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Mata Atlântica

Biologia

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A Mata Atlântica ou floresta estacional semidecidual é o bioma brasileiro mais devastado, reduzido a 7% de sua área original. Chegou a ocupar, aproximadamente, 15% do território nacional, estendendo-se pela faixa litorânea desde o Rio Grande do Norte ao litoral de Santa Catarina.

Apesar da intensa devastação, ainda abriga uma quantidade significativa de espécies tanto de animais quanto de vegetais, compreendendo mais de 6 mil exemplares de plantas endêmicas (grande variedade de epífitas: orquídeas e briófitas), 160 espécies de mamíferos e 253 de anfíbios identificados e catalogados. Muitos dos animais brasileiros ameaçados de extinção pertencem a esse ecossistema, bastante explorado desde a época colonial.

O extrato vegetal é constituído basicamente por dois patamares, sendo o mais alto formado por árvores com estatura média de 35 metros, e o inferior caracterizado pela densidade arbustiva.

Cedro
Cedro: Vegetação encontrada na Mata Atlântica

As folhas são latifoliadas e perenifólias (largas e persistentes / duradoura), típicas de florestas tropicais. Rica em espécies vegetais, apresenta árvores como o jequitibá-rosa, o cedro, a figueira, o ipê e o pau-brasil.

É um ecossistema de clima tropical, quente e úmido, apresentando um relevo de planaltos e serras que impedem a passagem de massa de ar (barlaventos), provocando chuvas constantes na região costeira.

Por Krukemberghe Fonseca
Graduado em Biologia

Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja:

RIBEIRO, Krukemberghe Divino Kirk da Fonseca. "Mata Atlântica"; Brasil Escola. Disponível em <http://brasilescola.uol.com.br/biologia/mata-atlantica.htm>. Acesso em 10 de dezembro de 2016.

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