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5 lições do filme “Moneyball: O homem que mudou o jogo”

O filme “Moneyball: O homem que mudou o jogo” mostra diversos ensinamentos interessantes para empreendedores. Listamos os cinco que julgamos serem os mais relevantes.

Nova Educa
Autor(a):
Nova Educa
O filme “O homem que mudou o jogo” traz diversos ensinamentos para aquelas pessoas que empreendem ou pensam em seguir esse caminho.
O filme “O homem que mudou o jogo” traz diversos ensinamentos para aquelas pessoas que empreendem ou pensam em seguir esse caminho.
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Baseado em fatos, o filme de 2012 O homem que mudou o jogo é a história de Billy Beane, gerente do time de baseball Oakland Athletics. Com pouco dinheiro em caixa e a ajuda de Peter Brand, ele desenvolveu um sofisticado programa de estatísticas para o clube, fazendo com que ficasse entre as principais equipes do esporte nos anos 80, um fato realmente marcante para o esporte e a forma que os times podem construir equipes vencedoras.

Hoje é possível assistir ao filme no Netflix, então, se você ainda não viu, corre lá e confira. Essa história traz muitas lições para quem quer empreender e se arriscar no mercado. Seguem abaixo algumas dicas que selecionamos para vocês.

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Tópicos deste artigo

5 lições do filme Moneyball: O homem que mudou o jogo

1. Mudanças e cenários

No filme fica muito claro que tem um sistema funcionando durante anos do mesmo jeito. Com custos e necessidades de investimentos anuais altos, todo o processo dificultava a vida de pequenos times (empresas) e cada vez mais os distanciava das grandes equipes. Avaliar o cenário e entender que fazer igual não vai mudar o jogo foi a grande sacada do personagem. Esse tipo de visão é algo que poucos empreendedores têm como habilidade.

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2. Tempo e resultado

As pessoas buscam criar inovação, mas esperam alcançar resultados imediatos, ou seja, têm que dar certo no primeiro momento de análise. O filme mostra muito a necessidade de aguardar para realmente alcançar novos patamares e deixa claro que acreditar é o caminho, pois, se mantivermos o nosso ideal, as coisas acontecerão e realmente mudaremos o jogo.

3. Criatividade e pouco dinheiro

Poderia dizer para você acompanhar o exemplo do Nubank. Existem várias histórias muito legais de como a empresa apareceu para o mercado de forma diferente e com pouco investimento. Mas voltando para o filme, fica muito claro como todo planejamento seguiu o potencial financeiro da equipe de Oakland. Essa limitação forçou a busca por novas soluções, acreditando-se na ideia de trabalhar com números para definir quais jogadores deveriam ser contratados. Tem uma frase que resume bem esse ideal: “Não vamos contratar jogadores, vamos contratar resultados.”.

4. Eu quero, mas os outros não

Inovar e fazer diferente já é muito complicado como processo, demora e são poucas as pessoas que conseguem alcançar grandes resultados. Porém, um dos maiores problemas a se encarar é o ambiente ao redor. Quando estamos em zona de conforto ou acomodados com algum sistema, não queremos favorecer a mudança.

No filme, existem muitas pessoas, em diferentes níveis, que atrapalham o desenvolvimento das novas ideias. Manter o seu foco e identificar como lidar nesses cenários é importante para vencer e alcançar metas.

Leia também: 4 dicas de empreendedorismo da série “Cobra Kai”

5. As conquistas e o caminho

A melhor mensagem do filme não é o foco na ideia inovadora ou as dificuldades para alcançar o sucesso, mas a importância de curtir o caminho. O aprendizado e a experiência de vida não vêm no início ou fim de uma trajetória, mas em como vivemos cada momento. A gente se transforma nesse caminho e encaramos nossos medos. Saber andar de forma equilibrada dentro da estrada do sucesso é a melhor rota para chegar ao nosso destino.



Por Nova Educa

SOBRE O AUTOR

A Nova Educa é uma consultoria educacional com foco em desenvolver projetos nas escolas envolvendo a Tecnologia Apple, com implementação de iPads e treinamento de professores. Além disso, também realiza o podcast Nova Educa Debate, om entrevistas a respeito do mercado educacional e a BNCC sobre conteúdos de empreendedorismo e inovação. Teremos diversos consultores colaborando com esta coluna, que será liderada pelo diretor de inovação, Carlos Coelho, entusiasta da educação com experiências em multinacional, na Singularity University (Califórnia), como professor e gestor escolar; e teremos a Priscila Coelho, diretora de operações, especialista em treinamentos de tecnologia educacional, criatividade e inovação.

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