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Já é bem antigo o ato de servir bebidas na companhia de amigos e, é claro, quando feito com moderação e no tempo apropriado se torna mais um momento de lazer. Saiba que este costume data de tempos bem antigos, desde quando as cervejarias começaram a dar seus primeiros passos. Vamos ver?
Os agricultores do Oriente foram os descobridores da propriedade dos grãos, em 9000 a.C. Uma junção de cevada e trigo originou uma bebida denominada de cerveja rudimentar.
A bebida dourada já tinha seu valor nos primórdios da civilização, tanto que servia como moeda de troca na Mesopotâmia no ano de 6000 a.C.
Os primeiros escritos relacionados à cerveja dataram de 3500 a.C. Os asiáticos, europeus, germânicos e celtas registraram o sucesso da bebida pela região da Europa e Oriente Médio.
Mas foi na Alemanha, no ano de 1040, que teve início a produção comercial da cerveja, mais precisamente no mosteiro de Weihenstephan, em Freising. A cervejaria fundada ali é a mais antiga e está em atividade até hoje.
No ano de 1400, o lúpulo (planta aromática) foi adicionado à composição das tradicionais cervejas. A substância confere sabor característico (amargo) e auxilia na conservação da bebida.
A padronização da cerveja surgiu em 1516, na Alemanha. Os ingredientes instituídos pela “Lei de Pureza na Baviera” seriam: cevada, lúpulo e água.
Somente no ano de 1808 a bebida chegou ao Brasil para ficar. Os portugueses trouxeram o produto que se revelaria uma paixão nacional.
E já no ano de 1810, para comemorar o sucesso da bebida, iniciou-se o evento anual Oktoberfest na cidade de Munique, na Alemanha. É o maior festival de cerveja do mundo.
Novos métodos de purificação originaram o que conhecemos hoje por cerveja “Pilsen”. O processo criado por Josef Groll em 1842, na república Tcheca, confere a cor clara e sabor refrescante das cervejas atuais.
Por Líria Alves
Graduada em Química
Equipe Brasil Escola