UOL Notícias, 05 nov. 2025. Disponível em: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2025/11/05/estudo-mostra-que-489-dos-jovens-deixam-bolsa-familia-apos-12-anos.htm.

|8| ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO MDS. Em 12 anos, quase metade dos jovens do Bolsa Família atingiu a autonomia e deixou o Cadastro Único, revela pesquisa. Instituto Fome Zero, 05 nov. 2025. Disponível em: https://ifz.org.br/em-12-anos-quase-metade-dos-jovens-do-bolsa-familia-atingiu-a-autonomia-e-deixou-o-cadastro-unico-revela-pesquisa/.

|9| VIECELI, Leonardo. Brasil gera quase 4,6 milhões de empregos para beneficiários do Bolsa Família desde 2023, diz FGV. Folha de S.Paulo, 30 set. 2026. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/09/brasil-gera-quase-46-milhoes-de-empregos-para-beneficiarios-do-bolsa-familia-desde-2023-diz-fgv.shtml.

|10| CARRANÇA, Thais. 8 dados que mostram impacto do Bolsa Família, que chega ao fim após 18 anos. BBC, 29 out. 2021. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-59099166.

Créditos de imagem

[1] Joa Souza / Shutterstock

[2] Bruno Cesar Spada / Shutterstock

Fontes

ARANHA, Adriana Vergara (Org.). Fome Zero: Uma História Brasileira. Brasília, DF: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Assessoria Fome Zero, 2010, v. 1. Disponível em: https://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/Fome%20Zero%20Vol1.pdf.

BICHIR, Renata. A história do Bolsa Família. Nexo Políticas Públicas, 06 ago. 2020. Disponível em: https://pp.nexojornal.com.br/linha-do-tempo/2020/08/06/a-historia-do-bolsa-familia.

BRASIL. Sistema de Informações do Brasil: Receber o Bolsa Família (PBF). GOV.BR, [s.d.]. Disponível em: https://www.gov.br/pt-br/servicos/receber-o-bolsa-familia.

FUNDAÇÃO FHC. Programa Bolsa Escola. Fundação FHC, [s.d.]. Disponível em: https://fundacaofhc.org.br/linhasdotempo/programa-bolsa-escola/.

MDS. Ações e Programas: Bolsa Família. Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), [s.d.]. Disponível em: https://www.gov.br/mds/pt-br/acoes-e-programas/bolsa-familia.

MURÇA, Giovanna. Fome Zero: o programa que tirou o Brasil do Mapa da Fome. Pacto Contra a Fome, [s.d.]. Disponível em: https://pactocontrafome.org/fome-zero-o-programa-que-tirou-o-brasil-do-mapa-da-fome/.

OLIVEIRA, Camilla Kathleen Gonçalves de; OLIVEIRA, Carla da Silva; PUNTEL, Juliana Furini de Vasconcellos; GONÇALVES, Luísa Gomes. Programa Bolsa Família: história, impactos e atualizações. Politize, [s.d.]. Disponível em: https://www.politize.com.br/direito-desenvolvimento/programa-bolsa-familia/.

REDAÇÃO. Beneficiários com NIS de final 8 recebem Bolsa Família de setembro. Agência Brasil, 28 set. 2026. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/beneficiarios-com-nis-de-final-8-recebem-bolsa-familia-de-setembro.

SAGICAD. Programa Bolsa Família – número de famílias beneficiárias, valores totais repassados e valor médio do benefício. Secretaria de Avaliação, Gestão da Informação e Cadastro Único (SAGICAD), [s.d.]. Disponível em: https://aplicacoes.cidadania.gov.br/vis/data3/v.php?vsc=NyxqKk.

WORLD BANK GROUP. Lifting families out of poverty in Brazil: Bolsa Familia Program: Sacar a las familias de la pobreza en Brasil (Spanish). World Bank, 2015. Disponível em: https://documents.worldbank.org/en/publication/documents-reports/documentdetail/862671468231549860.

VEIGA, Edison. Como o Brasil oscilou no Mapa da Fome no século 21. BBC, 29 jul. 2025. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz71wqy7p39o.

Imagem explicando o que é o Bolsa Família.
O Bolsa Família tem como objetivo combater a pobreza e a fome no Brasil.
Crédito da Imagem: Brasil Escola
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GUITARRARA, Paloma. O que é o Bolsa Família?. Brasil Escola, 2026. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/geografia/o-que-e-o-bolsa-familia.htm. Acesso em 04 de novembro de 2026.