As Ilhas Malvinas são um arquipélago localizado na parcela meridional da América do Sul, cerca de 500 km a leste da costa da Patagônia, na Argentina. Chamadas também de Ilhas Falkland, elas são consideradas um território ultramarino britânico, estando sob a administração do Reino Unido desde 1833. Contudo, a Argentina afirma ter direito sobre o arquipélago por conta da história da região e não reconhece o domínio britânico sobre as Ilhas Malvinas.
O que era um conflito diplomático se tornou uma disputa bélica em 1982, quando aconteceu a Guerra das Malvinas. Os confrontos duraram três meses e terminaram com a derrota argentina e manutenção do domínio britânico. Apesar disso, a Argentina mantém a sua reivindicação e reassegura seu direito à soberania das Ilhas Malvinas.
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Tópicos deste artigo
- 1 - Resumo sobre as Ilhas Malvinas
- 2 - Dados gerais das Ilhas Malvinas
- 3 - Bandeira das Ilhas Malvinas
- 4 - Localização das Ilhas Malvinas
- 5 - Qual país pertence as Ilhas Malvinas?
- 6 - Por que a Argentina perdeu as Ilhas Malvinas?
- 7 - Guerra das Malvinas
- 8 - Existem moradores nas Ilhas Malvinas?
- 9 - Curiosidades sobre as Ilhas Malvinas
Resumo sobre as Ilhas Malvinas
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Ilhas Malvinas, ou Ilhas Falkland, são um arquipélago na parcela meridional da América do Sul, localizado 483 km a leste da costa da Patagônia, na Argentina.
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São classificadas como um território ultramarino do Reino Unido, com capital em Stanley.
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Existem moradores nas Ilhas Malvinas. Mais precisamente, 3.662 pessoas vivem no arquipélago, segundo censo demográfico realizado pelo governo local.
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Espanhóis, britânicos e franceses se instalaram nas Ilhas Malvinas entre os séculos XVI e XVII, o que desencadeou disputas pela soberania do arquipélago.
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Como ex-colônia da Espanha, a Argentina passou a reivindicar seu direito sobre as Ilhas Malvinas a partir de 1816, tendo estabelecido um governo local em 1829.
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O Reino Unido ocupou o arquipélago em 3 de janeiro de 1833, o que levou à expulsão dos argentinos e o estabelecimento das Ilhas Falkland como território britânico.
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Em 1965, a ONU reconheceu o conflito diplomático e solicitou a resolução por ambas as partes, isto é, Argentina e Reino Unido.
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No ano de 1982, aconteceu a Guerra das Malvinas, conflito bélico entre Argentina e Reino Unido pela soberania do arquipélago.
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A Guerra das Malvinas terminou com a derrota da Argentina e permanência do Reino Unido na administração das ilhas. O país sul-americano mantém a reivindicação sobre o território.
Dados gerais das Ilhas Malvinas
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Nome oficial do país: Islas Malvinas ou Falkland Islands.
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Gentílico: malvinense, falklanders.
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Tamanho do território: 12.173 km2.
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População: 3.662 habitantes.
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Onde fica: América do Sul.
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Capital: Stanley.
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Moeda: libra malvinense (Falkland Island pound, FKP).
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Fuso horário: GMT-3.
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Divisão administrativa: possui apenas uma cidade e um governo unificado que administra todo o arquipélago. O território, por sua vez, é dividido em Malvina Oriental e Malvina Ocidental.
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Língua oficial: inglês.
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Religiões: anglicanismo, protestantismo, catolicismo.
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Densidade demográfica: 0,3 hab./km2.
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Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): 0,874.
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Produto Interno Bruto (PIB): US$ 368 milhões.
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PIB per capita: US$ 109.900.
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Gini: 0,360.
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Relações exteriores: território ultramarino do Reino Unido.
Bandeira das Ilhas Malvinas
A bandeira abaixo representa as Ilhas Malvinas, ou Ilhas Falkland, sob a administração britânica, iniciada em 1833. Contudo, é importante mencionar que o território é reivindicado pela Argentina como parte do país sul-americano.
Localização das Ilhas Malvinas
As Ilhas Malvinas, ou Ilhas Falkland, ficam na região meridional da América do Sul, onde são banhadas pelo Oceano Atlântico. O arquipélago está posicionado cerca de 483 km a leste da costa da Patagônia, no sul da Argentina, e a 1.287 km do continente antártico.
O mapa abaixo mostra a localização das Ilhas Malvinas na América do Sul:
Qual país pertence as Ilhas Malvinas?
As Ilhas Malvinas são consideradas parte do Reino Unido e, por isso, são também chamadas de Ilhas Falkland. O arquipélago é classificado como território ultramarino daquele país europeu, possuindo um governo autônomo, que é liderado pelo seu governador.
Não há divisão partidária nas Ilhas Malvinas, o que significa que todos os membros do quadro administrativo são independentes. O parlamento local é unicameral e recebe o nome de Assembleia Legislativa. Ela é composta por oito membros, sendo cinco de Stanley, única cidade e capital das Ilhas Malvinas, e três de Camp, que engloba as áreas fora dos limites de Stanley. Os membros do parlamento malvinense, ou falklander, são eleitos por meio do voto direto em eleições realizadas a cada quatro anos no arquipélago.
Apesar disso, as Ilhas Malvinas são reivindicadas pela Argentina como parte de seu território, o que constitui um conflito geopolítico que já se estende por quase dois séculos e ainda reflete sobre as relações diplomáticas entre ambos os países.
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Por que a Argentina perdeu as Ilhas Malvinas?
A Argentina perdeu as Ilhas Malvinas por causa da ocupação promovida pelo Reino Unido no arquipélago no século XIX. Entretanto, a relação que ambos os países possuem com aquele território tem um histórico que remonta ao período colonial no continente americano.
Existem duas versões que explicam a descoberta das Ilhas Malvinas, embora ambas mencionem o fato de aquele arquipélago ter sido avistado ainda no século XVI, quando os europeus se instalaram na América do Sul e fixaram as suas colônias de exploração.
Uma das versões fala sobre o avistamento das ilhas pelos espanhóis por volta de 1520, enquanto a outra explica que os britânicos foram os primeiros a identificarem o arquipélago, mas tal fato teria acontecido em 1592. Os franceses também estiveram nas terras das Ilhas Malvinas e, inclusive, diz-se que o nome em espanhol teve origem no francês Îles Malouines, como foi batizada por eles no século XVIII.
A França e a Inglaterra se estabeleceram nas Ilhas Malvinas com apenas um ano de intervalo: 1764 e 1765, respectivamente. Foi nesse período que os ingleses nomearam a área de Ilhas Falkland. A Espanha, no entanto, contestou as ocupações sobre o arquipélago, utilizando como justificativa a partilha da América entre Portugal e Espanha e o fato de as ilhas representarem uma extensão daquele continente.|1|
Os espanhóis adquiriram a parcela francesa do arquipélago e, pouco tempo depois, entraram em um breve conflito com os britânicos em uma tentativa malsucedida de unificar o território. Apesar de nenhum dos países terem deixado de lado a reivindicação de sua soberania sobre as Ilhas Malvinas, eles acabaram desocupando o território.
A Argentina passou a reivindicar o arquipélago das Ilhas Malvinas a partir de 1816, ano da sua independência, como um direito que teria sido herdado enquanto ex-colônia da Espanha. Em 1829 foram enviados oficiais argentinos para realizarem sua proteção e administração formal, legitimando, assim, a entrada na disputa por aquele território.
À época, Luis María Vernet foi nomeado como o primeiro governador das Ilhas Malvinas pela Argentina. No dia 3 de janeiro de 1833, entretanto, os britânicos retornaram para a América do Sul e ocuparam o arquipélago novamente, reassumindo o domínio das Malvinas, agora, Falkland, e provocando a expulsão dos argentinos que lá viviam.
Desde então, o Reino Unido considera as Ilhas Falkland como mais um de seus territórios ultramarinos, ao passo que a Argentina mantém a reivindicação da soberania sobre o arquipélago e não o reconhece como uma extensão britânica na América do Sul. Vale mencionar, por fim, que, em 1965, a ONU analisou a questão das Ilhas Malvinas e aprovou uma resolução (Resolução nº 2065) para que os governos britânico e argentino celebrassem a um acordo diplomático a fim de encerrar o impasse, o que não aconteceu.
Guerra das Malvinas
A Guerra das Malvinas foi um conflito armado que aconteceu no ano de 1982 e marcou o início de novo capítulo na disputa pela soberania das Ilhas Malvinas entre a Argentina e o Reino Unido, deixando o campo diplomático e avançando para o confronto bélico. Essa guerra teve início com a chegada de mais de três mil soldados argentinos no arquipélago em 2 de abril de 1982, os quais obtiveram sucesso inicial contra os membros da marinha britânica que realizavam a defesa do território. Os argentinos se instalaram em Stanley, cidade que, na ocasião, foi renomeada para Puerto Argentino.
Perante as baixas na defesa, o que poderia significar a perda iminente do controle britânico sobre o arquipélago, o governo central do Reino Unido decidiu intervir por meio do envio de tropas da Europa para a América do Sul. A medida contou com amplo apoio, inclusive, dos Estados Unidos, uma vez que a ONU, por meio do seu Conselho de Segurança, já havia demandado a retirada das tropas argentinas com o propósito de restabelecer a paz na região. Os reforços britânicos aportaram nas Ilhas Malvinas no final do mês de abril, e os confrontos se estenderam até 14 de junho de 1982 com a derrota dos argentinos.
O conflito foi desencadeado por conta do contexto político no país sul-americano, que vivia um governo ditatorial que acreditava na capacidade de recuperar o controle sobre as Ilhas Malvinas, medida essa que poderia fazer com que obtivesse maior apoio popular. No entanto, a guerra terminou com um saldo de 907 mortes, dentre as quais estavam 649 militares argentinos, 255 militares britânicos e três civis que eram residentes locais, além do aprofundamento da crise econômica e política na Argentina.
Existem moradores nas Ilhas Malvinas?
Sim, existem moradores nas Ilhas Malvinas. De acordo com informações do último censo realizado no arquipélago, a sua população é de 3.662 habitantes. A maioria dos moradores das Ilhas Malvinas vive em Stanley, capital e única cidade do arquipélago. As demais áreas habitadas são classificadas como povoados, e têm população consideravelmente menor.
Na tabela a seguir, confira como se dá a distribuição da população nas Ilhas Malvinas.
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População das Ilhas Malvinas (Falkland) |
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Cidade ou região |
População residente |
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Stanley |
2.974 |
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Base aérea de Mount Pleasant |
334 |
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Malvinas Orientais (exceto Stanley) |
181 |
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Malvinas Ocidentais |
129 |
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Outras ilhas |
44 |
Fonte: Censo Demográfico das Ilhas Falkland, 2021.
Curiosidades sobre as Ilhas Malvinas
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O arquipélago das Malvinas é formado por 778 ilhas.
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A população das Ilhas Malvinas conta com pessoas de mais de 68 nacionalidades.
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Em 2013 foi realizado um referendo nas Ilhas Malvinas a respeito da permanência do arquipélago sob domínio britânico, e a maioria da população (98,8%) se mostrou favorável.
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O ponto de maior altitude das Ilhas Malvinas fica no Monte Usborne, 705 metros acima do nível do mar.
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A maior parte da eletricidade consumida nas Ilhas Malvinas é de origem eólica.
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As Ilhas Malvinas possuem uma imensa população de pinguins, parte da qual somente chega ao arquipélago no período das migrações. Dentre as espécies de pinguins identificadas estão pinguim-rei, pinguim-macaroni e gentoo.
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A criação de ovelhas é uma atividade muito comum nas Ilhas Malvinas. Estima-se que a população desse animal seja de 500.000.
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A atividade pesqueira é uma das mais importantes das Ilhas Malvinas.
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As Malvinas se destacam pela sua extensa biodiversidade animal, sobretudo quando se trata da fauna marinha.
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Em sua célebre viagem ao redor do mundo, o naturalista Charles Darwin esteve duas vezes nas Ilhas Malvinas, primeiro em 1833 e, depois, em 1834.
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Muito antes da Guerra das Malvinas de 1982, o arquipélago foi palco de uma batalha entre as marinhas do Reino Unido e da Alemanha durante a Primeira Guerra Mundial, mais precisamente, em 1914.
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Foi o avô do famoso poeta Lord Byron, John Byron, quem liderou a expedição britânica para as Ilhas Malvinas no século XVIII.
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Notas
|1| VALÉRIO, Marco Aurélio Gumieri; HENTZ, Luiz Antonio Soares. Islas Malvinas versus Falkland Islands: o arquipélago da discórdia. RIL: Revista de Informação Legislativa, v. 50, n. 198, p. 187-207, 2013. Disponível em: https://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/496960/000983411.pdf.
Créditos das imagens
|1| Wikimedia Commons (reprodução)
|2| mundosemfim | Shutterstock
|3| Wikimedia Commons (reprodução)
Fontes
Falkland Islands Government. Disponível em: https://www.gov.fk/.
FALKLAND ISLANDS GOVERNMENT. Falkland Islands Census 2021. Directorate of Policy, Economy & Corporate Services, Falkland Islands Government, [s.d.]. Disponível em: https://www.falklands.gov.fk/policy/2021-census/census.
LOUREIRO, Fernando. As Falklands-Malvinas: uma breve história da disputa que levou à guerra entre Argentina e Inglaterra. Café História, 04 abr. 2022. Disponível em: https://www.cafehistoria.com.br/falklands-malvinas-a-historia-de-uma-longa-disputa.
REDAÇÃO. De quem são as Malvinas? Como acabou a guerra entre Argentina e Reino Unido. UOL Educação, 13 jul. 2026. Disponível em: https://educacao.uol.com.br/noticias/2026/07/13/de-quem-sao-as-malvinas-como-acabou-a-guerra-entre-argentina-e-inglaterra.ghtm.
REDAÇÃO. Malvinas aprovam domínio britânico. G1, 11 mar. 2013. Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/03/malvinas-aprovam-dominio-britanico.html.
REPÚBLICA ARGENTINA. A 188 años de la ocupación ilegal de las Malvinas Argentina reafirma sus derechos de soberanía sobre las islas. Ministerio de Relaciones Exteriores, Comercio Internacional y Culto, [s.d.]. Disponível em: https://cancilleria.gob.ar/es/188-anos-de-la-ocupacion-ilegal-de-las-malvinas-argentina-reafirma-sus-derechos-de-soberania-sobre.
UN. Resolutions adopted on the reports of the Fourth Committee. UN, [s.d.]. Disponível em: https://treaties.un.org/doc/source/docs/A_RES_2065-Eng.pdf.
VALÉRIO, Marco Aurélio Gumieri; HENTZ, Luiz Antonio Soares. Islas Malvinas versus Falkland Islands: o arquipélago da discórdia. RIL: Revista de Informação Legislativa, v. 50, n. 198, p. 187-207, 2013. Disponível em: https://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/496960/000983411.pdf.