Pierre de Coubertin (Barão de Coubertin)

Pierre de Coubertin foi um aristocrata francês que se comprometeu com a fundação dos Jogos Olímpicos modernos, ocorridos primeiramente em 1896.

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Pierre de Coubertin foi um aristocrata francês que se comprometeu com a fundação dos Jogos Olímpicos modernos, ocorridos primeiramente em 1896. Ele sentiu-se inspirado em apresentar a prática esportiva como um elemento de exaltação à juventude de seu país, aplicando-a em programas didáticos escolares de maneira semelhante aos testemunhados na Inglaterra e nos Estados Unidos.

Ele mesmo um praticante de diversos esportes, acompanhou as descobertas arqueológicas do fim do século que traziam de volta o interesse pela Antiguidade e, consigo, as competições olímpicas que haviam sido praticadas pela última vez na Grécia havia mais ou menos 1500 anos. Não sem enfrentar imposições, por meio da associação a instituições esportivas, pôde realizar a revitalização dos Jogos Olímpicos em 1896, ainda que as primeiras edições fossem bastante diferentes dos eventos globais que conhecemos.

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Leia também: Olimpíadas (Jogos Olímpicos) — mais detalhes sobre o maior evento esportivo do mundo

Tópicos deste artigo

Resumo sobre Pierre de Coubertin

  • Pierre de Coubertin foi um barão francês responsável pela fundação dos Jogos Olímpicos Modernos, retrazidos da cultura grega ao final do século XIX após cerca de 1500 anos.
  • Pedagogo e historiador, Pierre conheceu instituições internacionais que o incentivaram a reformar o sistema de educação na França, especialmente através da aplicação das práticas esportivas.
  • Em 1894, Pierre fundou o Comitê Olímpico Internacional (COI), do qual seria presidente a partir de 1896.
  • Devido à excitação causada pela revitalização da antiga prática grega, os primeiros Jogos Olímpicos modernos ocorreram em Atenas em 1896, antecipando a estreia que seria inicialmente em Paris.
  • Pierre defendia que os esportes deveriam ser acessíveis a todas as pessoas, além de promover o conceito de fair play. Com isso, os sediadores dos Jogos Olímpicos passaram a aplicar investimentos para eventos cada vez maiores.
  • Apesar do discurso universalista, Pierre de Coubertin se contradizia ao defender pautas racistas e machistas, chegando até mesmo a manifestar admiração pelo nazismo.
  • A Medalha Pierre de Coubertin foi criada em 1964 para homenagear pessoas que realizaram atos extraordinários de fair play e de esportividade.
  • O barão também foi criador de diversos órgãos e comitês destinados à disseminação da cultura esportiva, além de escrever inúmeros artigos e livros sobre educação, sobre história e sobre esportes.

Quem foi Pierre de Coubertin?

Fotografia de Barão Pierre de Coubertin, figura importante nos Jogos Olímpicos modernos.
Barão Pierre de Coubertin.

Nascido Pierre de Frédy, o barão Pierre de Coubertin foi o principal responsável pela criação dos Jogos Olímpicos modernos, cuja primeira edição ocorreu em 1896.

Quarto filho de Charles Louis de Fredy e Agathe Marie de Crisenoy, Pierre nasceu na aristocracia francesa em 1º de janeiro de 1863. Na juventude, frequentou a Escola Jesuíta de Saint-Ignace, e posteriormente, a Escola de Ciências Políticas, ambas em Paris. Sob o ofício de pedagogo e historiador, Pierre frequentou instituições de ensino internacionais, tanto na Inglaterra quanto nos Estados Unidos.

De volta à França, ele passou a adquirir fascínio pelos estudos clássicos, a Antiga Grécia e sua respectiva cultura esportiva, uma paixão que se intensificou com o sucesso das expedições arqueológicas daquele final de século, que trouxeram a público inúmeras redescobertas da até então negligenciada Antiguidade.

Praticante de diversos esportes comuns à aristocracia europeia do período, como equitação, esgrima, boxe, remo e tênis, o barão, por meio da criação do Comitê para a Propagação dos Exercícios Físicos na Educação (CPEFE), também passou a organizar escolas de atividades físicas pela França, de forma semelhante à educação nos EUA e na Inglaterra. Seu intuito com isso era revitalizar a juventude francesa e, ao mesmo tempo, oferecer à sua população um escape para o estresse mental. Em 1889, Pierre assumiu o cargo de secretário geral da União das Sociedades Esportivas e Atlética Francesa (USFSA). Por meio da USFSA, Pierre de Coubertin incentivou a criação do Comitê Olímpico Internacional (COI) em 1894, do qual foi presidente entre 1896 e 1925.

Apesar da importância para a história das Olimpíadas e da sua defesa pela universalização das práticas esportivas, contraditoriamente, Pierre de Coubertin era adepto do eugenismo e do etnocentrismo, chegando até mesmo a apoiar Adolf Hitler e o nazismo, especialmente após as Olimpíadas de 1936, na Alemanha. Ele faleceu aos 74 anos em decorrência de um infarto na cidade de Genebra, Suíça, em 1937.

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Pierre de Coubertin e os Jogos Olímpicos

Pierre de Coubertin foi o responsável pela realização dos Jogos Olímpicos modernos. A aproximação acadêmica de Pierre de Coubertin com os estudos clássicos, o fascínio pela Grécia Antiga e as respectivas práticas esportivas da cultura helênica, além das inúmeras descobertas arqueológicas advindas de pesquisadores franceses na segunda metade do século XIX, inspiraram-no a buscar pela revitalização das Olimpíadas ou, conforme sua referência tradicional, as “Olimpíadas de Verão”. Nesse reestabelecimento da prática, Pierre defendia a admissão de atletas de diversos países, impelido a transformar o evento em um acontecimento tradicional.

Sua proposta, apresentada na cidade francesa de Sorbonne em 1892, foi recebida com ceticismo e até mesmo escárnio. Mesmo assim, dois anos mais tarde, sua iniciativa resultou na fundação do Comitê Olímpico Internacional (COI), presidida pelo grego Demetrius Vikelas; Coubertin assumiu a presidência em 1896.

Primeira edição dos Jogos Olímpicos modernos em 1896, idealizada por Pierre de Coubertin (Barão de Coubertin).
Atletas se aquecem para a corrida de 100 metros na primeira edição dos Jogos Olímpicos modernos sediada em Atenas, 1896.

Apesar de a primeira edição dos Jogos Olímpicos ter sido prevista para ocorrer em Paris, capital da França, no ano 1900, a expectativa gerada pela população da Grécia levou o COI a reconsiderar o local de estreia. Assim, decidiu-se que a primeira Olimpíada deveria ser antecipada para ser sediada na capital grega, Atenas, em 1896, respeitando, conforme a tradição dos antigos gregos, o hiato de quatro anos entre uma e outra edição. Apesar da pouca verba pública concedida pelo governo grego para sustentar um evento daquelas proporções, o estádio de Atenas recebeu incentivo privado para sua total restauração.

No entanto, as primeiras Olimpíadas Modernas não foram inclusivas. Os eventos de 1900 e de 1904, ocorridos respectivamente em Paris e em Saint-Louis, nos EUA, foram palco de racismo por obrigar os atletas negros a usarem trajes estereotipados e ridicularizantes, algo que, infelizmente, era comum nas sociedades conservadoras da época, e cujas ideologias eugenista e etnocentrista eram inclusive de conivência do barão. Vale destacar também que, contraditoriamente às suas políticas de inclusão, Pierre de Coubertin se opunha à participação de mulheres nos Jogos Olímpicos, o que refletiu em uma lenta progressão na inclusão feminina. Na edição de estreia, não houve competidoras, e, nos primeiros jogos ocorridos nos anos 1900, a média de atletas mulheres não ultrapassava 2% (estima-se que a equidade na porcentagem de atletas por gênero tenha sido atingida apenas nos recentes Jogos Olímpicos de 2024, em Paris). A postura de Pierre não passou despercebida, já que mais tarde, descobriu-se até mesmo uma carta direcionada por ele a Adolf Hitler, por quem expressava profunda admiração.

Demonstração da ideologia nazista nas Olimpíadas de Berlim, em 1936, da qual Pierre de Coubertin fazia parte.
Nas Olimpíadas de Berlim, em 1936, Hitler utilizou o evento como palco de demonstração da ideologia nazista.

Em 1908, os Jogos Olímpicos ocorreram em Londres, na Inglaterra, mas foram dificultados pela própria organização, que impunha regras nacionais sobre o evento (como a participação exclusiva de árbitros ingleses). Na Olimpíada de 1912, na capital sueca de Estocolmo, a situação foi mais favorável do que nas edições anteriores, frente à organização prévia dos sediadores e ao investimento adequado para as estruturas do evento. Pela primeira vez, no entanto, os jogos tiveram de ser suspensos frente à eclosão da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), voltando a ser praticados apenas em 1920, na Antuérpia, Bélgica.

Além de ter sido o principal responsável pela fundação do comitê, Pierre de Coubertin também foi o autor da bandeira oficial das Olimpíadas, cujos cinco anéis, cada um de uma cor, representam os continentes. Ela foi criada em 1913 e hasteada pela primeira vez na edição de 1920. O barão se manteve na presidência do COI até 1925, não sem a frustração de testemunhar o descaso dos sediadores das Olimpíadas diante do conceito de fair play (literalmente “jogo justo”), que consiste no respeito mútuo e em valores éticos aplicados nos esportes, que foi por décadas deixado de lado especialmente por motivos políticos.

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Símbolo dos cinco anéis olímpicos, criação de Pierre de Coubertin.
O símbolo dos cinco anéis olímpicos foi criação de Pierre de Coubertin.

Acesse também: Como são os Jogos Olímpicos de Verão?

Medalha Pierre de Coubertin

Criada originalmente em 1964, a Medalha Pierre de Coubertin é considerada a maior honraria olímpica de reconhecimento oferecida pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), concedida apenas aos atletas e envolvidos que se destacam pela esportividade nas Olimpíadas. No caso dos competidores, ela é oferecida somente para aqueles que estimam o fair play (literalmente “jogo justo”) acima da própria vitória. Foi um prêmio fundado apenas no final do século XX.

Não há um registro conciso do número de pessoas homenageadas pela medalha, que, além dos atletas, incluem dirigentes, jornalistas, artistas e afins. No entanto, alguns casos excepcionais se tornaram populares por demonstrar, sobretudo, o espírito esportivo de alguns competidores.

O primeiro atleta a receber a medalha foi o italiano Eugenio Monti, piloto de bobsleigh, durante os Jogos Olímpicos de Inverno de 1964. Tanto na competição de duplas quanto na competição de quartetos, Monti e sua equipe auxiliaram as equipes rivais diante de problemas técnicos com seus trenós, emprestando até mesmo um parafuso para equipe britânica e realizando o reparo de um dos eixos do veículo do grupo canadense.

Apesar de ser o primeiro a receber o prêmio em vida, houve casos de atletas que foram homenageados postumamente. Ainda em 1964, o alemão Luz Long foi reconhecido como agraciado pela Medalha Pierre de Coubertin não apenas por seu espírito esportivo na modalidade de salto à distância, mas também pela demonstração de coragem explícita diante de uma ameaça política: os Jogos Olímpicos de 1936 foram sediados em Berlim, na Alemanha Nazista, diante da presença de Adolf Hitler.

Na ocasião, o alemão havia queimado propositalmente o primeiro salto, e, mesmo assim, o juiz marcou sua tentativa como válida. Diante de todo o público, Long aconselhou o seu rival, o estadunidense Jesse Owens, a arriscar um salto menor do que o necessário (a distância estimada antes do conselho poderia arriscar uma queimada por parte de Owens). O estadunidense aceitou o conselho de Long e venceu a prova, recebendo medalha de ouro. Ao final da prova, Long abraçou Owens, que era negro. O seu ato de fair play mesmo diante do regime totalitário nazista significou, sobretudo, uma afronta ao mito da superioridade ariana e ao próprio Hitler (posteriormente, Long foi forçado a ingressar no exército e combater na Sicília, onde morreu em 1943).

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Embora os exemplos citados demonstrem apenas os dois primeiros casos de atletas agraciados pela Medalha Pierre de Coubertin, quinze ou mais competidores já receberam este prêmio, inclusive o brasileiro Vanderlei Cordeiro de Lima, que, durante a liderança no trajeto da maratona de Atenas em 2004, foi atacado por um ex-padre irlandês, atrapalhando o rendimento do atleta e comprometendo sua vitória. Mesmo assim, o brasileiro continuou a corrida até o fim, e sua esportividade lhe angariou o prêmio que leva o nome do barão de Coubertin.

Maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima, vencedor da medalha Pierre de Coubertin, 2004.
Maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima, vencedor da medalha Pierre de Coubertin, 2004.

Acesse também: Como são os Jogos Olímpicos de Inverno?

Pierre de Coubertin e a educação

Como pedagogo, Pierre de Coubertin foi uma importante personalidade para o sistema de educação dos jovens da República Francesa. Ao conhecer de perto os métodos didáticos aplicados nas instituições de ensino inglesa e estadunidense, foi influenciado pelas práticas de incentivo esportivo nas escolas.

Ao retornar à França, uma de suas primeiras ações foi a fundação do Comitê para a Propagação dos Exercícios Físicos na Educação (CPEFE), em 1888. A prioridade do comitê era apresentar o esporte como uma prática inclusiva e essencial para a saúde mental e rejuvenescimento da sociedade.

Mesmo após o estabelecimento dos Jogos Olímpicos, o barão continuou a aprimorar e disseminar sua filosofia de ensino. Em 1922, publicou a obra Pedagogia Esportiva, em que anunciou os princípios da aplicação dos esportes no sistema de ensino universal, assinalando sua inclusão social e a essencialidade do fair play; em 1926, fundou a União Pedagógica Universal (UPU) para difundir sua filosofia educacional.

Obras de Pierre de Coubertin

 Pierre de Coubertin, o Barão de Coubertin, em 1921.
Pierre de Coubertin, o Barão de Coubertin, em 1921.

O barão de Coubertin publicou mais de trinta livros durante sua vida, além de, estima-se, mais de mil artigos. Os principais temas de suas obras eram os esportes, a educação, e a história, muitas vezes interconectados nos mesmos textos. Traduzidas abaixo para o português, alguns dos livros e artigos de Coubertin incluem:

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  • A educação inglesa na França (1889);
  • Ensaio de psicologia esportiva (1913);
  • Pedagogia Esportiva (1922);
  • Carta de reforma ao esporte (1930);
  • Memórias olímpicas (1931);
  • Recordações da América e da Grécia (1897);
  • A evolução francesa sob a Terceira República (1898);
  • História Universal (4 volumes, década de 1920).

Frases de Pierre de Coubertin

As frases abaixo, de autoria do barão Pierre e Coubertin, carregam contradições que demonstram o pensamento comum do conservadorismo europeu do final do século XIX, mesmo diante de sua política de inclusão e universalidade nos esportes:

  • “Exportemos remadores, corredores e esgrimistas; eis o livre comércio do futuro, e no dia em que for introduzido dentro dos muros da velha Europa, a causa da paz terá recebido um novo e poderoso aliado.” (1892)
  • “Os Jogos Olímpicos não são propriedade de nenhum país ou de nenhuma raça particular, e não podem ser monopolizados por nenhum grupo. Eles são globais. Todas as pessoas devem ser admitidas, sem debate.” (1925)
  • “O próprio do atleta é conhecer-se, governar-se e vencer-se a si mesmo.” (1928)
  • “O gênio de cada povo, sua maneira de realizar festivais e de praticar exercícios físicos, é o que dará aos Jogos Olímpicos modernos seu verdadeiro caráter, e talvez possa torná-los superiores aos seus antecessores antigos.” (1894)
  • “Uma pequena olimpíada feminina ao lado da grande olimpíada masculina... Qual seria o interesse? Pouco interessante, antiestética, e não temos medo de acrescentar: incorreta, esse seria nosso parecer a esta semiolimpíada feminina.” (1922)
  • “As raças têm valores diferentes e todas as outras devem prestar obediência à raça branca, que é essencialmente superior.”  (c.1931)

Créditos de imagem

Museovirasto / Wikimedia Commons (reprodução)

Ricardo Stuckert / Presidência da República / Agência Brasil / Wikimedia Commons (reprodução)

Fontes

COUBERTIN, Pierre. Olimpismo: Seleção de textos. Porto Alegre: EDIPUCRS, 1015.

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HIRTHLER, George. Celebrating Pierre de Coubertin: the French genius of sport who founded the modern Olympic Games, 2019.

INTERNATIONAL OLYMPIC COMMITTEE. Disponível em https://www.olympics.com/ioc/news/celebrating-pierre-de-coubertin-the-french-genius-of-sport-who-founded-the-modern-olympic-games. 

MÜLLER, Norbert. O fundador do movimento olímpico, s.d. Comitê Brasileiro Pierre de Coubertin. Disponível em: https://www.coubertinbrasil.com.br/fundador-movimento-olimpico/.

NESTLER, Stefan. Há 100 anos, Jogos Olímpicos Femininos se tornavam realidade, 2021. DW. Disponível em: https://www.dw.com/pt-br/há-100-anos-jogos-olímpicos-femininos-se-tornavam-realidade/a-56965224.

RIBEIRO, Luiz C. A (des)politização dos Jogos Olímpicos modernos. História: questões e debates. Curitiba: UFPR, v.68, n.37, p.208-228, 2020.

RUBIO, Kátia. Jogos Olímpicos na Era Moderna: uma proposta de periodização. Revista Brasileira de Educação Física e Esporte. São Paulo: EEFE-USP, v.24, n.1, p.55-68, 2010.

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VILLE DE PARIS. Pierre de Coubertin and the origin of the Olympic Games, 2024. Disponível em: https://www.paris.fr/en/pages/pierre-de-coubertin-and-the-origin-of-the-olympic-games-27628.

Escritor do artigo
Escrito por: Cassio Remus de Paula Cássio é doutor em História pela UFPR, mestre e bacharel em História pela UEPG. Atua como professor de História, Filosofia e Sociologia.
Deseja fazer uma citação?
PAULA, Cassio Remus de. "Pierre de Coubertin (Barão de Coubertin)"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/biografia/pierre-de-coubertin-barao-de-coubertin.htm. Acesso em 22 de julho de 2026.
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