Os protestos na França em 2026 são motivados pelo encarecimento do custo de vida e pelo corte de recursos em setores como a educação, que tem provocado a queda da qualidade dos serviços públicos no país. Os estudantes são apontados como os principais responsáveis pela onda de manifestações que tomou conta da França no segundo semestre do ano, indo às ruas com reivindicações como a igualdade de condições no acesso ao ensino superior, contratação de professores e melhoria da infraestrutura das instituições de ensino.
As demandas acontecem em meio ao agravamento da crise fiscal francesa, provocada pela escalada na dívida pública, e à queda acentuada da popularidade do presidente Emmanuel Macron. Houve episódios de vandalismo e saques a estabelecimentos, o que resultou em intervenção policial, confrontos violentos e toques de recolher. Além da França, outros países europeus, como Alemanha, Espanha e Sérvia, tiveram amplos protestos populares contra o aumento do custo de vida e pela reivindicação de direitos fundamentais.
Leia também: Revolução Francesa — o evento histórico que deu início à Idade Contemporânea
Tópicos deste artigo
- 1 - Resumo sobre os protestos na França em 2026
- 2 - Qual o motivo dos protestos na França?
- 3 - Contexto dos protestos na França
- 4 - Reações aos protestos na França
- 5 - Consequências dos protestos na França
- 6 - Protestos em outros países
Resumo sobre os protestos na França em 2026
-
Os protestos na França em 2026 foram motivados pelo aumento do custo de vida e pelos cortes de recursos em setores estratégicos, incluindo a educação.
-
Foram estudantes que, ao se juntarem à greve de professores em um liceu de Créteil em 21 de setembro, desencadearam uma onda de protestos em todo o país.
-
Antes, em 2025, os sindicatos haviam convocado uma greve geral contra as medidas fiscais do governo francês, mobilizando 500 mil pessoas em 18 de setembro daquele ano.
-
Os atuais protestos ocorrem em um contexto de aprofundamento da crise fiscal na França, que tem uma dúvida pública equivalente a 119,3% do seu PIB.
-
A crise já se prolonga há algum tempo na França, e a aprovação do atual presidente, Emmanuel Macron, atingiu seu ponto mais baixo desde 2017.
-
Foram registrados protestos em toda a França, em cidades como Paris, Lille, Lyon, Bordeaux, Marselha e Toulouse.
-
Além dos estudantes, diferentes segmentos da sociedade civil participam das manifestações. Redes sociais e aplicativos como o WhatsApp têm sido fundamentais na sua organização.
Anuncie aqui -
Houve registro de vandalismo e intervenção policial em parte dos protestos na França, com denúncias de violência e prisão de milhares de manifestantes, incluindo menores de idade.
-
Toques de recolher foram implementados em centros urbanos, como Paris, para evitar a circulação de pessoas em horários preestabelecidos como reação aos protestos.
-
O governo francês se comprometeu a contratar professores substitutos, estabelecer um limite de alunos por classe e ampliar repasses, atendendo parte das demandas dos estudantes.
-
Os protestos na França aconteceram em meio a uma onda de manifestações pela Europa, registradas em países como Alemanha, Espanha, Itália, Portugal e Sérvia.
Qual o motivo dos protestos na França?
O motivo dos protestos na França é o elevado custo de vida no país e o anúncio de novos cortes de gastos públicos, incluindo repasses para setores estratégicos, como a educação. Considerando o início da onda de manifestações que tomou o país a partir do mês de setembro de 2026, o que desencadeou a insatisfação popular foi a degradação da qualidade da educação pública e o corte de verbas anunciado para o setor.
As primeiras manifestações foram registradas em escolas de ensino médio, os chamados liceus, com estudantes, professores e pais reivindicando maior repasse de verbas, melhoria na infraestrutura das instituições e novas contratações de profissionais da educação.
Jornais locais indicam que os protestos começaram em 21 de setembro na escola Saint-Exupéry, que fica na comuna de Créteil, cerca de 15 km a sudeste de Paris. Entretanto, vale mencionar que um ano antes dessa ocorrência, em 18 de setembro de 2025, os sindicatos de trabalhadores já haviam convocado uma greve geral com base tanto nas medidas que seriam anunciadas, o que aconteceu no início de outubro, e políticas passadas que ampliaram a idade de aposentadoria na França quanto nas reivindicações como o aumento da carga tributária para os super-ricos e o cancelamento dos planos fiscais elaborados por gestões anteriores|1|. O chamado mobilizou 500 mil manifestantes no dia 18 de setembro e incluiu áreas como a capital francesa.
Com relação aos protestos estudantis de 2026, os docentes iniciaram uma greve para denunciar a falta de funcionários na escola, como professores, auxiliares de limpeza e enfermeiros, e a sobrecarga daqueles que estavam em cada uma dessas funções. Os estudantes aderiram ao movimento e ocuparam a escola com cartazes para reivindicarem os seus direitos junto aos trabalhadores. Entre as reivindicações dos estudantes, estava a igualdade entre as escolas da periferia (banlieue) e dos distritos centrais da Île de France, região em que fica a capital francesa e onde se situa a escola que desencadeou os protestos, para que os alunos possam ter as mesmas oportunidades na sua vida acadêmica e profissional.
Além das reivindicações acima descritas, os estudantes franceses foram às ruas por fatores como:
-
salas de aula superlotadas;
-
estado de conservação dos prédios escolares, que se encontram deteriorados;
-
falta de professores titulares e, também, substitutos.
Contexto dos protestos na França
Os protestos na França se desenrolam em um contexto de agravamento da crise fiscal no país europeu. De acordo com o Ministério das Finanças, a dívida pública francesa chegou a 119,3% do seu Produto Interno Bruto (PIB) em 2026, com projeção de aumentar para 121,7% no ano seguinte. Houve um aumento com relação ao ano de 2025, quando a dívida correspondia a uma parcela de 115,7% do PIB. O processo de desgaste da economia francesa acontece desde, pelo menos, 2019, que foi quando a dívida pública passou a representar 100% do valor da produção nacional.
A dívida pública de um país é o valor equivalente a todos os gastos governamentais durante um período determinado. A fim de controlar o deficit orçamentário e evitar a instalação ou o aprofundamento de uma crise fiscal, muitos Estados optam por adotar políticas de austeridade, compostas por cortes de gastos que afetam serviços essenciais para a população, como saúde, educação e segurança pública, e pela elevação da carga tributária. Na França, o primeiro-ministro Sébastien Lecornu, que assumiu o cargo em 2025, anunciou um amplo corte de gastos, o congelamento de salários e a criação de novos impostos para o ano de 2027 com o intuito de economizar cerca de € 54 bilhões.
Mesmo antes, a popularidade do então presidente da França, Emmanuel Macron, estava em queda e, em 2025, atingiu o ponto mais baixo desde que assumiu o poder em 2017. Em setembro de 2025, a aprovação do governo de Macron chegou a 17%, segundo uma pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos. Uma nova pesquisa realizada um mês mais tarde, dessa feita pelo grupo Verian com uma amostragem de mil pessoas, constatou uma aprovação de apenas 11%, uma das piores já registradas para um presidente francês nas últimas cinco décadas.
Diante desse cenário de crise fiscal e política que resultou em uma piora significativa dos serviços públicos e da qualidade de vida da população francesa, os protestos estudantis iniciaram uma onda de manifestações que colocou centenas de milhares de pessoas nas ruas nas principais cidades do país durante os meses de setembro e outubro de 2026. Somente no dia 31 de outubro, as estimativas indicam a presença de meio milhão em diferentes pontos do país, destacando-se centros urbanos como:
-
Paris;
-
Lille;
-
Lyon;
-
Marselha;
-
Bordeaux;
-
Nantes;
-
Limoges;
-
Rennes;
Anuncie aqui -
Saint-Étienne;
-
Toulouse.
A mobilização estudantil conseguiu, durante os últimos meses, reunir estudantes universitários, trabalhadores de todos os setores da economia (agricultores, professores, operários de fábricas, etc.), entidades civis, aposentados e ativistas de diferentes segmentos, ampliando o escopo das pautas defendidas, sem se perder dos motivos originais: o aumento do custo de vida e os cortes na educação. Nesse cenário, as redes sociais e os aplicativos de comunicação instantânea, como o WhatsApp, foram fundamentais para a organização popular e a difusão de informações sobre novas manifestações.
Leia também: Primavera Árabe — os protestos em vários países árabes entre os anos de 2010 e 2013
Reações aos protestos na França
Os protestos na França decorreram, na maior parte do tempo, de forma pacífica. Entretanto, algumas cidades registraram episódios de violência, com o maior número de ocorrências sendo reportado no dia 17 de outubro de 2026. Ações de vandalismo, como saques a lojas, depredação de edifícios públicos e incêndios, foram provocadas por pequenos grupos, o que levou à intervenção das forças policiais e confrontos diretos entre parte dos manifestantes e a polícia.
Além do uso de gás lacrimogênio, há relatos de agressão de policiais contra manifestantes e milhares de detenções. Segundo informações da Anistia Internacional, entre 21 de setembro e 2 de outubro de 2026 aconteceram mais de 5 mil prisões. Outras centenas foram registradas nos demais protestos, principalmente naqueles que aconteceram após o fatídico 17 de outubro.
Emmanuel Macron disse reconhecer a legitimidade das manifestações, mas, ao mesmo tempo, o presidente francês proibiu os protestos que taxou como “ilegais”, que seriam aqueles convocados por indivíduos ou grupos “sem autoridade legítima”. Apenas a solicitação de organizações como as centrais sindicais são analisadas com maior cuidado pelo governo francês. Ainda assim, a reação das autoridades tem sido a mudança de rotas previamente estabelecidas e a determinação de toques de recolher em áreas centrais, como aconteceu em Paris, Lille, Douai, Wattignies e Denais.|2| Aliás, foi o próprio primeiro-ministro francês, Lecornu, quem recomendou a medida da restrição à circulação de pessoas em horários determinados.
Consequências dos protestos na França
Os protestos na França tiveram consequências positivas em se tratando das reivindicações dos manifestantes, em especial dos estudantes de liceus. Dentre elas estão:
-
Promessa de reforma do método de acesso às universidades, o que deve ocorrer entre 2027 e 2028. A principal delas gira em torno do Parcoursup, que pode ser comparado ao SiSU, com a melhoria dos algoritmos do sistema e na transparência com relação aos critérios utilizados pelas instituições de ensino para selecionarem os estudantes.
-
Abertura de mais vagas no ensino superior, precisamente no ensino técnico de nível superior e nas instituições de tecnologia.
-
Compromisso de contratação de 3 mil novos professores substitutos para cerca de 500 liceus mapeados pelo governo francês, maior parte dos quais fica em periferias.
-
Estabelecimento de um limite máximo de 28 alunos por sala de aula, evitando a superlotação e a sobrecarga de professores e outros profissionais da educação.
-
Promessa de uma verba de € 5 bilhões para a reforma das instituições de ensino, com € 4 bilhões destinados às escolas de ensino fundamental e liceus, e o restante para universidades.
Pouco foi feito com relação às demandas acerca do encarecimento do custo de vida no país, embora essa seja uma das pautas que levaram a população às ruas na França.
Outras consequências dos protestos foram:
-
saques a lojas;
Anuncie aqui -
incêndios iniciados propositalmente;
-
depredação de prédios públicos;
-
confronto entre policiais e grupos de manifestantes;
-
forte repressão policial;
-
milhares de pessoas detidas, entre elas menores de idade.
Por fim, as manifestações podem impactar o resultado das eleições presidenciais na França em 2027. A principal disputa acontece entre Jean-Luc Mélenchon, líder da esquerda radical que se encontra em segundo lugar nas pesquisas eleitorais e é acusado por seus adversários políticos de incitar as manifestações violentas que aconteceram em parte dos protestos, e Marine Le Pen, candidata da extrema-direita que lidera as pesquisas de intenção de voto e tem se utilizado dos protestos para prometer “devolver a ordem” ao país.
Protestos em outros países
Os protestos na França em 2026 fizeram parte de uma onda de manifestações em diferentes partes do continente europeu no segundo semestre do ano. Lideradas pela Geração Z|3|, as populações foram às ruas nos seguintes países:
-
Alemanha: assim como na França, o encarecimento do custo de vida foi um dos estopins para uma série de manifestações em 34 cidades alemãs, como a capital, Berlim, Hamburgo, Frankfurt e Munique.
Anuncie aqui -
Espanha: os protestos em Madri, na Espanha, começaram um pouco antes que na França, motivados pela profunda crise habitacional enfrentada. O estopim foi o despejo de Maricarmen Abascal, de 87 anos, que não conseguia pagar o aluguel, despesa essa que aumentou em quase 300%. Ela foi hospitalizada e acabou falecendo. Além da falta de moradias acessíveis, a elevação geral dos preços também motivou as manifestações que ocorreram durante todo o mês de outubro.
-
Itália: protestos foram registrados em 50 cidades italianas, como Roma, Turim e Florença, e reuniram estudantes e trabalhadores contra o aumento do custo de vida e a deterioração dos serviços públicos no país.
-
Portugal: protestos contra o custo de vida e, sobretudo, o elevado preço dos aluguéis e das moradias têm sido registrados em cidades de Portugal, com destaque para Lisboa e Porto. Novas manifestações já foram convocadas para o mês de novembro de 2026.
-
Sérvia: as manifestações se iniciaram no ano de 2024, quando a queda do teto em uma estação ferroviária na cidade de Novi Sad provocou a morte de 16 pessoas. A partir de então, estudantes e outros membros da sociedade civil realizaram protestos em todo o país, o que resultou na renúncia de ministros e antecipação das eleições. No ano de 2026, os estudantes sérvios criaram a chapa “Lista Estudantil – Estudantes Vencem” e conseguiram a maioria dos votos nas eleições legislativas, um feito histórico que colocou fim ao mandato do agora ex-presidente Aleksandar Vučić, que estava no cargo desde 2017.
Créditos das imagens
OSCAR GONZALEZ FUENTES / Shutterstock
Notas
|1| REDAÇÃO. França tem dia de protestos contra medidas de austeridade. DW, 18 set. 2025. Disponível em: https://www.dw.com/pt-br/fran%C3%A7a-tem-dia-de-protestos-contra-medidas-de-austeridade/a-74052072.
|2| REDAÇÃO G1. Paris e outras cidades na França decretam toque de recolher em meio a onda de protestos que já dura um mês. G1, 19 out. 2026. Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/10/19/cidades-na-franca-decretam-toque-de-recolher.ghtml.
|3| MURRAY, Miranda. Protestos da Geração Z chegam à Alemanha; milhares se manifestam. Agência Brasil, 31 out. 2026. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-10/protestos-da-geracao-z-chegam-alemanha-milhares-se-manifestam.
Fontes:
ABDALA, Vitor. Manifestantes ocupam praças em Portugal por direito à moradia. Agência Brasil, 3 nov. 2026. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-11/manifestantes-ocupam-pracas-em-portugal-por-direito-moradia.
ADLER, Katya. Como a falta de perspectiva de futuro alimenta protestos de jovens na Europa. BBC, 1 nov. 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckpqgxp29vlxo.
AFP; REUTERS. Quase meio milhão de pessoas protestam na França neste sábado, segundo organizadores. Folha de S.Paulo, 31 out. 2026. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2026/10/quase-meio-milhao-de-pessoas-protestam-na-franca-neste-sabado-segundo-organizadores.shtml.
BBC. Protestos estudantis continuam e governo da França promete 3 mil professores a mais nas escolas. G1, 10 out. 2026. Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/10/10/protestos-estudantis-continuam-e-governo-da-franca-promete-3-mil-professores-a-mais-nas-escolas.ghtml.
BLACKBURN, Gavin. Protestos estudantis em França regressam a alguns liceus, apesar de respostas do governo. Euronews, 02 nov. 2026. Disponível em: https://pt.euronews.com/2026/11/02/protestos-estudantis-em-franca-regressam-a-alguns-liceus-apesar-de-respostas-do-governo.
GOURY-LAFFONT, Victor. Macron’s approval rating drops to historic low. POLITICO, 30 out. 2025. Disponível em: https://www.politico.eu/article/emmanuel-macron-approval-rating-drops-historic-low/.
GRULOVIC, Fedja; SIMOVIC, Jana. Sérvios marcam desastre ferroviário que levou à vitória de estudantes. Agência Brasil, 1 nov. 2026. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-11/servios-marcam-desastre-ferroviario-que-levou-vitoria-de-estudantes.
HENLEY, Jon. Macron bans ‘illegitimate’ protests in France as he tries to get a grip on unrest. The Guardian, 22 out. 2026. Disponível em: https://www.theguardian.com/world/2026/oct/22/macron-ban-illegitimate-demonstrations-france-unrest.
LIBERT, Lucien; JABKHIRO, Juliette. French unions strike against austerity, pressuring Macron. Reuters, 18 set. 2025. Disponível em: https://www.reuters.com/world/europe/french-unions-strike-against-austerity-pressuring-macron-2025-09-18/.
MEEUS, Carl. Sondage: Emmanuel Macron atteint son plus bas historique. Le Figaro Magazine, 30 out. 2025. Disponível em: https://www.lefigaro.fr/politique/sondage-emmanuel-macron-atteint-son-plus-bas-historique-20251030.
MOLEY, Marie. Aux origines des blocus lycéens à Créteil, "une réaction spontanée pour se faire entendre". Radio France, 30 set. 2026. Disponível em: https://www.radiofrance.fr/franceinter/podcasts/le-grand-reportage-de-france-inter/le-grand-reportage-du-mercredi-30-septembre-2026-3748999.
NADEAU, Barbie Latza; RECK, Charlotte. Manifestantes jogam esterco em ruas na Itália e protestos se espalham. CNN Brasil, 30 out. 2026. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/manifestantes-jogam-esterco-em-ruas-na-italia-e-protestos-se-espalham/.
PÉCHY, Amanda. Explosão de protestos na Espanha escancara efeitos da profunda crise habitacional das metrópoles. Veja, 15 out. 2026. Disponível em: https://veja.abril.com.br/mundo/explosao-de-protestos-na-espanha-escancara-efeitos-da-profunda-crise-habitacional-das-metropoles/.
REDAÇÃO. Após pressão, governo francês promete reformar sistema de acesso ao ensino superior. OperaMundi, 27 out. 2026. Disponível em: https://operamundi.uol.com.br/europa/governo-frances-promete-reformar-sistema-de-acesso-ao-ensino-superior/.
REDAÇÃO. French finance ministry expects record debt in 2026, reaching nearly 120% of GDP. Reuters, 19 set. 2026. Disponível em: https://www.reuters.com/business/french-finance-ministry-expects-record-debt-2026-reaching-nearly-120-gdp-2026-09-19/.
REDAÇÃO. Mouvement lycéen : des mineurs face à la répression des forces de l’ordre. Amnesty International, 02 out. 2026. Disponível em: https://www.amnesty.fr/actualites/france-mouvement-lyceens-blocus-lycees-point-sur-la-situation/.
REDAÇÃO. Popularidade de Macron atinge seu nível mais baixo. DW, 14 set. 2025. Disponível em: https://www.dw.com/pt-br/popularidade-de-macron-atinge-n%C3%Advel-mais-baixo-desde-o-in%C3%Adcio-de-seu-governo/a-73991079.
REDAÇÃO. Protestos contra o custo de vida na França mobilizam ao menos 550 mil pessoas; governo cita 1,2 mil detidos e 150 policiais feridos. Jornal O Globo, 17 out. 2026. Disponível em: https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2026/10/17/apos-protestos-estudantis-franceses-vao-as-ruas-contra-o-custo-de-vida-em-atos-que-podem-marcar-retorno-dos-coletes-amarelos-a-meses-da-eleicao.ghtml.
ROSE, Michel; PINEAU, Elizabeth. Políticos franceses culpam líder da esquerda por onda de violência. CNN Brasil, 22 out. 2026. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/politicos-franceses-culpam-lider-da-esquerda-por-onda-de-violencia/.
SEDDON, Sean. La France se prépare à une journée de protestation une semaine après les émeutes qui ont secoué le pays. BBC, 24 out. 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/afrique/articles/cwvg0ryvv7n4o.