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Déjà-vu

O déjà-vu é a sensação de já ter visto ou vivido alguma situação.

Vista aproximada do escrito “déjà-vu”, a sensação de já ter visto ou vivido algo ou uma determinada situação.
Déjà-vu é a sensação de já ter visto ou vivido algo ou uma determinada situação. [1]
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O déjà-vu é a sensação de já ter visto ou vivido uma situação que está acontecendo no presente. A expressão francesa significa “já visto”. Não se sabe com exatidão o significado do déjà-vu ou como ele ocorre, porém ao longo dos anos diversas teorias, científicas e místicas, tentaram explicar o evento.

Leia também: Quais são os primeiros socorros?

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Qual a explicação científica do déjà-vu?

Um dos mais recentes estudos sobre o assunto é da Universidade do Estado do Colorado, nos Estados Unidos, da pesquisadora Anne Cleary. De acordo com a teoria, a disposição dos objetos e de pessoas no ambiente é capaz de desencadear a sensação de déjà-vu. Isso porque o cérebro faz uma comparação rápida de uma experiência anterior com similaridade com esse layout, essa disposição de móveis, objetos e pessoas.

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Um exemplo prático disso seria uma sala de aula. Ao entrar na sala, o nosso cérebro pode reconhecer não só os elementos ali presentes, mas toda a disposição deles no ambiente, como os lugares onde os alunos estão sentados, cadeiras e cartazes. Por vezes, essa memória pode não estar latente, isto é, acessível em nossa consciência, porém isso não significa que ela não existe.

Além disso, também já se sabe a parte do cérebro onde o fenômeno acontece: o lobo temporal. Essa região do cérebro é responsável pelo processamento das informações sensoriais, auditivas, visuais e pelas lembranças.

Veja também: Como o medicamento sabe onde está a dor?

É perigoso ter déjà-vu?

De modo geral, ter um déjà-vu pode significar um bom funcionamento do cérebro e do sistema de memória, quase como uma “checagem” do organismo.

Porém, é preciso estar atento a alguns sinais. Por exemplo, pessoas com epilepsia podem ter crises em forma de déjà-vu. Sendo assim, se a sensação ocorrer de forma frequente e intensa, é indicado procurar um médico.

Por Miguel Souza
Jornalista

Escritor do artigo
Escrito por: Miguel Souza Escritor oficial Brasil Escola

Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja:

SOUZA, Miguel. "Déjà-vu"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/deja-vu.htm. Acesso em 15 de abril de 2024.

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